22/11/2025
De volta pra casa a algum tempo, mas aí vão as cenas do dia 2 em Paris.
Era pra gente estar em Versailles às 9h.
Hora que a gente abriu o olho: 9h.
Palácio a uma hora do hotel, ingresso comprado… sem chance de rolar.
Em vez de desespero, veio aquele pensamento sincero:
“cara, a gente precisava dormir”. E precisava mesmo.
Levantamos com calma, nos arrumamos e mudamos o plano no improviso.
Adriana queria conhecer o restaurante do Gabriel (que não estava no roteiro), então fomos atrás disso.
Saiu um dos melhores croissants da viagem e um sanduíche sem nome que até hoje eu lembro mais do gosto do que do lugar no mapa.
Como o Panteão f**ava ali perto, já encaixamos no roteiro. Andamos, olhamos tudo, aquele clima de cidade antiga gigante, e nós dois ali, meio cansados, meio perdidos, mas curtindo.
Depois partimos pro Trocadéro. A ideia era “ver a Torre Eiffel”.
Na prática, a gente ficou parado um tempo só encarando aquilo.
Por muitos anos era só foto de livro, filme, tela de computador. De repente estava ali, do nosso tamanho pra cima.
A tarde inteira girou em torno da torre, do jardim e do Sena.
A gente andou, sentou, ficou quieto, ficou rindo, tirou foto boa, foto ruim… tudo junto.
No fim do dia, embarcamos num cruzeiro no Sena, saindo dali mesmo.
Cidade passando na nossa frente, luz mudando, fim de tarde daquele jeito que dá vontade de f**ar só observando.
Pra fechar, restaurante parisiense e a tal da sopa de cebola.
Eu jurava que não ia gostar, mas era muito boa.
Enquanto isso, um gato atravessava o salão como se fosse o proprietário do lugar e se pá que era mesmo.
Era pra ser o dia de Versailles. Acabou virando o dia em que a gente dormiu mais do que devia, perdeu o horário, e ainda assim ganhou um dos dias mais legais da viagem.