30/09/2026
Doença ocupacional não acontece apenas em fábricas.
Ela também pode surgir em consultórios, hospitais, escritórios e grandes empresas — muitas vezes escondida atrás daquela dor que o profissional aprendeu a considerar “normal”.
Horas em posições forçadas, movimentos repetitivos, braços elevados, sobrecarga da coluna, jornadas extensas, cobrança excessiva e pressão constante podem contribuir para o surgimento ou agravamento de doenças físicas e transtornos mentais.
E o trabalho não precisa ser a única causa. Se ele contribuiu para o adoecimento ou agravou uma condição já existente, pode haver com causa.
Para o empregado celetista, reconhecer essa relação pode repercutir no tipo de benefício previdenciário, nos depósitos de FGTS durante o afastamento, na estabilidade após o retorno e até na responsabilidade da empresa — conforme as provas de cada caso.
Dor e adoecimento não devem ser tratados como parte normal da profissão.
Compartilhe com um empregado que ainda acredita que doença ocupacional só acontece em fábrica. E salve este conteúdo para consultar depois.
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