Pablo Eduardo

Pablo Eduardo Advogado. Pós-graduando em Advocacia Cível pela Escola Superior de Advocacia da OAB/MG. Bacharel em Direito pela PUC MINAS.

21/12/2025

2025 foi um ano de batalhas duras, decisões difíceis e responsabilidades que não permitem erro.

Cada júri carregou uma história, uma família e uma liberdade em jogo.

Obrigado a todos que confiaram sua liberdade ao meu trabalho e àqueles que lutaram ao meu lado.

Seguimos. Porque defender não é opção. É compromisso.

Agradecimento especial aos colegas que divirtam a tribuna comigo:
.advogada .adv .adv

15/12/2025

No Tribunal do Júri, a sociedade toma das mãos do Estado um poder que sempre foi seu. ⚖️

Um Estado que erra.
Que revolta.
Que muitas vezes decide de forma injusta.

No Júri, esse poder volta para o povo.
Cada jurado julga conforme sua consciência, seus valores e seu próprio senso de justiça.

E os jurados são soberanos.
Nem juiz, nem desembargador, nem ministro muda o veredito da sociedade. 🏛️

14/12/2025

O acusado sentou no banco dos réus,
mas não porque foi covarde.

Ele sentou ali porque fez o que o Estado não fez.

Porque interveio quando uma mulher era, mais uma vez, brutalmente agredida.

Espancamento.
Enforcamento.
Copadas de vidro na cabeça.

Enquanto a violência se repetia, o acusado não virou o rosto.

Não se omitiu.
Agiu para salvar uma vida.

Hoje, chamam de réu quem teve coragem.

E chamam de justiça um sistema que chega sempre depois.

Mas, desta vez, a justiça chegou.

O Tribunal do Júri reconheceu a verdade.
E hoje, ele está solto.

13/12/2025

Ele não era violento.
Ele estava cansado. 😔

Cansado de ver um covarde espancar a própria esposa todos os dias.

Cansado de ver a polícia prender e a justiça soltar várias 6 vezes.

Enquanto isso, ela apanhava.

Era enforcada.

Ameaçada.

Humilhada.

O Estado falhou. 🚨

Falhou em proteger quem pedia socorro.

E quando a violência chegou ao limite, um herói que sentou no banco dos réus precisou agir em defesa daquela mulher vítima de violência doméstica!

12/12/2025

Estou cansado de ver **bandido perigoso** recebendo pena menor que **trabalhador** 😤

Defendemos um **trabalhador rural**, vida limpa, sem um único antecedente, que fez o que o Estado não fez: **salvou uma mulher** de mais um episódio de violência 🚨

E o que ele recebeu em troca?
O próprio Estado, que falhou em protegê-la, **tirou a liberdade** desse homem por quase um ano ⛓️

Um ato heroico virou processo.
Coragem virou punição 🥀

Mas, no final, **os jurados fizeram justiça** e devolveram esse homem honesto ao aconchego da sua família ⚖️🏡

A verdade venceu 🙏

12/12/2025

No Tribunal do Júri, cada lágrima carrega uma história.
Hoje, elas contaram a história de um homem que pôde voltar para casa.

Ele não agiu por ódio.
Reagiu para proteger uma mulher que era agredida diariamente pelo marido, situação que a própria Polícia Militar temia que terminasse em feminicídio.

Na zona rural, sem sinal e sem possibilidade de a polícia chegar a tempo, presenciou mais um ataque violento.
Diante do risco real, fez um único disparo.

O agressor morreu.
Mesmo assim, ele foi tratado como alguém que tivesse escolhido matar e permaneceu preso durante todo o processo.

No Júri, a verdade veio à tona.
Os jurados reconheceram que ele agiu para defender a vítima de violência doméstica, mas se excedeu culposamente na legítima defesa.

Com o reconhecimento do excesso culposo, o crime foi desclassificado para homicídio culposo, o que resultou na expedição do alvará de soltura.

O abraço após a sentença resumiu tudo:
alívio, verdade, liberdade e a chance de recomeçar.

Hoje, um homem voltou para casa.
E a justiça encontrou o seu caminho.

02/12/2025

A vítima passou a mão na companheira grávida do acusado. Diante dessa violência, o acusado perdeu o controle e reagiu com pauladas.

E eu disse ao acusado: eu, no seu lugar, não sei se teria parado na quarta paulada. Talvez eu fosse além, ao ponto de socorro médico nenhum salvar a vida da vítima.

O que você faria?

01/12/2025

No plenário eu não apenas falo, eu mostro. A técnica, quando vira gesto, invade os sentidos dos jurados.

Nesse momento do júri, reproduzi exatamente o que o acusado fez: 4 golpes no chão, barulho seco, e depois joguei o macarrão longe, assim como ele arremessou o pedaço de pau após o ataque.

Não era defesa, não era cálculo… era explosão. Era raiva. Era a perda total do controle logo após a injusta provocação. É isso que a lei chama de homicídio privilegiado por violenta emoção.

E para que esse conceito ficasse nítido, utilizei um dos recursos mais poderosos do Tribunal do Júri: a comparação.

Mostrei a diferença entre quem age tomado pelo calor do instante e quem mata de forma fria, pensada e premeditada, como o pai da notícia que assassinou o próprio filho apenas para não pagar pensão. De um lado, o impulso; do outro, o planejamento.

Comparar não é exagerar. Comparar é iluminar a verdade.

A história só se torna clara quando ganha forma, som e corpo diante de quem precisa decidir.

30/11/2025

O que você faria se estivesse caminhando com a mulher que carrega o seu filho e um desconhecido, sem qualquer motivo, simplesmente passasse a mão nela?

No caso concreto, não se trata de suposição. Consta no boletim de ocorrência. Testemunhas oculares confirmam: houve um toque invasivo, humilhante, de conotação sexual.

Diante dessa violência, o acusado perdeu o controle e golpeou o assediador com pauladas. Por esse motivo, ele sentou no banco dos réus e foi julgado pelo Tribunal do Júri.

É simples condenar olhando de fora. Difícil é compreender o impulso de proteger a dignidade de quem se ama. E a pergunta que permanece é direta: qual pai cruzaria os braços enquanto sua família é desrespeitada em plena rua?

29/11/2025

Aquilo não estava no roteiro. Foi improviso, mas improviso de quem sabe exatamente o que está fazendo. 🎯

No Júri, algumas oportunidades surgem no calor do plenário, e é nesse instante que a técnica precisa virar instinto. A ideia não era encenar, era provocar sensação: mostrar, e não apenas explicar. 👀🔥

Quando duas cabeças treinadas sustentam juntas, a técnica ganha corpo através da persuasão, como uma mistura de fogo e gasolina. O único resultado possível é uma explosão de argumentos difícil de ser ignorada. 💥⚖️

26/11/2025

No meio do plenário, parei tudo e dei uma “macarronada” no Matheus… pelas costas.
Sim, do nada. Sem combinar. Sem roteiro. Surpresa total.

E por quê?

Para mostrar aos jurados, na prática, o que é o recurso de dificultar a defesa da vítima: quando alguém é atacado de surpresa, sem qualquer chance real de reação, proteção ou fuga.

A teoria explica.
A prática escancara.

No Tribunal do Júri, sentir a tese é diferente de apenas ouvi-la. ⚖️

Endereço

Rua Silviano Brandão, 121, Sala 05
Formiga, MG

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5537998376146

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pablo Eduardo posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Pablo Eduardo:

Compartilhar