26/09/2020
Refletindo sobre os inúmeros reclamos feito por professores na rede social, resolvi escrever o que penso sobre o assunto.
Fato é que se percebe a cada dia que a população de meia idade e a mais idosa estão preocupadas com a educação, pois percebem que da época de seus estudos, onde a estrutura física já não era boa piorou em muito, pois a crise atual, além de padecer de estrutura física, padece de conteúdo, visto esta norteada com fins ideológico que tirou do foco principal o ensino do aluno, isto resultou em suas aprovações sem sequer pautar pelo aprendizado. Triste é ver professores apenas questionarem seus direitos individuais, sem qualquer preocupação com a qualidade do ensino ministrado. Cara do norte esquerdista implantado nos últimos anos que, pregou muito defender o coletivo, mais o que se viu foi desviar-se nos meandros da corrupção para os interesses de alguns. Triste é saber que até se conseguir alterar está situação, teremos formado uma geração de analfabetos funcionais. Tristeza maior é observar a situação do ensino neste ano de 2020 e como será tratado a grade curricular que foi deixada de lecionar no próximo ano. Fato é que a preocupação com o ensino sério passa ao largo.
Assim, para a classe de professores ganhar o apoio da sociedade com certeza terá que mudar o entendimento esquerdista implantado nas universidades que em muito esqueceu dos princípios da família e buscam apenas implantar suas questões ideológicas não medindo as consequências. A população está claramente avistando este descaso. Todos querem a valorização do professor, no entanto, o caminho da qualidade no ensino tem que caminhar em conjunto, ou seja, os direitos existem e devem ser respeitados, de outro lado o dever de educar trata do fim principal, sem estes, aqueles jamais ganharão o respeito tão almejados da classe.