Luciana Vianna Advocacia & Consultoria

Luciana Vianna Advocacia & Consultoria Áreas de atuação
Planejamento Sucessório, inventário, Direito Família & Execução Penal

A venda de um bem em processo de inventário normalmente requer a autorização de todos os herdeiros, a menos que haja pre...
02/02/2024

A venda de um bem em processo de inventário normalmente requer a autorização de todos os herdeiros, a menos que haja previsão em contrário em um testamento ou acordo entre os herdeiros.

Isso ocorre porque todos os herdeiros têm direitos iguais sobre os bens do falecido e devem concordar com a alienação do patrimônio.

No entanto, em certas situações, é possível obter a autorização judicial para a venda de um bem mesmo sem a concordância de todos os herdeiros.

Isso pode ocorrer quando há conflitos ou desentendimentos entre os herdeiros que impossibilitam a obtenção do consentimento unânime.

Nesses casos, é necessário apresentar justif**ativas sólidas ao juiz e solicitar a autorização para a venda.

Sabia dessa situação?

Divórcio extrajudicial e seus benefícios 👍
02/02/2024

Divórcio extrajudicial e seus benefícios 👍

Que tipo de pessoa você é? 🤣🤣
02/02/2024

Que tipo de pessoa você é? 🤣🤣

Segue a tabela dos valores atualizados da pensão alimentícia para o ano de 2024.20% = R$ 282,4030% = R$ 423,6040% = R$ 5...
30/01/2024

Segue a tabela dos valores atualizados da pensão alimentícia para o ano de 2024.

20% = R$ 282,40
30% = R$ 423,60
40% = R$ 564,80
50% = R$ 706,00
60% = R$ 847,20
70% = R$ 988,40

Lembrando novamente que esses valores são apenas exemplos fictícios e que a pensão alimentícia é determinada individualmente com base na situação específ**a de cada caso.

Recomenda-se sempre buscar a orientação de um advogado especializado em direito de família para calcular a pensão alimentícia de forma precisa e adequada.

Após o divórcio, a situação do financiamento pode depender de diversos fatores, como o regime de bens adotado durante o ...
23/01/2024

Após o divórcio, a situação do financiamento pode depender de diversos fatores, como o regime de bens adotado durante o casamento, as cláusulas específ**as no contrato de financiamento e as decisões tomadas no processo de divórcio. Vamos abordar algumas possibilidades comuns:
1. Financiamento em nome de ambos os cônjuges: Se o financiamento foi feito em conjunto, com ambos os cônjuges figurando como titulares do contrato, a responsabilidade pelo pagamento continuará sendo de ambos, mesmo após o divórcio. Nesse caso, vocês podem optar por manter a responsabilidade compartilhada ou, se possível, buscar uma renegociação com o banco para transferir o financiamento para o nome de apenas um dos ex-cônjuges.
2. Financiamento em nome de um dos cônjuges: Se o financiamento estiver somente em nome de um dos cônjuges, essa pessoa será a única responsável pelo pagamento das parcelas após o divórcio. É importante atualizar o banco sobre o estado civil alterado para garantir que a informação esteja correta em seus registros.
3. Divisão do imóvel financiado: Em alguns casos, o casal pode optar por vender o imóvel financiado e dividir o valor obtido com a venda conforme o acordo de divórcio. Ou então, uma das partes pode assumir a responsabilidade pelo financiamento, compensando a outra parte com outros ativos ou recursos.
4. Uso do imóvel após o divórcio: Se um dos ex-cônjuges permanecer no imóvel após o divórcio, é importante que o acordo de divórcio estabeleça os termos sobre a responsabilidade pelas parcelas do financiamento e demais despesas relacionadas ao imóvel.
Vamos dar um exemplo para ilustrar: Joana e Carlos compraram uma casa financiada em 180 parcelas. Eles já pagaram 30 parcelas e ainda faltam 150 parcelas a pagar. O imóvel está somente em nome de Carlos.

Continua no próximo post... acompanhe!

Dívidas quem irá pagar ? As dívidas deixada pelo falecido(a) quem ir pagar por elas ? A lei assim determina que a obriga...
19/01/2024

Dívidas quem irá pagar ?

As dívidas deixada pelo falecido(a) quem ir pagar por elas ?

A lei assim determina que a obrigação de pagar dívidas do falecido(a) será no limite da herança recebida, sendo assim os herdeiros não precisaram pagar do próprio bolso, as dívidas deixadas pelo de cujus.

Em caso de financiamento, verifique se consta a cláusula de cobertura Securitária, pois nessa cláusula caso o segurado faleça o financiamento será quitado,

Os bancos que chore 🤣😂🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Fatos que todos precisam saber sobre alienação parental, não só os pais praticam a alienação, os avós, tios, primos , ir...
15/01/2024

Fatos que todos precisam saber sobre alienação parental, não só os pais praticam a alienação, os avós, tios, primos , irmãos ou quem tenha a guarda, autoridade e vigilância sobre a criança ou adolescente podem estar praticando a alienação parental, causando prejuízos e danos psicológicos.

Já ouviu falar na cláusula de Cobertura Securitária ? Veja se o seu familiar tinha essa cláusula em contrato, e f**a de ...
08/01/2024

Já ouviu falar na cláusula de Cobertura Securitária ?

Veja se o seu familiar tinha essa cláusula em contrato, e f**a de olho nos bancos e seguradoras 🤔🧐🧐🧐



Como f**a a previdência privada em caso de divórcio?
05/01/2024

Como f**a a previdência privada em caso de divórcio?

A Holding Familiar é uma das formas de planejamento sucessório, onde o patrimônio da família será centralizado em uma em...
02/01/2024

A Holding Familiar é uma das formas de planejamento sucessório, onde o patrimônio da família será centralizado em uma empresa que administrará todos os bens, definindo a cota parte de cada herdeiro, estipulando cláusulas e regras, para a proteção tanto do patrimônio como dos herdeiros.

A Holding familiar é uma empresa criada para controlar e administrar os bens (físicos e/ou financeiros) de determinada família.

E quais as vantagens de criar uma Holding Familiar?

1- Como é uma forma de planejar a sucessão patrimonial familiar antes do falecimento do Patriarca ou da Matriarca, evita que o patrimônio seja dilapidado, ou perca valor de mercado, bem como evita os conflitos e litígios que podem durar anos na justiça, levando assim a perder entre 20% a 30% do patrimônio só com despesas de inventário, como custas judiciais, despesas com cartório, ITCMD, honorários advocatícios e etc.

2 - Defende os interesses dos membros da família, tendo em vista que poderá ser feito um planejamento com cláusulas, como por ex: cláusulas de usufruto (o patriarca ou a matriarca podem usufruir livremente dos bens em vida), de reversão (caso um dos herdeiros venham a falecer antes, o bem ou a cota parte ou ações retornaram para os pais), de impenhorabilidade (o bem não poderá ser penhorado por conta de dívidas de um dos herdeiros), Inalienabilidade (o bem não poderá ser vendido/alienado por um dos herdeiros), incomunicabilidade ( o bem não se comunicará com os genros ou noras independente do regime de casamento);

3 - Proteção do patrimônio, tanto através das cláusulas já mencionadas, bem como através de uma tributação que se torna menor nos casos de Pessoa Jurídica do que quando é feito a declaração do imposto de renda de Pessoa Física. Como empresa, os impostos da holding patrimonial familiar passam a ser tributados conforme as regras aplicadas à pessoa jurídica, trazendo benefícios fiscais.

continua parte 2......


A ocultação de bens é uma prática que consiste em esconder ou dissimular um patrimônio para evitar que ele seja incluído...
27/12/2023

A ocultação de bens é uma prática que consiste em esconder ou dissimular um patrimônio para evitar que ele seja incluído em processos legais, como o inventário ou a partilha de bens.

A lei considera essa conduta como um ato ilícito, podendo ter consequências legais para quem a pratica.

No contexto do inventário e da partilha de bens, a ocultação de um bem pode ocorrer quando um herdeiro ou pessoa interessada em evitar a inclusão desse bem no processo tenta escondê-lo deliberadamente dos demais herdeiros ou do juízo responsável pelo inventário.

A legislação prevê mecanismos para combater a ocultação de bens, permitindo que os demais herdeiros ou o juiz possam tomar medidas legais para identif**ar e incluir o bem no inventário. Além disso, a pessoa que oculta um bem pode ser responsabilizada civil e criminalmente pelos seus atos.

No contexto do direito sucessório, a ocultação de bens pode afetar a divisão justa e equitativa do patrimônio deixado pelo falecido. Por isso, é importante que todos os herdeiros cooperem e forneçam informações precisas e transparentes sobre os bens do falecido, a fim de garantir a correta partilha de acordo com as disposições legais.

Caso haja suspeitas de ocultação de bens durante o inventário, é recomendado buscar assessoria jurídica especializada para tomar as medidas adequadas, como requerer a inclusão dos bens ocultados e buscar a responsabilização da pessoa que praticou a ocultação, se for comprovada a sua conduta ilícita.

O abandono afetivo é uma situação na qual qualquer dos genitores deixa de fornecer o apoio afetivo, moral, material ou p...
27/12/2023

O abandono afetivo é uma situação na qual qualquer dos genitores deixa de fornecer o apoio afetivo, moral, material ou psicológico que o filho necessita para sua formação e bem-estar.

Contudo, há também o chamado abandono afetivo inverso, em que as partes trocam de lugar, deixando o(s) filho(s) responsável(is) por dar o cuidado que o(s) pai(s) precisa(m).

De acordo com o artigo 229 da Constituição Federal, os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade, caracterizando o dever de cuidado e amparo que deve ser prestado por eles.

A palavra "afetivo", utilizada no contexto jurídico, refere-se ao dever de cuidado e amparo, e não necessariamente ao sentimento de afeto em si.

A jurisprudência dos Tribunais tem se fortalecido no sentido de que o abandono afetivo, tanto tradicional quanto o inverso, pode gerar o direito à indenização em certos casos.

Neste contexto, é importante ressaltar a relevância de compreendermos que o cuidado e o amparo afetivo são essenciais nas relações familiares, independentemente de quem exerce o papel de pai ou filho. Proteger os idosos e garantir o respeito e cuidado mútuo são princípios fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e afetuosa.

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