10/08/2025
Diariamente recebemos homens no escritório e muitos relatam o desejo de tirar suas vidas, sempre em situações de conflitos familiares, como parece ser o caso desse pai de família que desistiu da vida e de 2 filhos que tinha de outra relação.
O caso acima foi publicado em vários sites de notícias, todos insensíveis à sua vida, focando ao cenário de suposta violência doméstica.
Ninguém quer falar mas é preciso, a vida e um bem jurídico, a liberdade outro, a presunção de inocência e os princípios da ampla defesa e contraditório são máximas e precisamos sim, avaliar casos como esses.
Muitos homens vêm tirando suas vidas quando acusados ou presos, independente de terem ou não cometido algum tipo de violência, mas muitos dos casos a violência sequer aconteceu. Muitos mesmo, os homens sempre se suicidaram muito mais.
Vamos aos fatos públicos contidos nos autos:
1. Inexiste um único hematoma, corpo de delito, testemunha de agressões ou ameaças;
2. A suposta vítima tinha medidas protetivas contra 3 ex companheiros, isso mesmo, antes desse relacionamento, teve outros 3 relacionamentos em que declarou-se vítima, todos sem uma prova, testemunha ou hematoma;
3. A vítima teve um trauma muito grande em sua vida no ano de 2019, decorrente de um tumor e procedimento cirúrgico que necessitou retirar um órgão que invariavelmente causa imensos traumas as mulheres, o útero. Chegou a processar os médicos e hospital por erro médico;
4. O acusado de violência doméstica que foi preso e suicidou-se, alegou que a vítima vinha subtraindo dinheiro e que vinha fazendo práticas de bruxarias, investindo dinheiro nisso;
5. Ao saber que a suposta vítima tinha feito um BO, foi pessoal e espontaneamente até a delegacia para dar sua versão e quando lá estava, enviou uma mensagem relatando que iriam separar e que "hoje o bicho iria pegar", segundo ele essa expressão estava relacionada a separação e ao fim do relacionamento e não a uma ameaça. Ja foi suficiente mesmo lá ele estando vulnerável e entregue, para o seu encarceramento;
6. O juiz o libertou ele voltou pra casa e foi preso novamente e se matou.
Quem era a vítima? Ele ou ela? Ele iria matar ela? Os fatos levam a essa lógica?