27/05/2026
Às vezes eu olho para essa criança de 2000 e penso em quantos sonhos existiam dentro dela…
A inocência no olhar, a simplicidade da vida e a esperança de um futuro que ela ainda nem imaginava como seria.
Hoje, em 2026, eu tenho certeza: aquele menino teria orgulho do homem que me tornei.
Não porque a vida foi perfeita.
Mas porque, apesar das dificuldades, eu continuei acreditando em propósito, em justiça e em fazer diferença na vida das pessoas.
Hoje atuo como advogado previdenciário, lutando especialmente pelos direitos de crianças com autismo e suas famílias. E talvez isso diga muito sobre quem eu me tornei: alguém que não perdeu a sensibilidade daquela criança, apenas aprendeu a transformá-la em missão.
O menino de ontem sonhava com o futuro.
O homem de hoje agradece por não ter desistido dele. 🤍