07/07/2025
Auxílio-doença: o que garante o sucesso do pedido não é só o laudo, é a estratégia jurídica
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O auxílio-acidente é um benefício indenizatório pago pelo INSS ao segurado que, após sofrer um acidente de qualquer natureza (inclusive não relacionado ao trabalho), fique com sequelas permanentes que reduzam sua capacidade para o trabalho habitual, mesmo que não o tornem totalmente incapaz.
A maioria dos indeferimentos de auxílio-doença começa do mesmo jeito: o segurado apresenta um atestado qualquer, entra no sistema sozinho, responde algumas perguntas de forma equivocada e... o INSS nega.
Muitas vezes o problema não é a falta da doença, mas a ausência de um laudo médico bem instruído e de uma defesa técnica adequada feita por profissional habilitado.
Esse benefício é devido após a consolidação das lesões e não exige afastamento atual do trabalho, sendo acumulável com salário e pago até eventual aposentadoria.
Está previsto no art. 86 da Lei nº 8.213/91 e corresponde a 50% do salário de benefício. É fundamental comprovar:
A existência de um acidente,
A redução da capacidade laboral, e a conexão entre as sequelas e a atividade profissional.
Um bom laudo médico é essencial, mas não basta
É comum o segurado acreditar que basta apresentar um atestado ou laudo para “ganhar” o benefício. Mas o que ele não sabe é que o INSS e o Judiciário analisam critérios muito técnicos: tempo estimado de afastamento, impacto funcional, relação entre doença e atividade exercida, evolução clínica e mais.
Sem a orientação correta, o laudo pode parecer até bom — mas não responde o que o juiz precisa saber. Isso compromete todo o processo.
Não é só saber do direito. É saber o momento de agir
Advogados previdenciaristas sérios sabem que a análise do caso começa antes da entrada do pedido. Saber quando protocolar, como orientar o médico, quais documentos anexar, como se portar na perícia e, principalmente, como impugnar um laudo pericial mal feito, é o que muda o rumo do processo.
Além disso, um laudo judicial pode ser tecnicamente rebatido. Há muitas perícias frágeis, superficiais, padronizadas — e que passam batido quando o segurado está desacompanhado. O advogado previdenciário conhece o caminho da prova pericial, do contraditório, da reavaliação e das fundamentações que o juiz espera.
Cada caso é um caso. Cada segurado é único. E cada processo tem suas próprias estratégias.
Por isso, conte com um advogado previdenciário de confiança. O conhecimento técnico e a experiência prática fazem toda a diferença entre o indeferimento e a concessão justa do seu benefício.