CMP Advocacia Previdenciária

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CMP Advocacia Previdenciária Somos especialista em Previdência e em conseguir seus benefícios no INSS

Especializado na prestação de serviços jurídicos em matéria previdenciária aos segurados da Previdência Social, aos vinculados aos Regimes Próprios de Previdência, aos Militares, assim como em temas ligados à Previdência Privada e Fundos de Pensão.

25/09/2026

💬 “Colega, quando você realmente indica revisão de benefício? Conversa franca.” 👇
⚖️ Essa conversa acontece entre advogados previdenciários com muito mais frequência do que o público imagina. E a resposta técnica surpreende: revisão só vale quando existe fundamento concreto. Sem fundamento, virar processo é só desgaste.
📌 Situações em que a revisão pode ter fundamento técnico:
▪️ Erros de salário de contribuição no CNIS
▪️ Vínculos empregatícios que ficaram de fora do cálculo original
▪️ Tese jurisprudencial específica ainda não aplicada
▪️ Períodos especiais (insalubridade, periculosidade) não reconhecidos
▪️ Direito adquirido pela regra antiga não considerado
▪️ Regra de cálculo aplicada incorretamente
🚨 A armadilha que poucos comentam: existe o princípio da reformatio in pejus. Em alguns casos, ao revisar, o INSS pode identificar irregularidade que reduza o benefício ou aplicar regra que dê valor menor. Por isso análise técnica prévia é obrigatória. Sem projeção de cenário, o pedido de revisão vira aposta.
⚡ A ordem técnica correta antes de recomendar revisão:
▪️ Análise completa do CNIS pra identificar inconsistências
▪️ Estudo do processo administrativo original pra ver o que já foi analisado
▪️ Verificação do prazo decadencial de 10 anos contados do primeiro pagamento
▪️ Cálculo comparativo entre valor atual e valor projetado com a revisão
Só depois disso é possível saber se compensa e por qual fundamento entrar.
⚖️ Revisão bem-feita é análise técnica. Revisão sem análise é loteria.
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💬 Conte nos comentários se você já tentou ou pensou em pedir revisão do seu benefício.
ReformatioInPejus PlanejamentoPrevidenciario

24/09/2026

💙 “Aposentei em 2018. Achei o valor razoável e nunca mais parei pra pensar. Oito anos recebendo, oito anos sem conferir se o cálculo estava certo.” 👇
📌 Esse é o tipo de reflexão que a gente escuta com frequência. Pessoas que se aposentaram há anos e nunca fizeram análise técnica do próprio benefício — não por descuido, mas por entender, equivocadamente, que “conferir é querer briga com o INSS”.
⚖️ A análise técnica de um benefício previdenciário não é sobre desconfiar do INSS ou garantir aumento. É sobre SABER. Sobre entender se o cálculo foi feito corretamente, se algum vínculo ficou de fora do CNIS, se o coeficiente aplicado foi o mais vantajoso, se existe fundamento pra revisão — ou se está tudo em ordem.
📋 O que uma análise técnica costuma verificar:
▪️ Consistência dos salários de contribuição no CNIS
▪️ Vínculos empregatícios reconhecidos vs efetivamente exercidos
▪️ Regra de cálculo aplicada vs regras aplicáveis
▪️ Períodos especiais (insalubridade, periculosidade) considerados
▪️ Direito adquirido pela regra antiga
▪️ Teses jurisprudenciais aplicáveis ainda não avaliadas
🚨 Detalhe importante: análise técnica pode concluir que o benefício foi concedido corretamente — e essa também é uma resposta valiosa. Não é sobre garantir revisão. É sobre ter informação clara pra decidir com base técnica.
⚡ E existe um limite de tempo: o prazo decadencial pra revisão administrativa é de 10 anos contados do primeiro pagamento. Passado esse prazo, alguns fundamentos não podem mais ser discutidos.
⚖️ Um especialista pode analisar tecnicamente cada situação, com projeção de cenários (inclusive risco de reformatio in pejus, quando aplicável), antes de qualquer decisão sobre pedido formal.
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DireitoPrevidenciario MeuINSS

23/09/2026

⚖️ “Vale a pena pedir revisão do meu benefício?” Uma das dúvidas mais frequentes de quem já recebe algum benefício do INSS. A resposta técnica: depende. 👇
📌 Revisão de benefício não é decisão automática de “sim, sempre vale” nem de “não, nunca mexe”. Existem 3 pontos técnicos que definem se compensa entrar com o pedido:
✅ 1. QUANDO A REVISÃO PODE VALER:
▪️ Salários de contribuição INCORRETOS no CNIS
▪️ Vínculos empregatícios que ficaram de fora
▪️ INSS aplicou regra de cálculo errada
▪️ Existe tese jurisprudencial que ainda não foi analisada no caso
▪️ Períodos especiais não reconhecidos (insalubridade, periculosidade)
▪️ Direito adquirido pela regra antiga não considerado
🚨 2. QUANDO A REVISÃO NÃO VALE OU PODE PIORAR:
▪️ Reformatio in pejus: em alguns casos, a revisão pode resultar em benefício MENOR ou apontamento de irregularidade
▪️ Prazo decadencial de 10 anos contados do primeiro pagamento — passou disso, alguns fundamentos não podem mais ser discutidos
▪️ Casos em que os fundamentos técnicos já foram analisados e negados no processo administrativo original
▪️ Situações em que o custo emocional e temporal supera o ganho financeiro esperado
⚡ 3. A ORDEM CORRETA:
Análise técnica ANTES do pedido. Não é “pedir e ver o que acontece”. A ordem correta é:
▪️ Análise completa do CNIS
▪️ Estudo do processo administrativo original
▪️ Identificação das teses jurisprudenciais aplicáveis
▪️ Cálculo comparativo (valor atual x valor projetado com revisão)
▪️ Só depois se decide se compensa e por qual fundamento entrar
⚖️ Um especialista pode analisar tecnicamente cada situação e projetar o cenário antes de qualquer pedido formal.
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💬 Comenta REVISÃO se você recebe algum benefício do INSS e quer saber mais sobre o tema.
DireitoPrevidenciario MeuINSS

Revisão de benefício: o prazo de 10 anos que você não pode deixar passar ⏰Muita gente não sabe, mas existe um prazo para...
22/09/2026

Revisão de benefício: o prazo de 10 anos que você não pode deixar passar ⏰

Muita gente não sabe, mas existe um prazo para corrigir o valor da aposentadoria, e ele corre em silêncio. Entenda antes que seja tarde 👇

📌 O que é a revisão?
É um novo olhar sobre o cálculo da sua aposentadoria ou benefício, para verificar se o valor está correto. Se o INSS errou, esqueceu um período ou usou dados incorretos, a revisão busca corrigir, e você pode ter direito à diferença.

⏳ O prazo é de 10 anos
Ele começa a contar a partir do mês seguinte ao do seu primeiro pagamento. Depois desse período, o direito de revisar pode se perder para sempre, mesmo que exista erro no benefício.

⚡ Por que não deixar para depois?
Analisar um benefício leva tempo, exige reunir documentos e conferir o histórico todo. Quem espera o prazo quase acabar pode ficar sem margem para agir. Se você desconfia de algo, o momento de verificar é agora.

⚠️ Um cuidado importante
Nem toda revisão aumenta o valor, em alguns casos ela pode até diminuir. Por isso, antes de pedir, é essencial analisar se, no seu caso, ela realmente vale a pena.

O prazo corre para todos, mas poucos sabem disso. Conferir dentro dos 10 anos é o que garante o seu direito de corrigir.

💬 Você sabe há quanto tempo recebe o seu benefício? Conte nos comentários.
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Coelho, Martins e Pawlick | Advocacia Previdenciária

Revisão de benefício: quando vale a pena pedir em 2026? 💰Muitos aposentados desconfiam que recebem menos do que deveriam...
21/09/2026

Revisão de benefício: quando vale a pena pedir em 2026? 💰

Muitos aposentados desconfiam que recebem menos do que deveriam, e nem sempre é impressão. É aí que entra a revisão de benefício. Vamos entender 👇

📌 O que é a revisão?
É um novo olhar sobre o cálculo da sua aposentadoria ou benefício, para verificar se o valor foi calculado corretamente. Se houve erro, período não considerado ou dado errado, a revisão busca corrigir, e você pode ter direito à diferença.

🔎 Quando vale a pena investigar:
🔹 Faltam vínculos ou salários no seu histórico
🔹 Você teve trabalho especial (insalubre/perigoso) não contado
🔹 Houve tempo rural não reconhecido
🔹 O valor ficou abaixo do esperado, sem explicação clara

⏰ Atenção ao prazo: existe um prazo para pedir a revisão do cálculo, em regra 10 anos, contados a partir do mês seguinte ao primeiro pagamento. Passado esse período, o direito de revisar pode se perder.

⚠️ Um cuidado importante: nem toda revisão aumenta o valor. Em alguns casos, ela pode até diminuir. Por isso, antes de pedir, é essencial verificar se, no seu caso, ela realmente é vantajosa.

A revisão pode corrigir injustiças, mas só faz sentido quando os números mostram que vale a pena.

💬 Você já desconfiou que recebe menos do que deveria? Conte nos comentários.
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Coelho, Martins e Pawlick | Advocacia Previdenciária

18/09/2026

💙 “Perdi minha esposa em maio. Fiquei perdido. Não sabia se eu tinha algum direito no INSS.” 👇

📌 Esse é o tipo de relato que ouvimos com frequência. Pessoas que atravessam a perda de um familiar e não sabem que a lei prevê o amparo da pensão por morte.

⚖️ Quem a lei prevê como beneficiário:
▪️ Cônjuge ou companheiro (com união estável comprovada)
▪️ Filhos menores de 21 anos ou inválidos (sem limite de idade nesse caso)
▪️ Em casos específicos, pais e irmãos que dependiam economicamente

⏰ Atenção ao prazo importante: o pedido pode ser feito a qualquer tempo, mas os valores retroativos só voltam nos últimos 5 anos. E se o pedido é feito em até 90 dias após o falecimento, o benefício retroage à data do óbito. Passado esse prazo, retroage só à data do pedido. Apenas para filhos menores de 16 anos o prazo especial é maior: 180 dias (art. 74, I, da Lei 8.213/91, com redação da Lei 13.846/2019).

🛡️ A pensão por morte existe justamente pra isso: dar amparo financeiro pra família de quem contribuiu. Informação sobre o direito é proteção pra quem tá em momento vulnerável.

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💬 Conte nos comentários se conhece alguém que precisou desse benefício.

17/09/2026

⚖️ Dr. Thiago responde: as 3 dúvidas mais comuns sobre pensão por morte.

📌 1. QUEM TEM DIREITO?
▪️ Cônjuge ou companheiro em união estável comprovada
▪️ Filhos menores de 21 anos
▪️ Filhos inválidos (sem limite de idade)
▪️ Filhos com deficiência intelectual ou grave
▪️ Em casos específicos: pais e irmãos que dependiam economicamente, quando não há cônjuge ou filhos

⏰ 2. POR QUANTO TEMPO É PAGA?
Depende do beneficiário:
▪️ Filhos menores: até completar 21 anos
▪️ Filhos inválidos: enquanto durar a invalidez
▪️ Cônjuge/companheiro: depende de 3 fatores — tempo de casamento ou união, número de contribuições do falecido e idade do cônjuge na data do óbito. Pode ir de 3 anos até vitalício.

💰 3. QUAL O VALOR?
Regra nova (pós-Reforma da Previdência):
▪️ 50% do valor da aposentadoria a que o falecido teria direito
▪️ + 10% por cada dependente

Exemplos:
▪️ 1 dependente: 60% do benefício
▪️ 3 dependentes: 80% do benefício
▪️ 6 dependentes ou mais: 100% do benefício

⚡ Cada caso tem particularidades, especialmente na duração do benefício para o cônjuge. Um especialista pode analisar tecnicamente cada situação.

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💬 Comente PENSÃO se você tem dúvida específica sobre o tema.

16/09/2026

⚖️ Dá pra acumular pensão por morte com aposentadoria? Uma das dúvidas que mais confunde no direito previdenciário.

📌 Regra geral após a Reforma de 2019: Dá pra acumular, mas com regras específicas. Quem já recebe aposentadoria e passa a ter direito à pensão por morte (ou o contrário) pode receber os dois. Só que o benefício MENOR sofre redução, seguindo uma tabela progressiva.

📊 A tabela de redução do benefício menor:
▪️ Até 1 salário mínimo: recebe 100%
▪️ De 1 até 2 salários mínimos: 60% do que passa de 1 SM
▪️ De 2 até 3 salários mínimos: 40%
▪️ De 3 até 4 salários mínimos: 20%
▪️ Acima de 4 salários mínimos: 10%

O benefício MAIOR é sempre mantido integralmente.

⚡ Exemplo prático: se você recebe aposentadoria de R$ 5.000 e passa a ter direito a pensão por morte de R$ 2.000 (aproximadamente 1,3 salário mínimo), você recebe: R$ 5.000 da aposentadoria (integral, porque é o maior) + 100% da primeira faixa até 1 SM + 60% do que passar de 1 SM até 2 SM.

🛡️ Exceção importante: quem já acumulava os dois benefícios ANTES de 13 de novembro de 2019 tem direito adquirido pela regra antiga, sem essa redução. E existem outras exceções específicas, como acumulação de benefícios de regimes diferentes (RGPS + regime próprio).

⚖️ Cada caso tem particularidades. Um especialista pode analisar tecnicamente cada situação.

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📤 Compartilhe com quem tem dúvida sobre acumulação.
💬 Comente ACUMULA se você já recebe algum benefício e tem essa dúvida.

15/09/2026

⚖️ Passou por uma perícia do INSS depois de um acidente e ficou sem resposta clara? Existem detalhes técnicos que a perícia inicial nem sempre consegue avaliar com profundidade.

A perícia médica do INSS trabalha com avaliação técnica pontual — muitas vezes sem tempo pra aprofundar aspectos que só aparecem no dia a dia da profissão. E aí entram 3 pontos que costumam passar despercebidos:

⚡ 3 coisas que a perícia inicial do INSS nem sempre avalia:

▪ Sequelas que aparecem meses depois — dificuldade de movimento, dificuldade de força ou artrose pós-traumática que só se manifestam com o tempo, depois que a perícia inicial já foi feita;

▪ Limitações sutis que não impedem o trabalho em geral, mas afetam seu desempenho específico — pra pedreiro, cozinheira, motorista ou qualquer profissão
que exige movimento particular;

▪ Impacto funcional real — a redução da produtividade, o cansaço extra, a necessidade de fazer pausas, tudo isso muitas vezes não aparece no laudo pericial.

️ Detalhe técnico importante: a lei prevê a análise da real redução da capacidade laboral — não apenas a limitação genérica. Um especialista pode avaliar aspectos que uma perícia sumária não abordou, com base em documentação médica complementar e
análise da profissão específica.

⚖️ Se você passou por perícia e sente que a análise não considerou o impacto real no seu
trabalho, vale entender tecnicamente se seu caso comporta reavaliação.

Comenta PERÍCIA ou manda sua dúvida nos comentários.

14/09/2026

⚖️ Sofreu um acidente e ainda sente as consequências no seu trabalho? Muita gente não sabe que a lei prevê um benefício pra essa situação.

O auxílio-acidente é um benefício mensal do INSS pra quem carrega sequela permanente que reduz a capacidade laboral. Ele funciona como um valor a mais no orçamento — pago junto com o salário do seu emprego.

Não é aposentadoria. Não faz você parar de trabalhar.

⚡ 3 situações comuns que costumam dar direito:

▪ Acidente de trânsito com sequela que afeta o seu trabalho
▪ Queda em casa que deixou uma limitação de movimento ou de força
▪ Lesão no esporte que reduziu a sua capacidade de trabalhar

️ Detalhes técnicos importantes:
▪ A lei prevê pra acidente de QUALQUER natureza — não é só trabalho
▪ O direito ao benefício não prescreve — acidente antigo ainda pode ser analisado
▪ As parcelas atrasadas voltam nos últimos 5 anos contados do pedido
▪ Você continua trabalhando normalmente enquanto recebe

⚖️ Cada caso tem particularidades. Um especialista pode analisar tecnicamente a sua
situação — o tipo do acidente, a natureza da sequela e o impacto real na sua capacidade laboral.

Endereço

Florianópolis, SC

Horário de Funcionamento

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13:30 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00
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Quinta-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 12:00
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Telefone

+558000255008

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