24/04/2024
Eu estava viajando à lazer e a colaboradora que ficou responsável para cumprir o prazo da cliente sofreu um acidente doméstico e precisou ser hospitalizada. Assumi o compromisso, redigi a petição, mas não tinha os print’s que comprovavam os argumentos alegados. Então, faltando um dia para o fim do prazo, eu entrei em contato com a cliente pedindo que ela me encaminhasse o e-mail com os print´s diretamente para mim.
A cliente só conseguiu me encaminhar o e-mail no outro dia, último dia do prazo. Como a petição já estava pronta eu iniciei a conferência dos documentos já era 17h da tarde.
Ao conferir os print´s encaminhados pela cliente, percebi que o nome do contato do genitor, salvo no telefone dela, estava com um nome diferente.
Estava salvo como “CHI..FR…DO”.
Você deve estar sorrindo agora, mas foi um sufoco que só!
É obvio que eu nao iria juntar os print’s daquela forma no processo. Já era 18h do último dia do prazo, as mensagens que mandei para a cliente pedindo a mudança não chegavam, ligação ia direto para a caixa postal, mas no final deu tudo certo.
Às 20h da noite já estava tudo protocolado!
Uma coisa que você vai ouvir bastante aqui, é que quem ganha o processo não é quem tem mais direitos, mas sim, aquele que tem mais provas.
Já experimentei junto com uma mãe o gosto amargo que tem quando você sabe que tem um direito, acredita que tem uma prova válida e no final não ter o seu direito resguardado pelo fato dela não ter sido produzida da maneira correta.
Então, para você não experimentar esse dessabor, comente a palavra chave: “Prova perfeita” para aprender a produzir e validar o seu print o transformando em uma prova robusta.