Ana Cláudia Boava

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Ana Cláudia Boava Advogada com atuação em divórcio e alimentos

É desesperador ver a data do vencimento das contas chegando e saber que só existe uma pessoa arcando com a criação do se...
03/10/2026

É desesperador ver a data do vencimento das contas chegando e saber que só existe uma pessoa arcando com a criação do seu filho: você.

Muitas mães passam meses, e até anos, aceitando esmolas ou justif**ativas como "esse mês não deu porque estou fazendo bico", acreditando que não há nada a ser feito na Justiça porque o pai não tem registro em carteira.

A verdade é dolorosa: enquanto você reorganiza todo o seu orçamento e abre mão dos seus próprios sonhos para sustentar a criança, o outro lado vive sem a menor preocupação financeira.

Entenda de uma vez por todas: a obrigação de sustentar um filho é de AMBOS os pais. O fato de o pai trabalhar de forma informal, ser autônomo ou não ter renda fixa NÃO o isenta de pagar a pensão.

Você não precisa e não deve carregar essa sobrecarga sozinha.

💬 Você já ouviu a frase "estou desempregado, não tenho como pagar" por aí? Me conta aqui nos comentários como tem sido essa situação para você.

🏷️ Hashtags Estratégicas:

Quando o assunto é divórcio, a intenção de ter uma conversa amigável é louvável. Mas ter essa conversa sem saber exatame...
02/10/2026

Quando o assunto é divórcio, a intenção de ter uma conversa amigável é louvável. Mas ter essa conversa sem saber exatamente onde você está pisando pode custar muito caro.

Antes de sentar para conversar com o seu parceiro sobre divisão de bens, guarda ou saída de casa, você precisa entender o seu panorama legal.

Informação prévia evita:
1️⃣ Acordos precipitados motivados pela pressão do momento;
2️⃣ Abertura de mão de direitos por falta de conhecimento;
3️⃣ Desgastes e conflitos que poderiam ser evitados com a estratégia certa.

A consulta jurídica serve para te dar clareza e estratégia. Em um atendimento 100% sigiloso, humanizado e focado na sua realidade, nós desenhamos os seus passos antes que você precise dar qualquer aviso.

Chegar para uma conversa sabendo os seus direitos não é criar um combate, é garantir a sua segurança e a do seu futuro.

📲 Agende sua consulta técnica e sigilosa. O link direto para o meu WhatsApp está na bio.

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A aliança pode sair do dedo, o endereço pode mudar e a vida a dois chega ao fim. Mas para os filhos, vocês continuam sen...
01/10/2026

A aliança pode sair do dedo, o endereço pode mudar e a vida a dois chega ao fim. Mas para os filhos, vocês continuam sendo as duas maiores referências do mundo deles.

O fim do vínculo conjugal não extingue o vínculo parental. A forma como o divórcio é conduzido hoje vai impactar diretamente a saúde emocional dos seus filhos amanhã.

Guarda compartilhada, regulamentação de convivência e pensão alimentícia não devem ser armas de guerra ou instrumentos de barganha. São ferramentas jurídicas para garantir que a criança continue protegida, acolhida e com sua rotina preservada.

A minha missão como advogada de família não é estimular conflitos, mas construir caminhos e acordos firmes que protejam o futuro do seu filho sem desgastar ainda mais a sua energia.

É possível encerrar um ciclo com maturidade, respeito e proteção jurídica para quem mais importa. ❤️

🤝 Precisa de orientação para organizar a guarda e a pensão dos seus filhos com respeito e segurança jurídica? Clique no link da bio para conversarmos.

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Às vezes, a maior pressão não vem de fora, mas da sua própria cabeça: “Será que estou tomando a decisão certa? “Como vai...
30/09/2026

Às vezes, a maior pressão não vem de fora, mas da sua própria cabeça:
“Será que estou tomando a decisão certa?
“Como vai f**ar minha vida financeira?”
“E se for um erro?”

Deixa eu te contar uma coisa que pouca gente diz: buscar orientação jurídica não é dar início a um processo de divórcio.

A consulta jurídica não é um ponto de não retorno. Ela é, antes de tudo, um espaço seguro, sigiloso e neutro para você colocar as cartas na mesa, tirar dúvidas práticas e entender exatamente quais são seus direitos e deveres em cada cenário.

Você não precisa ter todas as respostas hoje. Mas ter a informação certa na mão evita que você tome decisões baseadas no medo ou no desespero.

Quando você sabe o que te espera, a decisão, seja ela qual for, deixa de ser um tiro no escuro e passa a ser uma escolha consciente.

💡 Você não precisa passar por esse momento de incerteza sozinha.

💬 Qual é a sua maior dúvida ou medo quando pensa em dar esse passo? Escreva aqui nos comentários ou me mande uma mensagem no direct.

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Você pode mudar de cidade. Mas, quando a mudança também altera a residência da criança, é preciso agir com cuidado.Em gu...
25/09/2026

Você pode mudar de cidade. Mas, quando a mudança também altera a residência da criança, é preciso agir com cuidado.

Em guarda compartilhada, a definição da cidade-base de moradia deve observar o melhor interesse do filho. Por isso, uma mudança relevante não deve ser feita unilateralmente quando pode afetar a convivência com o outro genitor.

O caminho mais seguro é:

• conversar e buscar um acordo por escrito;
• organizar como f**arão escola, saúde, viagens, férias, feriados e custos de deslocamento;
• demonstrar os motivos concretos da mudança, como trabalho, moradia e rede de apoio;
• se não houver consenso, pedir ao Judiciário uma definição ou autorização antes da mudança, especialmente quando há urgência.

O objetivo não é “pedir permissão para viver”. É proteger você e seu filho de conflitos futuros e garantir que qualquer decisão respeite a convivência familiar e a realidade de vocês.

A urgência aqui é real. Se a mudança está prestes a acontecer, fale conosco agora mesmo para avaliar o seu caso com estratégia e segurança.

Siga o perfil para se informar, curta se este conteúdo ajudou, comente “MUDANÇA” para mais conteúdos sobre guarda, compartilhe com uma mãe que precisa dessa orientação e salve este post.

Imagine uma mãe que recebe uma boa oportunidade profissional em outra cidade, onde também terá apoio da família, melhore...
24/09/2026

Imagine uma mãe que recebe uma boa oportunidade profissional em outra cidade, onde também terá apoio da família, melhores condições de moradia e mais segurança para criar o filho.

Ela deve abrir mão disso porque o pai não quer que a criança mude?

Ou o pai deve aceitar uma mudança que pode reduzir a convivência presencial com o filho? Não há resposta automática.

Vamos mexer em um tema que gera discussões acaloradas nos comentários: Até onde vai o direito de recomeçar a vida em outra cidade quando se tem filhos em comum?

⚠️ Aqui está a polêmica: Por um lado, defensores da mudança argumentam que o adulto tem total liberdade de ir e vir, arrumar um emprego melhor em outra cidade ou buscar um novo recomeço, e que a criança deve ir junto para manter o núcleo familiar estável.

Por outro lado, o impacto dessa decisão na vida de quem f**a é devastador. Mudar a criança de cidade signif**a arrancar o filho da escola, dos amigos, da rotina e, principalmente, destruir a convivência regular com o outro genitor.

Muitas vezes, a mudança é usada disfarçadamente como uma arma para dificultar as visitas, punir o ex ou afastar a criança de quem sempre esteve presente no dia a dia.

Na guarda compartilhada, decisões importantes sobre a vida da criança precisam ser construídas com responsabilidade. Mas isso não signif**a que a mãe tenha de paralisar a própria vida, nem que a convivência paterna possa ser ignorada.

O centro da decisão deve ser a criança: escola, saúde, estabilidade, rede de apoio, vínculo com ambos os pais e uma convivência possível e bem organizada.

Afinal, a liberdade de um dos pais para recomeçar em outra cidade deve se sobrepor ao direito da criança de conviver de perto com ambos?

🤔 Qual é a sua opinião? É direito de mudança ou uma forma velada de afastamento? Deixe seu comentário.

🤔 Agora quero saber: uma oportunidade real de melhorar a vida da família justif**a a mudança de cidade?

Comente “SIM” ou “DEPENDE” e diga por quê. Curta para ampliar a conversa, compartilhe com quem vive essa realidade, salve este post e siga o perfil para conteúdos práticos sobre guarda e convivência.

Mas, para muitas mães, uma oportunidade vem acompanhada de uma angústia: “Se eu me mudar, posso levar meu filho comigo?”...
23/09/2026

Mas, para muitas mães, uma oportunidade vem acompanhada de uma angústia: “Se eu me mudar, posso levar meu filho comigo?”

A maternidade não deveria exigir que uma mulher abandone seus projetos, sua segurança ou sua possibilidade de viver melhor.

Ao mesmo tempo, a mudança pode alterar a escola, a rotina, os vínculos da criança e a convivência com o pai. Por isso, não é uma decisão simples — nem deve ser tomada no impulso.

A pergunta não é apenas “quem tem mais direito?”. A Justiça busca entender: qual cidade, qual rotina e qual solução realmente protegem o melhor interesse da criança?

Você já adiou um sonho por medo de uma discussão sobre guarda?

Curta se essa dúvida também atravessa a vida de muitas mulheres, comente “RECOMEÇO” para receber mais conteúdos sobre o tema, compartilhe com uma mãe que precisa saber disso, salve este post e siga o perfil para conhecer seus direitos.

Se você está pensando em se separar ou já atravessa um divórcio e quer garantir que o seu patrimônio, o teto da sua famí...
22/09/2026

Se você está pensando em se separar ou já atravessa um divórcio e quer garantir que o seu patrimônio, o teto da sua família e os seus direitos futuros não fiquem pelo caminho, a solução é clara: informação jurídica estratégica e inventário rigoroso.

Muitos bens são ocultados, transferidos para terceiros de última hora ou subestimados pelo outro lado.

Para blindar a sua partilha de forma segura, o caminho envolve:

Mapeamento Completo de Bens: Levantamento de imóveis, veículos, contas bancárias, investimentos, empresas e até mesmo direitos de créditos e ações judiciais em andamento (como verbas trabalhistas do período).

Definição Correta da Data da Separação de Fato: O marco temporal que define exatamente o que entra e o que f**a de fora da partilha de bens.

Medidas de Urgência (Bloqueio de Bens): Se houver risco de o ex-cônjuge esvaziar contas ou vender patrimônios escondido, o Judiciário pode agir preventivamente para resguardar a sua meação.Você não construiu sua vida para sair no prejuízo por falta de orientação técnica.

A verdade liberta e protege.

Quer proteger o que é seu e garantir uma partilha justa? Clique no link da bio e fale direto com nossa equipe de forma sigilosa. Curta, comente, compartilhe e salve este post.

Na hora do divórcio, muita gente lembra do imóvel, do veículo e da conta bancária.Mas existem direitos que também merece...
21/09/2026

Na hora do divórcio, muita gente lembra do imóvel, do veículo e da conta bancária.

Mas existem direitos que também merecem atenção.

Em determinadas situações, verbas trabalhistas, FGTS, diferenças salariais e até créditos recebidos depois da separação podem entrar na discussão da partilha.

O ponto decisivo costuma ser: quando esse direito foi adquirido?

Vamos mexer em um vespeiro jurídico que gera discussões acaloradas entre casais e advogados: A partilha de direitos trabalhistas (inclusive ações ainda tramitando na Justiça do Trabalho) quando o casal se separa de fato. ️

⚠️ Aqui está a polêmica: Pense na seguinte situação: o marido trabalhou durante 5 anos de casamento e foi demitido, ou ganhou uma ação trabalhista milionária anos depois de a separação de fato já ter acontecido, mas referente a direitos daquele período em que estavam juntos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já pacificou o entendimento de que essas verbas se comunicam e devem ser partilhadas, sim, proporcionalmente ao período em que durou o casamento.

Mas o debate divide opiniões:
Quem defende a partilha: Afirma que o desgaste daquela labuta afetou a família inteira e que o direito nasceu na constância da união.
Quem critica a regra: Argumenta que o sofrimento físico ou o direito personalíssimo do trabalhador não deveria beneficiar alguém de quem ele já se distanciou.
# Nos regimes de comunhão, quando o fato gerador do crédito ocorreu durante o casamento ou união estável, até a separação de fato, pode haver direito à partilha, ainda que o dinheiro só seja recebido depois.

Por outro lado, se o direito nasceu após a separação de fato, a regra pode ser diferente.

Essa análise exige documentos, datas e estratégia: contrato de trabalho, extratos de FGTS, ação trabalhista, holerites, acordo ou sentença, além da prova da data em que o casal efetivamente se separou.

Quer proteger o que é seu? Não assine ou concorde com uma partilha sem entender todo o patrimônio e os direitos envolvidos.

Afinal, é justo dividir um dinheiro de uma ação trabalhista que só entrou na conta longos anos após o fim do relacionamento.

Qual é a sua opinião? O ex-cônjuge tem direito ou isso é um absurdo financeiro? Deixe seu comentário.

Siga o perfil para se informar, curta se essa informação foi nova para você, comente “PATRIMÔNIO” para mais conteúdos sobre partilha, compartilhe com quem está se divorciando e salve este post para lembrar antes de fechar qualquer acordo.

Durante o casamento, é muito comum ouvir frases como: "Isso aqui fui eu que comprei com o meu dinheiro" ou "O meu nome e...
20/09/2026

Durante o casamento, é muito comum ouvir frases como: "Isso aqui fui eu que comprei com o meu dinheiro" ou "O meu nome está no financiamento, então você não leva nada."

Para muitas mulheres, o divórcio não vem acompanhado apenas do luto do fim de um ciclo, mas de um pânico silencioso: o medo de sair de mãos abrenas após anos dedicados à construção de um lar, de uma vida e do patrimônio da família.

A casa está no nome de uma pessoa.
O carro está no nome da outra.
A empresa, a conta, os investimentos… tudo parece ter um dono.

Mas, no divórcio, a pergunta mais importante nem sempre é: “Em nome de quem está?”

Muitas vezes, a pergunta é: “Quando esse patrimônio foi construído e qual era o regime de bens do casal?

Existe uma ilusão cruel de que o que está no nome de um só pertence a ele. Na comunhão parcial de bens, o esforço comum é presumido pela lei. O trabalho invisível dentro de casa, o suporte emocional e a parceria diária também constroem impérios, mesmo que o extrato bancário esteja apenas em um nome.

Isso existe para reconhecer algo que muitos ignoram: patrimônio não se constrói apenas com quem assinou o contrato. Também se constrói com trabalho, apoio, cuidado, renúncias e vida em comum.

Sair de uma relação não deve signif**ar sair sem enxergar o que foi construído a dois.
Você não precisa aceitar sair de cabeça baixa ou abrir mão do que construiu com o seu suor e dedicação.

👇 Você já ouviu ou teme ouvir que não tem direito a nada na separação? Deixe seu relato nos comentários ou envie para aquela amiga que precisa resgatar a confiança dela.

Quer proteger o que é seu? Curta este post, comente “PARTILHA” para receber mais conteúdos sobre o tema, compartilhe com quem precisa dessa informação, salve para consultar e siga o perfil para conhecer seus direitos.

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Joinville, SC

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