Ethics Auditoria e Assessoria Empresarial

Ethics Auditoria e Assessoria Empresarial Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Ethics Auditoria e Assessoria Empresarial, Avenida Santos Dumont, 3131/Sala 1316 (Torre Del Passeo)/Aldeota, Fortaleza.

Fundada em 2006, a ETHICS oferece soluções empresariais às mais diversas necessidades das empresas e organizações atuantes no Ceará, através de serviços qualificados e um sistema eficiente de gestão.

17/01/2013

A Ethics, deseja parabéns a todos os cearenses.

No dia 17 de Janeiro de 1799 a Capitania Real do Siará, hoje Ceará, ganhava autonomia e separava-se da Capitania Real de Pernambuco através da outorga da Carta Régia daquele ano.

214 anos depois comemoramos o dia 17 de Janeiro como Dia do Ceará.

Hoje é dia de comemorar! Parabéns povo Cearense!

11/01/2013

DACON – Dispensa de Entrega – Lucro Presumido ou Arbitrado:

A dispensa aplica-se também aos casos de extinção, incorporação, fusão, cisão parcial ou cisão total que ocorrerem a partir de 1º de janeiro de 2013
Ficam dispensadas da entrega do DACON relativo a fatos geradores ocorridos a partir 1º de janeiro de 2013, as pessoas jurídicas tributadas pelo imposto sobre a renda, no ano-calendário de 2013, com base no lucro presumido ou arbitrado.

A dispensa aplica-se também aos casos de extinção, incorporação, fusão, cisão parcial ou cisão total que ocorrerem a partir de 1º de janeiro de 2013, de pessoas jurídicas tributadas pelo imposto sobre a renda, no ano-calendário de 2013, com base no lucro presumido ou arbitrado.

Base: Instrução Normativa RFB 1.305/2012.

11/01/2013

Fundada em 2006, a ETHICS oferece soluções empresariais às mais diversas necessidades das empresas e organizações atuantes no Ceará, através de serviços qualif**ados e um sistema eficiente de gestão.

04/12/2012

Pular de galho em galho atrás de lucro pode dar
prejuízo.

Impostos e taxas corroem ganhos ao mudar carteira de
aplicações.

Na cartilha dos especialistas em finanças pessoais, uma
reavaliação na carteira de investimentos a cada seis
meses é sempre recomendável. Especialmente agora que
os juros básicos da economia estão no menor patamar
histórico — 7,25% ao ano — e devem continuar assim por
um longo período, reduzindo o retorno dos fundos de
renda fixa, os preferidos dos brasileiros. Mas os analistas
alertam: quem p**a de galho em galho pensando em obter
a melhor rentabilidade, no menor prazo possível, pode na
verdade ter prejuízo.

Isso porque mudar de aplicação embute custos, como o
pagamento do Imposto de Renda e das taxas de
administração cobradas pelos gestores de fundos. E quem
muda de forma apressada, sem pensar em seu objetivo
financeiro ou sem orientação correta, pode sair ou entrar
na hora errada de um investimento.

— Olhar as oportunidades que o mercado oferece é
importante, mas querer ganhar o máximo no menor prazo
possível pode trazer prejuízo em vez de lucro — adverte o
educador financeiro Mauro Calil.

A arquiteta paulista Sônia Andrade, de 46 anos, por
exemplo, transferiu, antes de o governo mudar as regras
de rentabilidade da poupança, em maio passado, os R$ 70
mil que tinha aplicado na caderneta de poupança para o
fundo Capital Performance Fix, do Itaú Unibanco, da
família dos multimercados, que busca “rentabilidade
superior à renda fixa”. Sônia foi em busca de um ganho
maior do que o 0,50% oferecido mensalmente pela antiga
poupança, correndo um pouco mais de risco.

Perda de quase um terço do ganho

Até outubro deste ano, o Capital Performance Fix ofereceu
uma rentabilidade de 7,81%. Na poupança, o ganho no
mesmo período é de 5,51%. Mas, se sacasse o dinheiro
do fundo hoje, Sônia pagaria 1% de taxa de
administração, mais 20% de Imposto de Renda. Retiraria
R$ 73.673 líquidos. Se tivesse deixado os recursos na
poupança, que é isenta de IR e não cobra taxa de
administração, teria em mãos R$ 73.857.

— Muita gente decidiu sair da poupança por causa da
mudança no cálculo da rentabilidade. Deixou a poupança
antiga em busca de uma rentabilidade maior nos fundos,
mas esqueceu das taxas que são cobradas por estes e
podem ter impacto negativo na rentabilidade. E a
poupança antiga, que paga 6,17% ao ano mais TR (Taxa
Referencial), continua sendo atraente — diz o consultor
financeiro e vice-presidente da Associação Nacional dos
Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Ribeiro de
Oliveira.

O vice-presidente da Anefac lembra que o investidor que
migra da poupança para fundos de renda fixa
conservadores com taxa de administração superior a 2,5%
ao ano perde quase um terço do ganho bruto, antes da
cobrança de impostos, no atual cenário de Selic a 7,25%.

O consultor financeiro Reinaldo Domingos lembra de outro
erro comum por quem troca a poupança pelos títulos do
Tesouro Direto, sistema de venda de títulos públicos pela
internet. Ele observa que, atraídos pela rentabilidade
interessante alongo prazo, os investidores esquecem que
há incidência de IR nesses papéis. E muita gente compra
e vende os títulos a curto prazo. Domingos lembra que a
taxa de IR é de 22,5% para resgates feitos no prazo
inferior a seis meses. E quem espera mais de dois anos
para resgatar paga IR de 15% sobre os ganhos.

— Se o investidor vai precisar do dinheiro a curto prazo
para comprar uma televisão, por exemplo, não faz sentido
comprar um título de longo prazo, como os do Tesouro
Direto. Há uma diferença de 7,5% entre a maior e a menor
alíquota do IR, e quem saca antes paga mais imposto. É
melhor deixar na poupança, que rende menos, mas é
isenta do IR. E, quando se vende o título antes do fim do
prazo, a rentabilidade auferida é apenas aquela referente
ao período da aplicação. No caso de títulos prefixados,
pode até haver prejuízo na venda — diz Domingos.

Conhecer objetivos financeiros é importante
Para evitar erros assim, alerta o consultor, o investidor
precisa saber quais são seus objetivos financeiros:
comprar um carro novo, viajar ou guardar para a
aposentadoria antes de trocar de investimento. Calil
observa que quem compra títulos, como por exemplo as
Notas do Tesouro Nacional (NTN-B), que pagam juros
reais mais inflação, deve pensar em objetivos com prazo
mais longo, como a compra da casa.

Calil lembra que, desde que a taxa Selic começou a cair,
em agosto do ano passado, muitos pequenos investidores
têm sido atraídos para a Bolsa com a promessa de ganhos
elevados com determinadas ações. Os papéis da
Petrobras, por exemplo, costumam ser oferecidos como
sinônimo de ganho certo. No ano, porém, eles estão estão
em queda. Até a última sexta-feira, os papéis PN caíram
cerca de 15% no ano. Já o Ibovespa, índice de referência,
avança 1,27%.

— Ou seja, quem foi buscar lucro em um ano na Petrobras
teve prejuízo. Bolsa de Valores nunca é investimento de
curto prazo para o pequeno investidor — afirma Calil.
Além disso, segundo Flavio Lemos, coordenador da
Trader Brasil Escola de Investidores, fez um cálculo que
mostra como a cobrança da taxa de corretagem pode
resultar em perdas para o investidor. Uma ordem de
corretagem numa operação feita pelo homebroker custa
R$ 15.

— Se eu comprar cem ações da Ambev por R$ 82 e
vendê-las por R$ 83, utilizando a tabela de corretagem da
Bovespa, pagarei R$ 66. O ganho com a valorização da
ação se transforma num prejuízo de 0,4% com essa taxa.
Para empatar, a ação teria que subir 1,6% — diz Lemos.

Fonte: O Globo (03/12/2012).

Fraude de mais de R$ 200 milhões com Café PilãoA gigante do café Master Blenders, dona do Café Pilão, descobriu uma frau...
22/11/2012

Fraude de mais de R$ 200 milhões com Café Pilão

A gigante do café Master Blenders, dona do Café Pilão,
descobriu uma fraude milionária na operação brasileira. A
cúp**a da empresa caiu — e esse deve ser só o começo.

Quando decidiu trocar a diretoria financeira do varejista
francês Carrefour por um posto semelhante na subsidiária
brasileira da holandesa D.E. Master Blenders 1753 (a
antiga Sara Lee), dona do café Pilão, em junho deste ano,
o paulista André Maurino vislumbrava uma carreira e tanto
pela frente.

A operação brasileira de café é a maior da empresa no
mundo, com faturamento de 1,5 bilhão de reais, ou 21%
da receita global. Marcas como Pilão, Palheta e Café do
Ponto fazem da Master Blenders a líder do mercado
nacional. E o Brasil é o maior produtor mundial de café e
segundo mercado consumidor do produto.

Mas Maurino logo percebeu que, por trás dessa força
toda, algo parecia errado. Ante o que ele julgou serem
indícios de manip**ação de resultados, ele solicitou uma
auditoria à PricewaterhouseCoopers. A suspeita chamou a
atenção da matriz, que despachou para o Brasil sua
cúp**a em julho.

Em 1º de agosto, a empresa divulgou um comunicado
informando a descoberta de problemas de contabilidade
na operação brasileira, que, somados, resultam em perdas
de 85 milhões a 95 milhões de euros (de 212 milhões a
237 milhões de reais). Dizia ainda que os balanços
financeiros dos últimos três anos e meio seriam revisados.

A informação fez com que as ações da Master Blenders,
que havia passado a negociá-las em Amsterdã apenas
três semanas antes, desvalorizassem 7% no dia seguinte.
“Em questão de minutos perdemos quase 500 milhões de
euros (cerca de 1,2 bilhão de reais)”, afirma Errol Keyner,
vice-diretor da Associação Holandesa de Acionistas.

Segundo EXAME apurou, a suposta fraude custou o
emprego do presidente brasileiro, Dantes Hurtado, do
antigo diretor financeiro e do segundo executivo de
finanças, demitidos na primeira semana de setembro.

Procurada, a Master Blenders não deu entrevista nem
confirmou as demissões.

A Master Blenders contratou em julho a auditoria Ernst &
Young e a empresa de investigação americana Kroll. O
que aconteceu? Sabe-se até agora que a maior parte do
problema estava no departamento de vendas. Para
cumprir as metas de crescimento estabelecidas pela
matriz e garantir seus bônus anuais, alguns executivos
teriam registrado uma série de pedidos de varejistas por
conta própria, sem que eles fossem oficialmente
realizados — uma prática conhecida como “antecipação
de venda”.

Ao final, o varejista até aceitava a compra, mas só pagava
quando desejava de fato recebê-la, o que poderia levar
meses. Na contabilidade da empresa, no entanto,
constava o valor integral da venda. Outro malabarismo
acontecia na relação com os grandes varejistas e
atacadistas.

Para convencê-los a fazer novos pedidos, mesmo quando
seus estoques estavam cheios, a equipe da Master
Blenders aumentava em até 50% a verba promocional
paga à rede. Esse tipo de verba é usado para inclusão de
seus produtos em tabloides ou para garantir uma posição
privilegiada na gôndola, uma prática comum no mercado.

Ocorre que, em alguns meses, a Master Blenders não
teria lançado no balanço o pagamento dessa verba como
despesa, mas como “contas a receber” — por exemplo,
vendia 1 milhão de reais para um varejista, mas ele
pagava apenas 800000 reais porque cobrava 200000
reais de verba promocional. Como o dinheiro nunca
voltava, isso virou uma bola de neve no balanço.

Para uma empresa do tamanho da Master Blenders, que
fatura o equivalente a 7 bilhões de reais, um erro de 200
milhões de reais nas contas não chega a ser uma
catástrofe — segundo dados da consultoria KPMG,
empresas brasileiras e americanas perdem o equivalente
a 5% do PIB em fraudes a cada ano. O maior problema
está na crise de confiança que esse tipo de notícia gera.

Do balanço apresentado aos investidores na época da
venda das ações, o lucro dos últimos três anos e meio
ficou 37 milhões de euros menor. Por causa da revisão
das informações, a associação de investidores holandeses
passou a exigir uma compensação da companhia e de
quem assinou seu prospecto de entrada na bolsa — no
caso, a auditoria Price e o banco ABN Amro.

Oficialmente, a Master Blenders afirma que “a
investigação interna já foi praticamente concluída e não
revelou novas descobertas ou impactos financeiros
adicionais” na operação brasileira. Mas a investigação
iniciada por Ernst & Young e Kroll, que começou em julho,
está programada para terminar em outubro. Ou seja, mais
detalhes podem ser revelados — e não se descarta que
novas perdas tenham de ser contabilizadas no balanço da
empresa que é líder em vendas de café no país.

Fonte: Revista Exame (09/2012).

6 erros comuns de empreendedores solitários.Especialistas apontam os principais erros e listam recomendações de como um ...
16/11/2012

6 erros comuns de empreendedores solitários.

Especialistas apontam os principais erros e listam
recomendações de como um pequeno empresário pode
solicitar tarefas e ser atendido da melhor maneira

Liderar uma equipe é um desafio enfrentado diariamente
por inúmeros empreendedores. É essencial que eles
saibam agir como chefes e delegar tarefas da melhor
maneira para evitar o dilema do empreendedor solitário.

Para Luiz Fernandes Visconte, sócio da Vicky Bloch
Associados, o empresário de uma pequena empresa f**a
tão pressionado com o dia a dia que nem sempre tem
tempo de liderar e acaba querendo resolver tudo sozinho,
centralizando decisões e acumulando funções.

Muitas vezes, o problema está na maneira como o pedido
é feito, que pode impedir que as solicitações sejam
cumpridas, principalmente quando os prazos são
apertados. Ruth Bandeira, diretora da De Bernt Entschev
Human Capital, explica que ao pedir tarefas no limite o
tom de irritação e de ordem por parte do empreendedor
pode acabar gerando conflitos com os funcionários.
Confira abaixo os principais erros cometidos por
empreendedores.

1. Ser incoerente

O comportamento do chefe tem que ser compatível com o
que ele exige de sua equipe. Ficar só no discurso não vai
ajudar a empresa crescer nem melhorar o serviço. “O peso
do chefe em uma PME é grande”, afirma Visconte.

Por isso, a atitude do empreendedor tem que estar
alinhada com que ele espera de seus funcionários. Se ele
for o primeiro a quebrar a regra que ele estabeleceu ou
não cumprir os prazos com os clientes, f**a difícil cobrar
isso dos subordinados.

2. Não conhecer bem a equipe

Ser chefe não é uma tarefa fácil. “Estamos falando de
liderar pessoas, e as pessoas são diferentes. Quando
você está liderando, você está pedindo coisas e espera
que a pessoa dê a melhor resposta possível”, explica
Visconte. Ele afirma que a contribuição será melhor se o
chefe souber o que motiva os colaboradores.
Conhecer a equipe também é necessário porque a
demanda tem que ser direcionada para a pessoa correta.

Caso contrário, corre-se o risco de pedir uma tarefa para
um funcionário que não vai entender o que foi solicitado,
gerando estresse para ambos os lados.

3. Ser muito subjetivo

A pressa e a agenda apertada são as principais desculpas
para aqueles que não conseguem parar por alguns
minutos e falar de maneira clara. “Por mais que pareça
óbvio, este é o grande problema. É pressupor que a outra
pessoa sabe aquilo que está sendo pedido”, explica Ruth.

Ao demandar, o mais importante é deixar claro como e o
que se espera da tarefa. Passar as informações
calmamente pode levar tempo, mas é essencial para que
o que foi solicitado seja entregue.

4. Esquecer de fazer perguntas

Evitar dedicar alguns minutos para perguntar se a pessoa
entendeu ou pedir para que ela repita o que você acabou
de pedir são recomendações que podem economizar
tempo.

“Ao passar as informações é só pedir para a pessoa
repetir”, diz Visconte. Dessa maneira, se houver dúvidas,
elas poderão ser esclarecidas naquele momento.

5. Abandonar o processo

Imprevistos acontecem e, quando há um erro durante a
tarefa, o empreendedor não pode simplesmente surtar e
ordenar que tudo seja resolvido. “Uma coisa saudável é
perguntar ao liderado o que ele espera de você nessa
tarefa”, ensina Visconte.

“Foque na ação e não no erro”, afirma Ruth. Quando
alguma coisa dá errada, resolver o problema é prioridade
e não deixar que uma pessoa seja a única responsável por
um erro que, na verdade, também é responsabilidade da
empresa e do empreendedor.

6. Ignorar o feedback

Em algumas empresas, o feedback vira um evento anual e
nem sempre é cumprido. O empreendedor, no entanto,
deve aproveitar este momento para conversar com a
equipe. De acordo com Visconte, falar o que deu certo e
errado pode ajudar a melhorar a qualidade das próximas
tarefas.

O elogio não deve ser banalizado, mas quando
expectativas são superadas, o reconhecimento é
merecido.

Fonte: Exame.com (14/11/2012).

A importante participação do contador para as organizações: o perfil contábilDeve-se lembrar sobre as mais diversas muda...
14/11/2012

A importante participação do contador para as
organizações: o perfil contábil

Deve-se lembrar sobre as mais diversas mudanças em
que o mundo tem vivido nos últimos anos. A ascendência
dos novos e diversos setores das empresas, a
necessidade de criar novidades de produtos para o
mercado, a tão falada “máquina” que se chama
capitalismo faz com que a economia mundial ande a
passos largos, onde tecnologia e informação caminham
paralelamente para acompanhar o avanço.

Entretanto, o profissional contábil deve suprir-se com
informações de todas as transações realizadas na
empresa, e estar preparado para atender essas novas
necessidades do mundo globalizado.

Portanto, a importância em exercer sua função com
perfeição, respeitando e aderindo às novas tendências e
normas em que a contabilidade esta constantemente
submetida é a chave para uma carreira bem sucedida,
lembrando que se deve colocar a ética profissional sempre
à frente de qualquer situação.

As demandas por profissionais qualif**ados, a perfeição;
torna o ser humano cada dia mais exigente consigo
mesmo. Entretanto, buscar a perfeição não é tarefa para
poucos dias, o resultado surge na maneira em que o
mundo evolui. Tal evolução flui sem que nós percebemos
e quando menos esperamos estamos sendo pressionados
a solucionar novos problemas.

O contabilista lida diariamente com aquele que é hoje
apontado como um dos bens mais preciosos de uma
economia: a informação. Geralmente, a informação
relacionada com negócios pertence a terceiros, mas já é
suficiente para demonstrar que diariamente esse
profissional coloca à prova seus valores éticos.

A conduta do contador tem sido cobrada com maior
freqüência nos últimos anos devido às diversas maneiras
em que algumas empresas tentam encontrar para driblar o
setor tributário e sonegar impostos.

A ética indaga ao profissional sobre juízos de valores entre
o bem e o mal, qual deve ser sua conduta, todas as
decisões que devem ser colocadas em prática
conscientemente sob todos os olhos profissionais.

Se em um determinado momento em uma empresa um
relatório sobre alguns aumentos de salários caíssem nas
mãos de um contador antiético e ele soubesse que em
outros cargos o pessoal teria aumento de 20% ou 15% e
outros f**ariam intactos inclusive o seu, o contador agiria
com intenção de influenciar essas pessoas a pressionar os
diretores para aumentar todos os salários sem que ele
desse a cara a tapa.

Essa situação é um bom exemplo de falta de ética
profissional. É evidente que o papel do contador na
sociedade dos negócios é cada vez mais importante. Ao
conhecer profundamente a empresa, o contador é
chamado não somente para evidenciar o que já
aconteceu, mas também para dar opinião do futuro da
empresa e responder que caminho deve ser seguido.

Sendo assim, se trata de um profissional que será a peça
importante para a sobrevivência da empresa.

Para que o nível ético seja atingido, o profissional deve
compreender profundamente a contabilidade, saber aplicar
seus princípios e Normas Contábeis.

É exatamente este o ponto da decisão para tornar uma
pessoa seguidora dos princípios éticos. Pensar em ética é
refletir sobre as ações antes de serem tomadas. Para
colocá-la em pratica é preciso assumir as escolhas e lutar
para jamais cair no esquecimento.

Assim, deve buscar a educação continuada. Participar de
congressos, seminários, especialização, atuar ativamente
no conselho da classe para se manter atualizado com as
constantes mudanças que estão ocorrendo no universo
contábil.

O Contador deve ser pró ativo para não deixar passar o
bom momento vivido pela profissão, de valorização e
necessidade de profissionais preparados no mercado. O
mercado está exigindo, sendo que o contador hoje é figura
indispensável para a continuidade da atividade
empresarial. Os usuários da contabilidade necessitam
sempre de informações consistentes que reflitam a
realidade da situação real da empresa.

Fonte: Portal de Contabilidade (08/2012).

14/11/2012

Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências e avaliá-las objetivamente para determinar até que ponto os critérios da auditoria est...

Regra fiscal nova afetaria planos de ConsolidaçãoSe o governo mudar as regras para amortização fiscal do ágio, o número ...
12/11/2012

Regra fiscal nova afetaria planos de Consolidação

Se o governo mudar as regras para amortização fiscal do
ágio, o número de fusões e aquisições no país deve
diminuir, o que afetará de alguma forma as empresas que
têm como estratégia ser consolidadoras em seus setores,
diz o HSBC, em relatório recente enviado aos clientes.
Na lista do banco aparecem Brasil Brokers, Lopes, BR
Malls, Hypermarcas, Anhanguera, Kroton e Brasil
Insurance.

O relatório foi elaborado depois de conversa dos analistas
Alexandre Gartner e Francisco Machado com profissionais
do escritório de advocacia Pinheiro Neto para discutir as
"prováveis mudanças nos regulamentos tributários das
empresas".

Conforme foi antecipado na edição de 3 de outubro do
Valor, circula no mercado uma minuta da Medida
Provisória que põe fim ao RTT e muda alguns pontos
relativos à amortização do ágio.

Embora com a ressalva de que não há uma data precisa
para que a MP seja divulgada e nem sobre seu conteúdo,
os analistas chamaram atenção para as propostas que
estão em discussão, que devem diminuir o tamanho do
goodwill (por seguir o mesmo critério contábil), e também
alongar o prazo de amortização, que só começaria após
um período de carência de quatro anos a partir da data da
aquisição.

Embora não seja possível antecipar nada a esse respeito,
o banco chama atenção também para o risco de a MP
trazer algum dispositivo que afete operações em curso ou
que ainda dependam de aprovações regulatórias. Entre
outros casos, eles citam a compra da Redecard pelo Itaú,
que pode gerar ágio de até R$ 10,7 bilhões, e a da
Comgás pela Cosan.

Fonte: Valor Econômico (12/11/2012).

CVM aprova novas revisões de pronunciamentos do CPCA Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou no Diário Oficial de...
12/11/2012

CVM aprova novas revisões de pronunciamentos do
CPC

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou no
Diário Oficial de hoje, 9-11, as Deliberações 691, 692 e
693, que aprovam, respectivamente, as revisões dos
Pronunciamentos Técnicos CPC 17(R1) - Contratos de
Construção, 30(R1) - Receitas e 35(R2) - Demonstrações
Separadas.

A revisão do CPC 17 contempla as alterações feitas pelo
IASB - International Accounting Standards Board após a
edição desse documento. Ela ainda inclui algumas
compatibilizações de texto com o propósito de deixar claro
que a intenção do Pronunciamento é produzir os mesmos
reflexos contábeis que a aplicação do IAS 11-
Construction Contracts.

A revisão do CPC 30 contempla as alterações feitas pelo
IASB após a edição desse documento. Ela ainda inclui
algumas compatibilizações de texto com o propósito de
deixar claro que a intenção do Pronunciamento é produzir
os mesmos reflexos contábeis que a aplicação do IAS 18-
Revenue.

A revisão do CPC 35 contempla as alterações feitas pelo
IASB após a edição desse documento. Ela ainda inclui
algumas compatibilizações de texto com o propósito de
deixar claro que a intenção do Pronunciamento é produzir
os mesmos reflexos contábeis que a aplicação do IAS 27-
Separate Financial Statements.

Fonte: Sescon – SP (12/11/2012).

12/11/2012

Entenda de uma vez por todas a sua contabilidade

Desvendar a caixa preta dos tributos brasileiros é o caminho para o empreendedor reduzir custos e ainda pensar estrategicamente

Você sabe a diferença entre Simples Nacional, Lucro Presumido, Arbitrado ou Lucro Real? Se a sua resposta for não, saiba que não há do que se envergonhar. Apesar de representar um dos pontos cruciais para a gestão do negócio, são raros os empresários que conseguem escolher sem ajuda um dos modelos tributários previstos pela lei.

Tema espinhoso, a verdade é que o assunto faz parte daqueles campos praticamente intransponíveis da contabilidade – o que por si só já é motivo de careta para muitos empreendedores. No entanto, segundo especialistas em gestão tributária, é fundamental que o empreendedor compreenda as diferenças entre os modelos, os prós e contras de cada uma das quatro alternativas de apuração de impostos. Conhecer sobre o assunto faz diferença para o plano de negócios e, principalmente, para a conta bancária da empresa.

“Ao virar as costas para os modelos contábeis, o empresário comete um erro que pode lhe ser caro”, afirma o advogado tributarista Miguel Silva, sócio do escritório Miguel Silva & Yamash*ta Advogados. “O empreendedor simplesmente pode pagar mais em impostos do que realmente precisa ou se expõe demais aos fiscais”, afirma.

Outro problema apontado por Silva diz respeito aos custos operacionais de cada um dos modelos, além do impacto da decisão nas estratégias de crescimento. “O Simples é válido para empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões. É uma alternativa excelente, mas pode tolher o crescimento. O empreendedor precisa, aos poucos, ir preparando-se para migrar para outros modelos tributários”, afirma o advogado Miguel Silva.

Para o especialista, a alternativa imediata ao Simples é a do Lucro Presumido, que não exige receita bruta mínima, mas um teto de faturamento, que é atualmente de R$ 48 milhões por ano. Segundo Vicente Sevilha, do escritório Sevilha Contabilidade, o modelo é indicado para empresas com margens brutas e líquidas altas. “Para o caso de margens baixas, (negócios que faturam com escala) o sistema não compensa”, diz.

A opção para o seu negócio pode estar no Lucro Real, que contabiliza as receitas e abate as despesas no cálculo final. É a opção indicada para negócios com faturamento robusto – acima de R$ 48 milhões – e margens apertadas. Mas não se trata de um modelo muito utilizado. Das 4,6 milhões de empresas que constam no banco de dados da Receita Federal, apenas 3,5% (164 mil) adotam atualmente esse modelo de tributação.

A última opção, Lucro Arbitrado, é tida como uma espécie de solução imposta para empresas que não mantiveram em dia sua gestão contábil. Para Miguel Silva, porém, não é bem assim. O empresário pode optar pelo modelo, que imputa multa de 20% além do que pagaria no Lucro Presumido, se quiser por conta e risco reduzir seus custos operacionais. Ainda assim, é importante ressaltar que haverá cobrança de multa.

Simples Nacional

Para empresas que faturam até R$ 3,6 milhões ao ano. Em geral, especialidades da área de serviços (médicos, corretores e consultores) não podem optar pelo Simples. Consulte um especialista ou veja a lista no site do Ministério da Fazenda (www.fazenda.gov.br).

Lucro Presumido

Nenhuma empresa é obrigada a usar, mas todas podem utilizar o modelo desde que obedeçam o teto de faturamento anual, que é de R$ 48 milhões. Segundo a Receita Federal, trata-se de uma opção para pouco mais de 1 milhão de empresários atualmente.

Lucro real

Estão obrigadas a essa modalidade os negócios com receita bruta acima dos R$ 48 milhões. No entanto, o empreendedor deve estar atento: empresas com bom lucro pagam impostos mais elevados. A proporção ideal é alto faturamento e baixa lucratividade.

Lucro arbritado

Normalmente, é aplicado pelo fisco como uma punição para quem não conseguiu manter em dia seus controles contábeis. Para o tributarista Miguel Silva, é uma opção a ser analisada como forma de baratear os custos operacionais envolvidos no empreendimento.

Fonte: Estadão

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