22/10/2020
Nós somos mais de sete bilhões de pessoas no mundo. Todos precisando de alimentos e muitos querendo um estilo de vida cada vez mais alto, com comodidades e confortos que incluem máquinas, aparelhos, vestuário diversificado, automóveis, etc..
Os menos favorecidos, mesmo sem acesso a isso tudo, precisam alimentar-se e, sem capacidade de compra, buscam inclusive animais silvestres. Trabalhando em minas, desmatamento, entre outras atividades primárias, também alteram o habitat de vírus desconhecidos, em seres vivos, carregando- os consigo e transmitindo-os. É o caso de morcegos, cobras, insetos, pangolins, etc.. Tivemos gripes, SARS, ebola, aids, diversos corona.
Assim estamos interferindo com tanta violência e voracidade (homens cupins) no meio ambiente que, em 2050, tanto já teremos diversas outras pandemias quanto o esgotamento do planeta.
Muitos países, incluindo o Brasil, tem legislação protetivas e preventiva do meio ambiente e animais, por exemplo.
O problema é a fiscalização, a corrupção e a efetividade na aplicação da lei.
Assim, o problema da humanidade é, do início ao fim, a contenção do próprio homem em sua inconsciência e voracidade.
O Direito, como sistema de regramento e proteção, sem efetividade, de nada serve.
A única saída para que 2050 não seja a realidade anunciada por estudiosos e pesquisadores da área, é a conscientização de 100% dos habitantes deste planeta, através da educação de muita qualidade ligada à efetividade da lei, especialmente sobre quem detém o poder econômico e político.
A educação, além disso, deve conter esclarecimento sobre a superpopulação mundial.