20/05/2026
Os dados são do Conselho Nacional de Justiça, e o recado é claro: a judicialização da saúde não é uma tendência. É uma realidade em aceleração.
Clínicas e hospitais que ainda não estruturaram sua gestão jurídica preventiva estão operando com risco crescente, de processos, de custos e de reputação.
Consentimento informado documentado, protocolos claros de atendimento, contratos bem estruturados com colaboradores: esses não são detalhes burocráticos. São a linha de defesa de uma operação preparada.
Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ) / Revista Oeste, fevereiro de 2026.