18/03/2025
Hoje, na aula da minha pós-graduação, fui levado a refletir sobre algo que impacta cada vez mais pessoas: a cultura da produtividade e o esgotamento que ela causa. Vivemos em um mundo que nos empurra para o excesso. Produza mais, trabalhe mais, esteja sempre presente, seja visto. Parece que desacelerar virou sinônimo de fracasso.
Mas até quando esse ritmo é sustentável? O burnout não acontece apenas no trabalho. Ele se disfarça na necessidade constante de estar conectado, de postar, de provar que estamos sempre fazendo algo relevante. A exaustão não vem só da carga de trabalho, mas da pressão de nunca parar.
Desacelerar não é desistir. Desconectar não é se isolar. O descanso não é um luxo, mas uma necessidade. Aprender a respeitar nossos limites, a valorizar o silêncio e a presença real é o primeiro passo para uma vida mais leve e significativa.
Quis compartilhar essa reflexão com vocês porque, em um mundo que exige tanto de nós, saber quando parar é um ato de cuidado pessoal, se cuidem!