03/08/2026
A Receita Federal abordou um veículo na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, ocupado por um motorista e três passageiros que afirmaram utilizar um aplicativo de transporte.
Durante a fiscalização, foram identificadas contradições nas informações apresentadas, o que levou o automóvel para uma vistoria mais detalhada no pátio da Alfândega da Receita Federal, em Foz do Iguaçu.
Na inspeção, foram encontrados fundos falsos nas longarinas do veículo, onde estavam escondidos aproximadamente 1.800 medicamentos de origem estrangeira. Devido à forma como o compartimento havia sido construído, foi necessário o apoio do Corpo de Bombeiros para realizar a abertura da estrutura.
O motorista afirmou que desconhecia a existência da carga e do compartimento oculto. Ele foi encaminhado à Polícia Federal, enquanto os passageiros foram liberados.
Quando um veículo é apreendido em operações da Receita Federal, nem sempre quem está ao volante é o proprietário — e isso faz toda a diferença na análise do caso.
A responsabilidade do condutor e a do proprietário precisam ser avaliadas individualmente, considerando o conhecimento sobre a carga, as provas existentes, a forma da abordagem e a fase do procedimento administrativo.
Cada apreensão possui particularidades próprias. Por isso, compreender os fatos e os documentos do caso é essencial para identificar quais medidas podem ser analisadas.
Acompanhe nossos conteúdos para entender melhor os procedimentos relacionados à apreensão, ao perdimento e à restituição de veículos.