08/11/2022
Posso falar sim.
Mas vou aproveitar pra fazer uma reflexão.
Até agorinha mesmo estava falando com um colega e ele concordou comigo que está cada vez mais complicado falar sobre direito de família publicamente.
As reações das pessoas nas postagens sobre o tema são muito agressivas e histéricas.
O tema atrai uma audiência complicada. A gente percebe nos comentários um misto de ressentimento e inconformismo sobre as leis e decisões judiciais.
Se a gente exemplifica uma situação, elas atribuem a aparente vantagem de uma das partes exemplificadas a uma injustiça relacionada ao gênero. Nota-se mulheres vitimistas e homens infantilizados sapateando por tudo e por nada.
A verdade é que as pessoas, no geral, fazem más escolhas e escolhem errar. Elas brincam com a própria vida e entrega para o Estado-Juiz a solução da vida intima e pessoal delas.
São mulheres exigindo dos homens responsabilidades que eles nunca tiveram, mas buscam que o judiciário os eduquem e os transformem. Homens que vivem na promiscuidade e na inconsequência reclamando que mulher é interesseira, mas esquecem que é isso que eles atraem quando ficam contando vantagem da riqueza que eles dizem possuir.
É uma polarização desgraçada e por vezes, engraçada. Mas falar sobre esse assunto é o mesmo que jogar gasolina onde já tem fogo. Eu não consigo me posicionar pra defender um só lado porque consigo perceber as mazelas dos dois, especialmente do universo feminino do qual pertenço.
Amadurecer é preciso, é urgente. Existe muito profissional bom hoje dia para ajudar nisso. Sigam: , .rodrigues , , , , por exemplo.