28/01/2026
Nas últimas décadas, o fluxo de brasileiros que vão para outros países em busca de novas oportunidades aumentou signif**ativamente.
Com isso, é natural o surgimento de preocupações relacionadas à segurança previdenciária.
Talvez você não saiba, mas contribuir com o INSS é obrigatório para quem exerce atividade remunerada no Brasil.
Isso garante a qualidade de segurado da previdência social, o que possibilita o acesso a benefícios originados de diversas causas.
Entre elas: morte, incapacidades permanentes ou temporárias (doenças e acidentes), prisão etc.
No caso do brasileiro que decide morar em outro país, a contribuição deixa de ser obrigatória em relação ao INSS.
Porém, não impede que seja obrigatória ao respectivo sistema previdenciário estrangeiro.
Outro ponto muito importante é que, mesmo não sendo obrigatória, a contribuição não é proibida.
Afinal, quem trabalha e mora fora pode planejar o retorno ao Brasil e, nesse caso, manter a qualidade de segurado pode ser interessante.
Aquele que permanece contribuindo facultativamente pode, no futuro, se aposentar, tanto no Brasil quanto no país em que residiu e trabalhou.
Além disso, também f**a garantido o direito de requerer os benefícios exemplif**ados acima, como no caso de doença ou acidente que o incapacite ao trabalho.
Mais que isso, diversos países possuem acordos previdenciários com o Brasil e diversas disposições legais que precisam ser observadas.
Por isso, antes de começar a recolher contribuições residindo no exterior, é importante consultar um especialista em DIREITO PREVIDENCIÁRIO.
É uma medida que ajuda a evitar custos que podem não refletir positivamente em sua aposentadoria ou no seu futuro.
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