Souza Magalhães Advocacia

Souza Magalhães Advocacia Escritório de advocacia especializado nas áreas cível e empresarial, holdings, blindagem patrimonial e assessoria jurídica em geral.

No Direito, a palavra “Aditivo” serve como signif**ado para acrescentar conteúdo a algum documento.O aditivo contratual ...
25/04/2026

No Direito, a palavra “Aditivo” serve como signif**ado para acrescentar conteúdo a algum documento.

O aditivo contratual ou Termo aditivo não exclui o contrato porque ele possui uma característica acessória, ou seja, ele f**a vinculado a existência do contrato.

Então, a resposta é não!

Normalmente, um aditivo contratual irá apenas acrescentar novos elementos a um documento previamente celebrado.

Ou ainda, quando um contrato próximo de seu vencimento, tiver seu prazo prorrogado em razão da vontade das partes.

E isso pode ser feito quantas vezes forem necessárias, desde que de maneira legal e em comum acordo.

Por outro lado, o aditivo também pode modif**ar alguma cláusula do contrato inicial ou até mesmo do aditivo que o antecedeu, o que não signif**a que todos os documentos que vieram antes estarão anulados.

O aditivo tem a forma bastante parecida com o contrato, pois nele devem conter:

➜ Os dados pessoais das partes contratantes;

➜ A numeração das cláusulas que serão alteradas;

➜ Bem como as que permanecerão inalteradas, além da vigência do contrato e as assinaturas das partes.

Mas atenção: na hora de elaborar um contrato ou aditivo, consulte sempre um advogado especialista, para evitar possíveis prejuízos em seus negócios!

Você já se perguntou se precisa pagar pensão para o seu ex mesmo se ainda estiverem morando juntos?Vamos te contar!Caso ...
18/04/2026

Você já se perguntou se precisa pagar pensão para o seu ex mesmo se ainda estiverem morando juntos?

Vamos te contar!

Caso o ex-cônjuge não tenha condições de se manter, mesmo morando na mesma casa, o pagamento da pensão alimentícia é devido.

Nessas situações, a pensão pode ser vitalícia ou temporária.

O pagamento da pensão temporária geralmente acontece quando o ex não está no mercado de trabalho ou não consegue se manter por um período.

Já a pensão vitalícia ocorre quando o ex é incapaz, tem idade avançada ou está impossibilitado de voltar a trabalhar.

Mas atenção!

A pensão a ser paga deve ser proporcional às necessidades do ex-cônjuge.

Além disso, a determinação de que a pensão será temporária ou vitalícia é proferida por sentença, por meio do ajuizamento de ação.

Por isso, procurar orientação de um advogado especialista no assunto é fundamental!

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) revolucionou a forma como as informações pessoais são tratadas no Brasil!Você sa...
17/04/2026

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) revolucionou a forma como as informações pessoais são tratadas no Brasil!

Você sabia que tem o direito de acessar, corrigir e até mesmo excluir seus dados pessoais das bases de empresas e instituições?

Aqui estão os principais direitos garantidos pela LGPD:

1- Confirmação da existência de tratamento: saber se seus dados estão sendo processados;

2- Acesso aos dados: obter uma cópia dos dados que estão sendo tratados;

3- Correção de dados inexatos: solicitar a correção de informações desatualizadas ou erradas;

4- Anonimização, bloqueio ou eliminação: para dados desnecessários ou tratados em desacordo com a lei;

5- Portabilidade dos dados: transferir seus dados para outro fornecedor de serviço ou produto.

Lembre-se, em caso de dúvidas ou para exercer seus direitos, a orientação de um escritório de advocacia especializado pode ser essencial.

Proteja sua privacidade e esteja informado sobre seus direitos!

Ao ser vítima de um crime contra a honra (calúnia, difamação ou injúria), é possível entrar com uma ação judicial de ind...
16/04/2026

Ao ser vítima de um crime contra a honra (calúnia, difamação ou injúria), é possível entrar com uma ação judicial de indenização pelos danos sofridos.

Mas onde buscar essa reparação?

Considerando que a situação tenha ocorrido na internet, acompanhe as duas possibilidades:

a) nos casos de ofensa pública, em publicações, comentários ou notícias, a ação deverá ser ajuizada no local onde o conteúdo foi adicionado.

b) em casos de mensagens privadas, apenas disponíveis à vítima e ao agressor, a demanda será ajuizada na cidade de domicílio daquele que sofreu os danos.

Por exemplo, imagine que alguém do Rio de Janeiro cometa um crime contra a honra de uma pessoa de São Paulo.

Nesse caso, se a agressão tiver sucedido em postagem aberta, o local para ajuizar a ação será carioca.

Agora, se a ofensa tiver acontecido em mensagem direta, a competência para o ajuizamento será da capital paulista.

Em ambos os casos, recomendamos a assistência jurídica de um advogado!

Um profissional especializado será capaz de informar os seus direitos e auxiliar durante todo o processo.

Você sabia que não existe uma idade máxima para fazer um testamento?Isso mesmo! A lei não coloca um limite de idade para...
15/04/2026

Você sabia que não existe uma idade máxima para fazer um testamento?

Isso mesmo! A lei não coloca um limite de idade para isso.

Veja só:

O que importa mesmo é que a pessoa esteja com a mente saudável e consiga expressar claramente sua vontade na hora de fazer o testamento.

É até esperado que pessoas mais velhas decidam fazê-lo, para organizar como será a distribuição de seus bens após a morte.

Porém, para garantir que o testamento seja válido e que reflita exatamente a vontade do testador, é recomendável buscar a orientação de um advogado especializado em direito sucessório.

Esse profissional vai ajudar a elaborar um testamento que atenda a todos os requisitos legais e seja fiel à vontade da pessoa.

Mas... e se a pessoa não estiver bem de saúde?

Nesse caso, ela pode f**ar impedida de fazer o testamento, pois precisa estar em plenas condições mentais.

O que impede alguém de fazer um testamento não é a idade, mas sim a saúde mental no momento em que o documento é feito.

Portanto, mesmo que alguém tenha 70 anos ou mais, se estiver com a mente saudável, pode fazer o testamento sem problemas.

Quer saber mais sobre esse assunto? Consulte-nos e teremos o enorme prazer em poder atendê-lo(a).

Receber uma herança é sempre algo muito vantajoso. Será mesmo?Essa afirmação não é a percepção de todas as pessoas, pois...
07/04/2026

Receber uma herança é sempre algo muito vantajoso. Será mesmo?

Essa afirmação não é a percepção de todas as pessoas, pois algumas podem se sentir desconfortáveis. Por isso, a legislação brasileira criou o seguinte direito:

O direito de renúncia de herança! Afinal, você não pode ser obrigado a aceitar bens ou patrimônio deixados por alguém.

Porém, isso precisa ser feito de forma correta! Acompanhe:

Ela não é um simples "não quero". Pelo contrário!

Para ter validade, a vontade de renunciar à herança precisa ser formalizada por meio de uma escritura pública ou termo judicial.

Além disso, é importante saber que a renúncia é TOTAL! Ou seja, não é possível escolher f**ar só com um bem e abdicar o restante.

Quando se toma a decisão da renúncia, você estará abrindo mão de todo o patrimônio!

Por fim, é importante destacar que essa decisão é irrevogável! Após formalizada, não é possível retroceder.

Conhecendo as consequências jurídicas e todas as possibilidades que a lei traz, você é capaz de tomar as decisões certas para sua vida pessoal.

Conhecimento é a chave para essa segurança! Por isso, ajude outras pessoas compartilhando esse conteúdo!

Alguém usou seus dados para abrir uma conta ou fazer um empréstimo que você nunca pediu?Teve o cartão clonado ou o nome ...
28/03/2026

Alguém usou seus dados para abrir uma conta ou fazer um empréstimo que você nunca pediu?

Teve o cartão clonado ou o nome negativado por algo que não reconhece?

Infelizmente, essas situações são cada vez mais comuns.

Mas afinal, quem deve arcar com os prejuízos causados por golpes bancários?

A resposta está na própria lei: os bancos são responsáveis por esses danos, mesmo que a culpa não seja diretamente deles.

Isso porque a atividade bancária envolve riscos e proteger o cliente faz parte do dever deles.

Esse tipo de responsabilidade se chama responsabilidade objetiva, ou seja, não precisa provar que o banco teve culpa. Basta provar o dano e o vínculo com o serviço.

Mesmo quando o golpe é cometido por terceiros (como hackers ou falsários), o banco continua obrigado a indenizar, já que esses riscos são considerados “parte do negócio”.

A justiça chama isso de fortuito interno, situações que, embora indesejadas, são previsíveis e evitáveis no dia a dia de um banco.

Porém, se for provado que o cliente teve culpa exclusiva ou contribuiu com o erro (por exemplo, passou senha ou dados sigilosos), a responsabilidade pode ser reduzida ou até excluída.

Nesses casos, é o banco quem precisa comprovar essa culpa.

E mesmo quem não é cliente, mas teve seu nome envolvido em alguma fraude, também tem direito à reparação.

Se você sofreu um golpe envolvendo serviços bancários, procure um advogado especializado em direito do consumidor.

O ambiente virtual também possui limites legais. Participar de grupos de mensagens não autoriza ninguém a ofender, humil...
24/03/2026

O ambiente virtual também possui limites legais. Participar de grupos de mensagens não autoriza ninguém a ofender, humilhar ou expor outra pessoa, mesmo que a conversa aconteça entre conhecidos.

Quando alguém utiliza esses espaços para atacar a reputação de outra pessoa com acusações falsas, termos ofensivos ou ridicularização, a conduta pode caracterizar crimes contra a honra, como calúnia, difamação ou injúria.

Além da esfera penal, a vítima também pode buscar reparação na área cível, solicitando indenização pelos danos morais causados pela exposição.

Para isso, o registro das provas digitais é fundamental. Prints das mensagens, áudios, identif**ação do grupo e dos participantes ajudam a demonstrar como ocorreu a ofensa.

A liberdade de expressão é um direito importante, mas possui limites e não pode ser utilizada para justif**ar ataques pessoais na internet.

Se você já presenciou ou viveu uma situação semelhante, compartilhe este conteúdo, salve para consultar depois, caso de seu interesse, entre em contato conosco para avaliarmos como preservar e utilizar essas provas digitais.

Depois do falecimento, é comum os filhos quererem vender o imóvel para finalizar o inventário, mas o cônjuge sobrevivent...
22/03/2026

Depois do falecimento, é comum os filhos quererem vender o imóvel para finalizar o inventário, mas o cônjuge sobrevivente ainda morar na casa.

Nesses casos, existe uma regra clara: o direito real de habitação.

Esse direito garante que o cônjuge viúvo continue morando no imóvel enquanto viver, mesmo que o bem seja partilhado entre os herdeiros. Ele não precisa pagar aluguel e ninguém pode obrigá-lo a sair do local.

A venda até pode ocorrer, mas não pode retirar o direito de moradia do cônjuge. Por isso, muitas negociações acabam não avançando, já que o comprador precisa aceitar o imóvel com alguém vivendo nele.

O viúvo também não pode alugar ou vender o bem, apenas morar.

Entender essa proteção evita conflitos e ajuda a família a conduzir o inventário sem prejuízos.

Se você vive algo parecido, busque orientação jurídica para confirmar se o direito de habitação se aplica ao seu caso.

Nem toda relação afetiva gera direito à herança. O ponto central é entender quando o relacionamento passa a ter efeitos ...
20/03/2026

Nem toda relação afetiva gera direito à herança. O ponto central é entender quando o relacionamento passa a ter efeitos jurídicos.

Um relacionamento amoroso, por si só, não garante direito sucessório. Para que esse direito exista, em regra é necessário que a relação seja reconhecida como união estável.

A união estável exige convivência pública, contínua e duradoura, com intenção de constituir família. Não basta apenas um namoro prolongado; é preciso demonstrar a existência de vida em comum semelhante à de um casal casado.

Para essa análise, a Justiça costuma considerar elementos como contas conjuntas, inclusão como dependente em plano de saúde, declaração de imposto de renda, testemunhas, fotos, mensagens e outros indícios de convivência familiar.

Quando a união estável é reconhecida, o companheiro ou companheira pode ter direito à herança conforme as regras do Código Civil.

A ausência de formalização ou de documentação pode dificultar o reconhecimento e gerar conflitos entre familiares no momento da sucessão.

Salve este conteúdo, compartilhe com quem possa ter interesse no tema e busque orientação jurídica especializada para avaliar o reconhecimento da relação e os possíveis direitos sucessórios.

Quem cria uma criança e está presente em sua vida não necessariamente precisa ter laços sanguíneos.Para a lei, o nome di...
20/03/2026

Quem cria uma criança e está presente em sua vida não necessariamente precisa ter laços sanguíneos.

Para a lei, o nome disso é "filiação socioafetiva".

Esse tipo de filiação baseia-se no afeto e na convivência que a pessoa tem com a criança.

A relação entre eles é suficiente para conceder o direito de ser reconhecido como pai ou mãe. Inclusive, o reconhecimento pode constar na certidão de nascimento.

Para isso, é necessária uma ação judicial ou, quando permitido pela lei, o registro em cartório.

Vale ressaltar que a paternidade e a maternidade biológica se mantém. A criança, portanto, terá o nome dos dois pais em seu registro.

Além disso, a filiação socioafetiva implica nas mesmas obrigações, como pensão alimentícia, guarda e convivência.

Gostou do conteúdo? Compartilhe o post e informe mais pessoas!

Supermercado foi considerado responsável por uma colisão ocorrida em seu estacionamento.O caso aconteceu quando um clien...
11/03/2026

Supermercado foi considerado responsável por uma colisão ocorrida em seu estacionamento.

O caso aconteceu quando um cliente estacionou o seu veículo no local enquanto fazia compras.

Ao retornar, percebeu que o para-lama esquerdo do carro estava danif**ado, possivelmente devido a uma colisão.

O cliente solicitou acesso às câmeras de segurança para identif**ar quem causou o dano, mas não obteve resposta do supermercado.

O estabelecimento se defendeu dizendo que o estacionamento não era exclusivo e não havia um contrato de garantia de segurança para os veículos dos clientes.

Ou seja, argumentou que não era responsável pelos danos.

No entanto, o tribunal entendeu que, embora o estacionamento fosse gratuito, ele é considerado uma extensão do serviço oferecido aos clientes.

Por isso, a empresa tinha o dever de zelar pela integridade dos veículos enquanto estivessem no local.

Dessa forma, o supermercado foi condenado a ressarcir o valor gasto com o reparo do veículo.

A decisão reafirma a obrigação de vigilância e cuidado por parte dos estabelecimentos que oferecem estacionamento, protegendo os direitos dos consumidores em situações semelhantes.

Gostou desta notícia?

Deixe seu comentário e siga o perfil para mais!

– Processo 0707291-41.2024.8.07.0020.

Endereço

Rua Santo Antonio, 990/1109
Juiz De Fora, MG
36016210

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Souza Magalhães Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar