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É hoje Link na Bio
10/11/2020

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Dando preferência a autoras negras.
14/09/2020

Dando preferência a autoras negras.







Vamos falar dos 14 anos da lei Maria da Penha? Não percam a live no Instagram de  que disponibilizou o espaço para nós, ...
07/08/2020

Vamos falar dos 14 anos da lei Maria da Penha? Não percam a live no Instagram de que disponibilizou o espaço para nós, mulheres.



Preciso que os amigos compareçam para que o evento seja um grande sucesso. Não será difícil tendo o  Repost  with ・・・❌UR...
03/03/2020

Preciso que os amigos compareçam para que o evento seja um grande sucesso. Não será difícil tendo o
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❌URGENTE❌

Venham ajudar as famílias vítimas da grande quantidade de chuva no Rio de Janeiro.

Ajude e aprenda técnicas de maquiagem com o profissional Luan, colaborador e ativista da Comissão de Direitos Humanos da 29ª OAB/RJ.

A inscrição serão 2 kgs de alimentos não perecíveis, contudo se quiser ajudar com mais fique à vontade. . ❗NÃO PERCAM❗
Essas pessoas precisam de celeridade, atenção e carinho.
Caso não queiram participar do workshop, a OAB estará arrecadando alimentos, então não deixem de doar! .




Noite especial de confraternização e homenagens na
21/12/2019

Noite especial de confraternização e homenagens na

“Ninguém nasce odiando uma pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas...
10/12/2019

“Ninguém nasce odiando uma pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar podem ser ensinadas a amar.”
Nelson Mandela
Se a humanidade fosse capaz de amar e ensinar o amor como sugere Mandela, os Direitos Humanos estariam garantidos.



30/11/2019

Você lembra da mulher que você era antes de você ter filhos? Que sonhos você tinha? Ou não tinha? Você era mais feliz, mais triste, mais alegre? Do que você tem saudade?
E sua mãe? Como será que ela era, quando era uma mulher e não uma mãe? Que vida ela sonhava? Que sonhos tinha? Será que ela teve a vida que planejou? Pelo que ela passou para chegar até aqui? Será que pelo mesmo que você passa?
Nós lutamos e militamos por reconhecimento e apoio. Mas tudo passa pela humanização da figura materna. Por enxergar que a maternidade é uma função social. Não é sacerdócio. Não é sacro ofício. E que muitas vezes não vai ser sequer um ato de amor. Porque crianças não devem apenas ser amadas desesperadamente por suas mães. Elas tem que ser amadas e respeitas e protegidas e cuidadas pela comunidade. O pai. Os parentes. Os vizinhos. O aparato estatal. .
Quem cuida dessas crianças quando a mãe falha? Porque ela vai falhar. Elas são programadas para falhar porque são ensinadas a educar individuos para reproduzir o sistema patriarcal. E não há como haver amor suficiente em uma educação que é de origem cruel, violenta e castradora.
Crescemos e todos pagamos o preço. Adultos quebrados que somos lotando o consultório do terapeuta. A culpa e da mãe sim. E sempre será. A mãe precisa ser demitida. Ter suas funções reavaliadas. Crianças não deveriam ser entregues para o abate emocional dessa maneira. E isso vale para todos nós. Para a mãe que tivemos. Para a mãe que somos. Porque isso é ser mãe sob patriarcado. Ser capataz da dominação de mulheres.
Podemos e vamos em outra direção. Por um caminho mais leve, humano e justo. Mas é árduo esse caminhar. E nem sempre vamos concordar, faz parte. Mas vamos juntas.
A revolução será materna. Ou não será.

É amanhã l!!!!! .maismulheres
29/11/2019

É amanhã l!!!!! .maismulheres

   with ・・・Quem acompanhou a história da tenista Serena Williams sabe que ela quase morreu devido a uma embolia pulmonar...
20/11/2019

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Quem acompanhou a história da tenista Serena Williams sabe que ela quase morreu devido a uma embolia pulmonar. Após se recuperar, ela revelou que demorou a ser atendida pela equipe quando acusou que não conseguia respirar. Nos Estados Unidos, mulheres negras têm três vezes mais chances de morrerem devido ao parto. No Brasil, 60% das vítimas de mortalidade materna são negras (pretas e pardas) e 34% são brancas, segundo o Ministério da Saúde. Os números refletem o óbito durante a gravidez, o parto e o ab**to. Serena só não veio à óbito porque a equipe agiu e conseguiu reverter o quadro com 3 cirurgias necessárias. Contudo, essa não é a realidade da maioria das mulheres. No Brasil, 92% das mortes maternas são evitáveis. Se 60% das mortes são de negras, muitas estão morrendo por negligência e preconceito. Vivemos em um sistema de atendimento obstétrico ra***ta e preconceituoso, que rotula e diferencia as mulheres que vão ou não ter atendimento. O Brasil foi condenado internacionalmente no caso da Alyne Pimentel: jovem negra e pobre do Rio de Janeiro, não conseguiu atendimento adequado após uma perda gestacional e foi deixada sangrando por 3 dias no corredor até a sua morte. A partir de então, o país se comprometeu a melhorar as políticas públicas e leis acerca da assistência ao parto. Infelizmente, o preconceito e o racismo tão presentes somente serão modificados quando todos entenderem que a cor não diferencia ninguém e que TODAS somos sujeitos de direitos no momento do parto. Ademais, precisamos falar sobre racismo e combatê-lo.

Endereço

Guarapari, ES
23050-260

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