21/09/2023
Nosso escritório virou notícia no Valor Econômico ao conquistar um importante precedente na Justiça.
Recentemente, fomos acionados por uma vítima do que ficou conhecido como “golpe do amor”, em que usuários de aplicativos de namoro, atraídos para encontros, são sequestrados, roubamos e extorquidos.
Foi o que aconteceu com um de nossos clientes, que, na expectativa de um date, caiu no golpe, passou uma noite em cativeiro e, além de ter sua conta esvaziada, percebeu a contratação de diversas modalidades de crédito, contabilizando uma grande dívida frente a sua instituição financeira.
Durante a exclusiva ao Valor Econômico, nosso sócio, Adriano Migli de Faria Rosa, explicou que conseguimos a reparação dos danos, inclusive morais, causados pela ação criminosa. Isto porque comprovamos a responsabilidade do banco por falhas de segurança e falta de análise sobre as movimentações atípicas, incoerentes com o perfil do cliente.
"A imperícia do banco está em permitir o aumento do prejuízo quando se espera por segurança e que a instituição detecte a atipicidade de operações”, afirmou Adriano ao veículo.