27/09/2026
Quando um evento adverso acontece no ambiente hospitalar, os impactos podem ir além do paciente. O profissional envolvido também pode enfrentar consequências emocionais e ocupacionais importantes, fenômeno conhecido como “segunda vítima”.
No novo artigo do IGSA, Dra. Camilla Góes, Head of Medical and Hospital Law e CMO do IGSA, analisa como esse tema deve ser incorporado à gestão de riscos das instituições de saúde. Com a inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, o impacto dos eventos adversos sobre médicos e equipes assistenciais passa a exigir uma abordagem cada vez mais estruturada, preventiva e documentada.
A análise aborda a integração entre o Programa de Gerenciamento de Riscos, o Plano de Segurança do Paciente e a construção de redes de apoio aos profissionais, considerando também as recentes diretrizes relacionadas à qualidade e à segurança no ambiente hospitalar.
Mais do que uma questão de acolhimento, cuidar da chamada segunda vítima envolve governança, segurança assistencial e gestão jurídica de riscos. Estruturar protocolos, responsabilidades e mecanismos de acompanhamento contribui para proteger profissionais, fortalecer as instituições e aperfeiçoar a própria cultura de segurança.
Leia o artigo completo no site do IGSA através do link na bio.