29/09/2026
Teve uma época em que a música foi minha primeira opção de carreira.
Por muito tempo, guitarra, bandas, ensaios e palcos fizeram parte da minha vida de uma forma muito intensa. Cheguei a ensinar violão e guitarra, toquei em bandas de rock, em uma big band e até tive a oportunidade de dividir o palco com o Lobão.
Profissionalmente, escolhi outro caminho, que me realiza e do qual tenho muito orgulho. Mas a música nunca ficou para trás.
E talvez seja justamente por isso que eu não consiga enxergá-la apenas como um hobby. Quando pego a guitarra, desperta em mim aquela vontade de ter uma outra vida acontecendo em paralelo. Uma vida com música, palco, banda e essa sensação de fazer algo que adoro. 🎸
Nessa confraternização do BNI, foi exatamente assim: Paralamas, Legião Urbana, Los Hermanos, Mamonas e muito rock brasileiro para tocar, cantar e, principalmente, me divertir.
Inclusive, algumas coisas não mudam: continuo tocando “Ana Júlia” sem nunca saber exatamente qual é a letra. 😂
No fim, talvez algumas paixões não precisem virar profissão para continuarem fazendo parte daquilo que a gente é.
E a música, definitivamente, faz parte de mim. 🎸🎶