Carlos Eduardo do Carmo Junior

Carlos Eduardo do Carmo Junior Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Carlos Eduardo do Carmo Junior, Advogado/a especializado/a em Divórcios e Direito de Família, Avenida Salgado Filho, 252, Sala 2008, Centro, Guarulhos.

Dividir ao meio parece justo, e nem sempre é. Quando um dos cônjuges f**a com o bem que gera renda e o outro f**a com o ...
22/08/2026

Dividir ao meio parece justo, e nem sempre é. Quando um dos cônjuges f**a com o bem que gera renda e o outro f**a com o bem que gera custo, a divisão é igual no papel e desigual já no primeiro dia depois da assinatura do acordo.

O mesmo vale para a informação. Quando um dos dois conhece a composição patrimonial inteira e o outro conhece apenas a parte que lhe foi mostrada, a negociação acontece entre partes que nunca estiveram em posição igual, por mais cordial que seja a conversa.

A igualdade formal entre homens e mulheres existe desde 1988, e a desigualdade concreta nas relações familiares continua existindo até hoje. Ler o caso com perspectiva de gênero é reconhecer essa distância e trabalhar tecnicamente para corrigi-la.

Salve para reler antes de assinar qualquer acordo com seu ex-marido.

21/08/2026

Uma das falas mais repetidas na primeira consulta é a de que existe com quem conversar sobre o que se está sentindo, mas não existe com quem conversar sobre o que se está prestes a assinar.

Rede emocional a maior parte das mulheres tem, muitas delas com terapeuta há anos. O que costuma faltar é a segunda opinião técnica sobre uma decisão que vai organizar os próximos quinze anos da vida delas e da vida dos filhos.

É essa lacuna que nosso diagnóstico preenche. Se quiser saber como isso funciona na prática, clica no link da bio.

A igualdade está na lei e a desigualdade está na vida. Quando um divórcio com patrimônio relevante é tratado como proces...
20/08/2026

A igualdade está na lei e a desigualdade está na vida. Quando um divórcio com patrimônio relevante é tratado como processo isolado, o que sobra são três frentes sem regra escrita, e quem sustenta a ausência de regra costuma ser sempre a mesma pessoa: você.

No escritório, o caso é diagnosticado inteiro na primeira consulta. As frentes são identif**adas, o plano é construído com escopo e prazo, e os custos relevantes do processo, incluindo perícias e assistentes técnicos, são mapeados com antecedência para que a decisão seja tomada sem surpresa.

Não prometemos resultado, porque o Direito não permite prometer. Prometemos método, condução técnica e informação completa sobre o que está em jogo.
Se quiser entender melhor como isso funciona na prática, chame a gente no direct e faça sua pergunta.

Você aprova orçamento no trabalho, decide investimento de empresa, e chega em casa sem saber o rendimento da reserva de ...
15/08/2026

Você aprova orçamento no trabalho, decide investimento de empresa, e chega em casa sem saber o rendimento da reserva de vocês.

Você sabe o valor do seu salário, o do seu plano de saúde, o da escola dos filhos. Não sabe quanto rende a previdência privada que ele contratou no nome dele.
Não sabe o valor real da participação societária que cresceu durante esses anos. Não sabe o que existe em aplicação, em conta, em bem que você nunca viu documento.

A verdade é que essa distância nunca foi descuido seu, foi o arranjo que os dois acharam prático e que só um dos dois manteve atualizado.
Ninguém negocia bem o que não conhece, e patrimônio não é exceção.
Se você conhece uma mulher que está prestes a assinar sem saber o que existe, compartilhe esse post com ela.
.
.
.
.
Palavras-chave: mapeamento patrimonial no casamento, patrimônio do casal, o que existe para partilhar, previdência privada em nome do marido, participação societária durante o casamento, assimetria de informação no divórcio, partilha de bens, divórcio de alto patrimônio, mulher que não conhece o próprio patrimônio, acordo de divórcio, proteção patrimonial da mulher, autonomia financeira da mulher, advogado para mulheres, direito das famílias com perspectiva de gênero, direito da mulher

14/08/2026

Existe uma frase que quase toda mãe já ouviu de alguém da própria família, e ela sempre vem com ar de bom senso: "ele é o pai, jamais faria mal ao próprio filho". A frase parece razoável, e é exatamente essa aparência de razoabilidade que faz ela atravessar conversas de família, audiências e relatórios psicossociais sem que ninguém pare para perguntar o que está sendo feito com aquela criança.

O que quase nunca se diz é que existe uma forma de violência que não precisa mais encostar na mulher, porque encontrou um caminho mais curto e passou a usar o filho para chegar nela. A diferença entre chamar isso de conflito de guarda ou de violência contra a mulher parece semântica e não é. Ela decide o que vai ser investigado, o que precisa ser provado, e o que o juízo autoriza dentro da convivência enquanto o processo caminha.

Nesse vídeo eu falo do tipo de violência que mais atinge as clientes que atendo no escritório, por que ela parece recente mesmo sendo discutida há muitos anos por quem trabalha com perspectiva de gênero, e por que ela derruba mulheres que aguentaram humilhação, controle do dinheiro e ameaça sem sair do lugar.

Também falo do mecanismo que faz isso funcionar tão bem, quando a cobrança de ser mãe, e de ser a melhor mãe possível, transforma o filho no único ponto em que ela não consegue se defender. Isso tem nome, entrou na Lei Maria da Penha e se chama violência vicária.

Se você percebeu que ele mudou o alvo, e que agora as decisões sobre escola, rotina e final de semana viraram terreno de disputa, assiste até o final antes de aceitar qualquer proposta de convivência.

Atuo há 17 anos em Direito das Famílias com perspectiva de gênero, exclusivamente para mulheres, em casos de violência doméstica, guarda e regulamentação de convivência. Se tiver dúvidas sobre o seu caso, o caminho é o link da bio.

Hoje o feed vai estar cheio de homenagem, e eu resolvi usar o meu espaço para dizer outra coisa.Em quase duas décadas de...
11/08/2026

Hoje o feed vai estar cheio de homenagem, e eu resolvi usar o meu espaço para dizer outra coisa.

Em quase duas décadas de Direito das Famílias, aprendi que existe uma parte dessa profissão que nunca entra no post de 11 de agosto. É a parte em que o advogado responde mensagem no quarto do hospital, adia férias pela terceira vez, dorme com o celular ligado e chega na audiência tendo dormido quatro horas. Essa parte não vira homenagem, vira anedota de bastidor, contada entre colegas como se fosse prova de dedicação.

Só que ela não prova nada, porque advogado exausto lê pior, escuta pior e decide pior, e quem sente o efeito disso é a cliente que confiou o próprio patrimônio e a própria família a alguém que já não tem condição de pensar direito.

Escrevi este carrossel com aquilo que sei que nenhuma advogado quer mais, e escrevi sabendo que alguns pontos vão incomodar. Não escrevi para reclamar da profissão que eu escolhi e que eu amo exercer, escrevi porque a relação entre advogado e cliente funciona muito melhor quando as regras são claras.

Tem um slide que eu quase não publiquei, porque ele toca em algo que virou rotina nos últimos dois anos e que quase ninguém na advocacia teve coragem de nomear ainda. Arraste até o fim e você vai saber qual é.

E se você trabalha em qualquer profissão onde disponibilidade virou sinônimo de competência, você vai reconhecer mais de um deles.
.
.
.
.
Palavras-chave: dia do advogado, dia da advocacia, advocacia humanizada, saúde mental na advocacia, burnout na advocacia, relação advogado e cliente, limites profissionais na advocacia, advogado de família, direito das famílias, advogado para mulheres, direito das famílias com perspectiva de gênero, direito da mulher, advocacia com perspectiva de gênero, divórcio de alta complexidade, confiança no advogado, inteligência artificial e direito, valorização da advocacia

10/08/2026

Existe uma frase que quase toda mãe que denuncia já ouviu, e ela sempre vem com ar de advertência técnica: cuidado, isso pode ser configurado como alienação parental. A frase soa neutra, e é exatamente essa aparência de neutralidade que faz ela atravessar conversas de família, audiências e relatórios psicossociais sem que ninguém pare para perguntar de onde ela veio.

O que quase nunca se diz é quem inventou essa teoria, em que década, e que tipo de homem esse autor defendia nos tribunais quando a formulou. A diferença entre teoria e diagnóstico parece semântica e não é. Ela decide se o relato da criança vai ser investigado ou descartado, o que se prova, e o que o juízo autoriza dentro da convivência enquanto a apuração corre.

Nesse vídeo eu explico a origem da alienação parental, por que ela nunca entrou em nenhum catálogo de doenças mentais, e como uma construção sem validação científ**a alguma virou o argumento mais eficiente contra mães que protegem filhas de violência sexual dentro da própria casa.

Também falo do mecanismo que transforma essa lei em violência vicária, quando atingir a criança passa a ser o caminho mais curto para atingir a mãe.

Se você denunciou e ouviu que isso pode se voltar contra você no processo, assiste até o final antes de decidir qualquer coisa sobre a convivência.

Atuo há 17 anos em Direito das Famílias com perspectiva de gênero, exclusivamente para mulheres, em casos de violência doméstica, guarda e regulamentação de convivência. Se tiver dúvidas sobre o seu caso, o caminho é o link da bio.

07/08/2026

Você fez a conta antes de pedir. Somou escola, plano de saúde, terapia, uniforme, material, e ainda tirou um pouco do valor para não parecer exagero. Ele olhou a mensagem, demorou dois dias e respondeu perguntando por que você precisa de tanto dinheiro.

Agora o processo começou e a discussão deixou de ser sobre o filho de vocês. Virou uma investigação sobre você, sobre o que você gasta, sobre o carro que dirige e sobre a roupa que usou na audiência. A verdade é que existem duas mães dentro de qualquer processo de alimentos, e o sistema de justiça trata as duas como se estivesse sendo justo com ambas.

Tem a que aceita o valor que ele ofereceu para evitar briga. Essa é chamada de razoável, de madura, de quem pensa no bem da criança, e ninguém avisa que a conta desse acordo vence sozinha nos dez anos seguintes, sempre no cartão dela. E tem a que pede o valor real da rotina que sustenta. Essa carrega o rótulo de interesseira desde a primeira audiência, precisa comprovar cada centavo com nota fiscal, enquanto ele apenas declara que passa por dificuldade e é acreditado.

Não fosse isso, o cuidado diário que você exerce sozinha já entraria na conta sem que ninguém precisasse pedir. O Código Civil manda que os dois contribuam na proporção dos seus recursos, e o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça obriga o juiz a enxergar essa desigualdade antes de fixar qualquer valor.

Por isso, documente. Planilha de despesas fixas e extraordinárias, comprovantes dos últimos doze meses, registro da rotina de cuidado, sinais de padrão de vida dele que não batem com a renda declarada.

Assista até o fim, salve e envie para a mãe que está aceitando menos do que precisa por medo de parecer interesseira. Quando quiser transformar essa rotina em prova organizada, o link da bio é a porta de entrada.

06/08/2026

Você organizou tudo sozinha: escola, médico, aniversário, madrugada de febre. Ele apareceu no domingo, postou a foto e sumiu pelos outros vinte e oito dias.

Agora se discute indenizar o abandono afetivo. E ele descobriu que aparecer de vez em quando sai bem mais barato do que responder por isso. A verdade é que existem dois tipos de genitor ausente, e o sistema insiste em tratar os dois exatamente do mesmo jeito.

Tem o folgado, que é carinhoso quando está presente, mas terceiriza a criação inteira. Esse pode e deve ser cobrado, porque a convivência dele não machuca a criança. E tem o 4gr3$$0r, que construiu um ambiente de medo dentro de casa. Obrigar essa criança a conviver para que ele fuja de uma condenação não protege ninguém.

O art. 4º, I, alínea c, da Lei 13.431/2017 é direto: expor criança a crime violento contra alguém da família é v10l3nc14 psicológica contra ela. O STJ já assentou que essa exposição precisa nortear qualquer decisão sobre convivência. E o art. 227 da Constituição manda colocar a criança a salvo de toda forma de v10l3nc14.

Por isso, documente. Registro dos episódios, medida protetiva, relatório escolar, laudo de impacto emocional. Convivência gradativa e assistida se conquista com prova organizada, não com discurso. Salve este conteúdo e envie para quem está sendo pressionada a normalizar essa convivência. Se você precisa transformar esse histórico em estratégia, o link da bio é a porta de entrada.

05/08/2026

Existe uma frase que quase toda mulher já ouviu de alguém da família, e ela sempre vem com ar de conclusão justa: ele não era um bom marido, mas era um bom pai. A frase soa generosa, e é exatamente essa aparência de justiça que faz ela atravessar conversas de família, audiências e relatórios sem que ninguém pare para questionar de onde ela veio.

O que quase nunca se diz é o que acontece com a criança que passou anos dentro daquela casa ouvindo tudo, e por que o processo costuma tratar essa criança como se ela tivesse sido apenas espectadora de um problema entre adultos. A distinção parece semântica e não é. Ela decide se a criança entra no processo como vítima ou como detalhe de contexto, e isso muda o que se pede, o que se prova e o que o juízo autoriza na convivência.

Nesse reels eu respondo direto à frase, mostro o que a criança vive mesmo quando o genitor nunca encostou nela, e nomeio o mecanismo que faz o sistema separar a violência contra a mãe da violência contra o filho como se fossem duas histórias diferentes.

Também falo da crença que segura muitas mulheres dentro de casa por muito mais tempo do que deveriam f**ar, a de que manter a família reunida é sempre melhor para a criança, e do único critério que realmente protege quando essa conta é feita.

Se você está avaliando se sai agora ou se aguenta mais um pouco por causa dos filhos, ou se já está discutindo convivência e ouviu essa frase de alguém próximo, assiste até o final antes de decidir qualquer coisa.

Atuo há 17 anos em Direito das Famílias com perspectiva de gênero, exclusivamente para mulheres, em casos de violência doméstica, guarda e regulamentação de convivência. Se tiver dúvidas sobre o seu caso, o caminho é o link da bio.

Endereço

Avenida Salgado Filho, 252, Sala 2008, Centro
Guarulhos, SP
07115000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 17:00
Terça-feira 10:00 - 17:00
Quarta-feira 10:00 - 17:00
Quinta-feira 10:00 - 17:00
Sexta-feira 10:00 - 17:00

Telefone

+5511913734981

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Carlos Eduardo do Carmo Junior posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Carlos Eduardo do Carmo Junior:

Atalhos

Compartilhar