14/08/2026
⚠️ “Era só um beijo” – e a empresa tentou culpar a vítima. O TST disse NÃO.
Um colega de trabalho se abaixou e beijou a boca de uma cobradora – sem consentimento, na frente de todo mundo. A empresa não só ignorou a denúncia como tentou desacreditar a funcionária. O resultado: condenação por assédio sexual. 👇
📌 O caso (2023):
Ela ajudou o colega num atendimento. Minutos depois, ele a beijou à força.
➡️ Ela teve crise de ansiedade, avisou a supervisora e o RH – nada foi feito.
❌ A defesa da empresa:
“Não vimos assédio nas câmeras.” “A vítima tinha relacionamento com ele.” “Ela abandonou o emprego.”
✅ A verdade (vídeo provou):
O beijo foi sem consentimento. A supervisora disse que “não entendia como assédio” e ainda mentiu sobre o relacionamento.
➡️ O juiz oficiou o MP por falso testemunho.
⚖️ O TST (unânime):
✔️ Rescisão indireta (justa causa do empregador)
✔️ Indenização de R$ 5 mil + todas as verbas rescisórias
💡 Lição:
Assédio sexual entre colegas responsabiliza a empresa – mesmo sem hierarquia. E tentar descredibilizar a vítima só piora a situação.
📌 Se você sofreu algo assim: guarde provas, registre no RH e, se nada for feito, a Justiça está ao seu lado.
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