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RMS Advogados RMS ADVOGADOS Os clientes hoje esperam além de qualidade de serviço, especialistas em informação segura e preventiva para sua vida e seus negócios.

A Roesler Marchesini Salles Advocacia & Consultoria foi criada para ser o braço direito de sua empresa ajudando em suas decisões e na gestão jurídica.

20/12/2024

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O Distrito Federal consolidou seu papel de vanguarda ao regulamentar a licença menstrual para servidoras públicas, estab...
18/12/2024

O Distrito Federal consolidou seu papel de vanguarda ao regulamentar a licença menstrual para servidoras públicas, estabelecendo um marco inédito no Brasil. A medida, prevista na Lei Complementar nº 1.032/2024 e de autoria do deputado distrital Max Maciel (PSOL), assegura até três dias consecutivos de afastamento mensal para mulheres que apresentarem sintomas graves relacionados ao ciclo menstrual, como dismenorreia, enxaqueca e fadiga. A regulamentação foi formalizada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), posicionando-se como modelo para outros órgãos públicos e ampliando o debate nacional sobre políticas de saúde e qualidade de vida no trabalho.

Para a advogada trabalhista Juliana Gois, a regulamentação é um avanço significativo ao reconhecer os efeitos do ciclo menstrual na saúde e produtividade das mulheres, especialmente aquelas que enfrentam condições como endometriose e síndrome do ovário policístico. “Essa medida vai além de promover o bem-estar; ela desmistifica tabus relacionados à menstruação, cria um ambiente de trabalho mais inclusivo e reduz ausências não justificadas, oferecendo às mulheres maior segurança para cuidar de sua saúde sem precisar de constantes atestados médicos”, afirmou Juliana.

A iniciativa reflete o compromisso com a promoção de ambientes laborais mais acolhedores e atentos às demandas femininas, sendo um exemplo que pode inspirar políticas públicas em outras esferas administrativas.

A transformação digital acelerou o uso de contratos digitais e assinaturas eletrônicas, tornando as transações mais ágei...
17/12/2024

A transformação digital acelerou o uso de contratos digitais e assinaturas eletrônicas, tornando as transações mais ágeis e eficientes. Mas você sabia que esses instrumentos possuem a mesma validade jurídica dos contratos físicos?

A Medida Provisória nº 2.200-2/2001 garante a legalidade das assinaturas eletrônicas por meio da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Existem diferentes níveis de assinatura: simples, avançada e qualificada. A assinatura qualificada, que utiliza certificados digitais ICP-Brasil, possui o maior grau de segurança e é exigida para documentos com maior risco jurídico.

Além disso, a Lei nº 14.063/2020 regulamenta o uso das assinaturas eletrônicas em interações com órgãos públicos e documentos oficiais. Independentemente do tipo de assinatura, a integridade, autenticidade e confidencialidade das informações são fundamentais para garantir a validade jurídica e evitar contestações.

Contar com contratos digitais bem redigidos e implementar as melhores práticas de segurança protege sua empresa contra fraudes e litígios. A assessoria jurídica especializada assegura que seus processos estejam em conformidade com a legislação e alinhados às necessidades do seu negócio.

Na era digital, a disseminação de fake news não afeta apenas indivíduos, mas pode comprometer seriamente a reputação e a...
16/12/2024

Na era digital, a disseminação de fake news não afeta apenas indivíduos, mas pode comprometer seriamente a reputação e a estabilidade de empresas. Divulgar informações falsas, mesmo que de forma não intencional, pode acarretar sanções jurídicas, danos financeiros e prejuízos à imagem corporativa.

De acordo com a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), as empresas têm o dever de agir com responsabilidade ao compartilhar conteúdos online. A divulgação de informações inverídicas pode gerar processos por difamação, injúria ou calúnia, além de ações por danos morais e materiais. A depender do impacto, as consequências podem envolver desde multas até medidas mais severas, como a suspensão de atividades digitais.

Além disso, o ambiente corporativo deve estar atento ao uso das redes sociais por seus colaboradores. Comentários ou publicações que envolvam a empresa podem ser interpretados como posicionamentos oficiais, aumentando o risco de litígios e crises de imagem. Políticas internas de comunicação e programas de compliance digital são essenciais para mitigar esses riscos.

Para proteger sua empresa, é crucial verificar a veracidade das informações antes da publicação, treinar a equipe sobre boas práticas de comunicação e contar com assessoria jurídica especializada. A responsabilidade digital é uma extensão da responsabilidade corporativa.

A adoção de práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança) não é apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégi...
13/12/2024

A adoção de práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança) não é apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica e jurídica para empresas que buscam sustentabilidade e competitividade. A responsabilidade corporativa em ESG envolve o cumprimento de diversas normas e regulamentos, além da gestão de riscos relacionados à imagem e ao futuro dos negócios.

No pilar ambiental, as empresas precisam atender às exigências da legislação ambiental, como a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81) e a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). O descumprimento dessas normas pode levar a multas, sanções administrativas e até responsabilização penal para os gestores, além de afetar a reputação corporativa.

No aspecto social, as empresas devem cumprir leis trabalhistas e promover a inclusão, diversidade e respeito aos direitos humanos. A Constituição Federal, a CLT e a Lei nº 9.029/95 proíbem práticas discriminatórias, enquanto a Lei nº 13.146/15 (Lei Brasileira de Inclusão) exige medidas de acessibilidade. A falta de compliance social pode resultar em processos judiciais e perda de confiança dos stakeholders.

Na governança, a responsabilidade envolve transparência, ética e boas práticas de gestão. Leis como a Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76) e a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013) exigem que empresas adotem políticas claras de governança e compliance para evitar fraudes e corrupção. A implementação de códigos de ética, conselhos de administração e canais de denúncia fortalece a governança e protege contra riscos legais e reputacionais.

Integrar ESG na estratégia empresarial vai além de uma postura ética: é uma exigência de mercado e uma salvaguarda jurídica. Empresas que não adotam práticas ESG estão mais expostas a sanções legais, perdas financeiras e danos à reputação.

Participamos de um encontro estratégico com o embaixador da Índia, explorando oportunidades de crescimento e desenvolvim...
12/12/2024

Participamos de um encontro estratégico com o embaixador da Índia, explorando oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Durante a conversa, discutimos projetos que fortalecerão parcerias internacionais e impulsionarão novos negócios, sempre com segurança jurídica e confiança.

Em breve, compartilharemos mais novidades! ⚖️🌍

O comércio eletrônico cresce exponencialmente, mas junto com as oportunidades surgem obrigações legais e desafios jurídi...
12/12/2024

O comércio eletrônico cresce exponencialmente, mas junto com as oportunidades surgem obrigações legais e desafios jurídicos. Garantir a segurança jurídica no e-commerce é fundamental para proteger a empresa e oferecer uma experiência confiável ao consumidor. A Lei do E-commerce (Decreto nº 7.962/2013) e o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) estabelecem os principais direitos e deveres para quem vende online.

As empresas devem fornecer informações claras e completas sobre os produtos, como preço, características, formas de pagamento e prazos de entrega. O consumidor tem o direito ao arrependimento no prazo de 7 dias após o recebimento, podendo devolver o produto sem justificativa e sem custo adicional. Além disso, políticas de troca e devolução devem estar bem definidas e acessíveis no site.

A proteção de dados pessoais também é um dever essencial. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.709/2018) exige que as empresas tratem as informações dos clientes com segurança e transparência. Falhas nesse processo podem resultar em sanções administrativas e danos à reputação da marca.

Além de atender às exigências legais, é importante que os contratos digitais, termos de uso e políticas de privacidade sejam claros e elaborados com suporte jurídico. Isso não apenas evita litígios, mas também reforça a confiança dos consumidores e assegura que a operação de e-commerce esteja em conformidade com a legislação vigente.

A internet potencializou a disseminação de conteúdos, mas também aumentou os riscos de violação de direitos autorais. Se...
10/12/2024

A internet potencializou a disseminação de conteúdos, mas também aumentou os riscos de violação de direitos autorais. Seja por meio de cópias não autorizadas de textos, imagens, músicas ou vídeos, o uso indevido de obras protegidas é uma realidade que pode prejudicar criadores e empresas.

A Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98) assegura a proteção dessas criações e prevê sanções para quem desrespeita os direitos do autor. As consequências incluem indenizações, remoção do conteúdo infrator e até penalidades criminais, como multas e reclusão. Além disso, a reputação de quem infringe pode ser comprometida de forma permanente.

Para proteger sua criatividade e seus direitos, medidas preventivas são fundamentais. Registrar suas obras, utilizar contratos claros de licenciamento, monitorar o uso indevido de seu conteúdo online e buscar assessoria jurídica especializada são estratégias essenciais para evitar perdas e garantir sua segurança jurídica.

Conte com uma equipe preparada para proteger o valor da sua criação no ambiente digital.

Importar e exportar pode ser um salto estratégico para o crescimento das empresas, mas você já parou para pensar no impa...
09/12/2024

Importar e exportar pode ser um salto estratégico para o crescimento das empresas, mas você já parou para pensar no impacto silencioso dos tributos? 📦💼

A complexidade tributária nessas operações exige atenção e planejamento. Tributos acumulativos podem elevar significativamente os custos e comprometer a competitividade internacional. Além disso, a dificuldade em recuperar créditos tributários pode tornar o preço dos produtos no exterior menos competitivo.

Para mitigar esses riscos, um planejamento fiscal estruturado, a utilização de incentivos fiscais e a constante atualização sobre mudanças legislativas são essenciais. A conformidade tributária e a eficiência fiscal são diferenciais estratégicos que protegem seus resultados e garantem operações seguras.

Estar amparado por uma equipe que compreende esses desafios pode ser a chave para o sucesso das suas operações.

Os ataques cibernéticos são uma ameaça crescente às empresas, exigindo não apenas soluções tecnológicas, mas também uma ...
06/12/2024

Os ataques cibernéticos são uma ameaça crescente às empresas, exigindo não apenas soluções tecnológicas, mas também uma abordagem jurídica robusta. Vazamentos de dados, por exemplo, podem gerar penalidades severas previstas na LGPD, além de comprometer a reputação da empresa. Nesse contexto, é essencial que o jurídico participe da implementação de contratos com fornecedores de TI e políticas internas de compliance digital, garantindo que responsabilidades estejam bem definidas.

Outro ponto crítico é a preparação para incidentes. Um plano jurídico de resposta a ataques cibernéticos pode mitigar os impactos ao prever ações rápidas, como notificações obrigatórias às autoridades, comunicação com titulares de dados e estratégias de contenção de danos. A falta dessa estrutura pode agravar a responsabilidade da empresa e comprometer sua imagem perante o mercado.

Investir em uma governança digital integrada ao jurídico é mais do que uma medida de proteção: é uma estratégia para garantir a continuidade do negócio e a confiança de clientes e parceiros, além de assegurar conformidade com regulamentações. A segurança da informação, alinhada ao direito empresarial, é indispensável na era digital.

A contratação de serviços de software como serviço (SaaS) é uma estratégia cada vez mais utilizada pelas empresas, mas e...
05/12/2024

A contratação de serviços de software como serviço (SaaS) é uma estratégia cada vez mais utilizada pelas empresas, mas exige atenção a riscos jurídicos específicos que podem comprometer a operação. Entre os principais pontos está o nível de serviço (SLA), que deve definir parâmetros claros de disponibilidade, tempo de resposta e suporte técnico. Contratos sem essas garantias podem resultar em interrupções que impactam diretamente a continuidade do negócio.

Outro aspecto fundamental é a proteção de dados. Com a LGPD em vigor, é indispensável prever cláusulas que garantam a segurança das informações armazenadas, o gerenciamento de eventuais vazamentos e o destino dos dados após o encerramento do contrato. Empresas que lidam com dados sensíveis também devem verificar se o fornecedor está alinhado a regulamentações internacionais, como o GDPR, especialmente em casos de operações globais.

A propriedade intelectual merece atenção especial. É fundamental que o contrato estabeleça claramente quem detém os direitos sobre dados gerados durante o uso do SaaS, customizações realizadas ou integrações desenvolvidas. Falhas nessa definição podem gerar disputas que impactam o uso futuro da solução.

Por fim, a análise minuciosa de contratos de SaaS não é apenas uma precaução jurídica, mas também um passo estratégico para garantir segurança, eficiência e conformidade com as normas vigentes. Contar com um suporte jurídico especializado pode fazer a diferença na mitigação de riscos e na proteção dos interesses da empresa.

Startups, por natureza, operam em ambientes dinâmicos e de alto risco, onde uma estrutura jurídica robusta é crucial par...
04/12/2024

Startups, por natureza, operam em ambientes dinâmicos e de alto risco, onde uma estrutura jurídica robusta é crucial para sustentar o crescimento e evitar passivos legais. Uma governança eficiente em startups envolve a definição de acordos de sócios bem detalhados, incluindo cláusulas de vesting, drag along, tag along e mecanismos de proteção contra diluição, fundamentais para alinhar interesses e atrair investidores.

Outro aspecto relevante é a formalização adequada de contratos com colaboradores e prestadores de serviço, especialmente considerando a alta incidência de modelos de trabalho híbrido e remoto. A falta de regularização pode gerar passivos trabalhistas significativos, comprometendo a saúde financeira da empresa.

No campo tributário, startups precisam estar atentas à escolha do regime fiscal mais adequado, além de garantir o cumprimento de obrigações acessórias específicas, como retenções de impostos em contratos com fornecedores. A ausência de planejamento tributário pode impactar diretamente a rentabilidade e o caixa.

Por fim, a conformidade com marcos regulatórios específicos, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é essencial, já que a coleta e uso de dados são práticas comuns em startups. Estar em conformidade não apenas reduz riscos de multas, mas também fortalece a confiança de clientes e parceiros.

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