Isabella Nogueira

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Isabella Nogueira Direito Empresarial – FGV

Wealth, Succession & Cross-Border Advisory | Governança familiar e empresarial • Ownership Strategy • Planejamento patrimonial • Sucessão familiar e empresarial | MSc Law & Management – Universidade de Lisboa | LL.M. O escritório Isabella Nogueira Advocacia surgiu do interesse em conjugar inovação, criatividade, ética e qualidade de trabalho, pautados no empenho e dedicação individualizada a cada um de seus clientes. A política desse escritório consiste na dinâmica de serviço de sua equipe, dedicada a solução e prevenção de conflitos, bem como a satisfação de seus clientes, razão pela qual se compromete integralmente a prestar o atendimento mais adequado, completo e personalizado que cada situação exigir. A clareza, nas nossas abordagens jurídicas, o compromisso com os resultados e a confiança que criamos em nossos clientes são os pilares em que baseamos nosso ofício.

Há mãos que não aparecemnas páginas que assinamos.Estiveram ali antes,quando a palavra era apenas tentativae o mundo, um...
15/10/2026

Há mãos que não aparecem
nas páginas que assinamos.

Estiveram ali antes,
quando a palavra era apenas tentativa
e o mundo, uma frase por terminar.

Feliz dia aos Professores!

Há mãos que não aparecemnas páginas que assinamos.Estiveram ali antes,quando a palavra era apenas tentativae o mundo, um...
15/10/2026

Há mãos que não aparecem
nas páginas que assinamos.

Estiveram ali antes,
quando a palavra era apenas tentativa
e o mundo, uma frase por terminar.

Feliz Dia dos Professores!

Alguns encontros continuam reverberando depois que terminam.No dia 24 de setembro, realizamos a 1ª Conferência de Direit...
10/10/2026

Alguns encontros continuam reverberando depois que terminam.

No dia 24 de setembro, realizamos a 1ª Conferência de Direito Internacional da OAB/SC, promovida pela Comissão de Direito e Relações Internacionais, sob o tema “Fronteiras do Direito Internacional: Família, Patrimônio e Estruturas Jurídicas Globais”.

Como secretária da Comissão, acompanhei de perto a construção desse momento. Também tive a oportunidade de integrar o primeiro painel, dedicado ao Direito Internacional de Família e à proteção patrimonial.

Na palestra “Herdeiros de estruturas, órfãos de governança: planejamento patrimonial internacional e o que famílias empresárias precisam além das estruturas jurídicas”, compartilhei uma questão central no meu trabalho: estruturas jurídicas podem organizar patrimônio, propriedade e sucessão, mas a continuidade de uma família empresária também depende de governança, diálogo e processos de decisão.

A Conferência marcou ainda o lançamento da primeira edição do Compêndio de Direito Internacional – Temas Relevantes 2026, publicação da Comissão para a qual contribuí com um artigo sobre o tema.

Reunir profissionais de diferentes áreas, compartilhar uma pesquisa que venho desenvolvendo há anos e ver a Conferência ganhar forma tornou esse dia especialmente significativo para mim.

Ficam aqui alguns registros desse encontro, que ocupa um lugar importante na minha trajetória e da nossa Comissão, que está animada para os próximos projetos.

O crescimento de 117% do ITCMD inscrito em dívida ativa em Santa Catarina revela um aspecto importante da transmissão pa...
10/10/2026

O crescimento de 117% do ITCMD inscrito em dívida ativa em Santa Catarina revela um aspecto importante da transmissão patrimonial: os custos de uma sucessão podem se tornar um problema quando encontram uma família despreparada.

Os números oficiais ajudam a compreender por que antecipar decisões patrimoniais pode fazer tanta diferença.

E na sua família, a sucessão já foi pensada também sob a perspectiva financeira?

Alguns encontros continuam reverberando depois que terminam.No dia 24 de setembro, realizamos a 1ª Conferência de Direit...
08/10/2026

Alguns encontros continuam reverberando depois que terminam.

No dia 24 de setembro, realizamos a 1ª Conferência de Direito Internacional da OAB/SC, promovida pela Comissão de Direito e Relações Internacionais, sob o tema “Fronteiras do Direito Internacional: Família, Patrimônio e Estruturas Jurídicas Globais.

Como secretária da Comissão, acompanhei de perto a construção desse momento junto à nossa presidente Débora Pinter . Também tive a oportunidade de integrar o primeiro painel, dedicado ao Direito Internacional de Família e à proteção patrimonial.

Na palestra **“Herdeiros de estruturas, órfãos de governança: planejamento patrimonial internacional e o que famílias empresárias precisam além das estruturas jurídicas”**, compartilhei uma questão central no meu trabalho: estruturas jurídicas podem organizar patrimônio, propriedade e sucessão, mas a continuidade de uma família empresária também depende de governança, diálogo e processos de decisão.

A Conferência marcou ainda o lançamento da primeira edição do Compêndio de Direito Internacional – Temas Relevantes 2026, publicação da Comissão para a qual contribuí com um artigo sobre o tema.

Reunir profissionais de diferentes áreas e regiões, compartilhar uma pesquisa que venho desenvolvendo há tantos anos e ver a Conferência ganhar forma tornou esse dia especialmente significativo para mim.

Ficam aqui alguns registros desse encontro, que ocupa um lugar importante na minha memória.

Giorgio Armani deixou 40% dos direitos de voto da empresa para o companheiro de 45 anos.As irmãs não receberam nenhum.Nã...
10/09/2026

Giorgio Armani deixou 40% dos direitos de voto da empresa para o companheiro de 45 anos.

As irmãs não receberam nenhum.

Não foi descuido. Foi desenho.

Ele era fundador, controlador, dirigente, referência criativa e principal intérprete da identidade da marca. Nenhuma pessoa poderia substituir tudo isso ao mesmo tempo. A solução foi decompor o poder: a Fundação Giorgio Armani com 30% dos votos e assento permanente na estrutura, um Conselho de Administração de oito membros com quatro conselheiros sem funções executivas, e um administrador delegado escolhido dentro de casa.

O testamento ainda determinou a venda de 15% da companhia que ele passou cinco décadas mantendo independente, com prioridade para LVMH, L’Oréal e EssilorLuxottica.

Um ano depois, o primeiro balanço consolidado fechou praticamente no zero e a venda já foi adiada.

A estrutura atravessou a primeira transição. Isso ainda não significa que ela funcione.

Governança não é testada quando todos concordam em preservar aquilo que acabou de ser perdido. É testada na primeira decisão sobre a qual pessoas razoáveis discordam.

Escrevi sobre o que esse caso ensina a famílias empresárias brasileiras, e sobre por que a pergunta relevante talvez não seja como impedir que a empresa seja vendida, mas o que precisa permanecer protegido caso a propriedade mude. Texto completo no link do perfil.

Uma pergunta que costumo fazer em reuniões de família: a sua família precisa continuar dona de 100% do negócio para que o projeto empresarial continue existindo?

E se eu trabalhasse com famílias empresárias nos anos 80?O computador seria outro. O telefone também. A quantidade de pa...
07/09/2026

E se eu trabalhasse com famílias empresárias nos anos 80?

O computador seria outro. O telefone também. A quantidade de papel, certamente, muito maior.

Mas algumas das questões sobre a mesa provavelmente seriam bastante familiares: quem controla, quem sucede, como preservar patrimônio, como organizar relações entre família, propriedade e empresa e como atravessar fronteiras sem perder coerência.

Quarenta anos depois, as ferramentas mudaram radicalmente. As perguntas fundamentais, nem tanto.

Minha versão anos 80, segundo a IA.

Famílias chinesas com trusts offshore têm até 22 de outubro para regularizar passivos históricos. O que está em jogo, po...
27/08/2026

Famílias chinesas com trusts offshore têm até 22 de outubro para regularizar passivos históricos. O que está em jogo, porém, não é só chinês.

Em 24 de julho de 2026, o Ministério das Finanças e a State Taxation Administration da China publicaram o Anúncio nº 21/2026, com regras próprias de imposto de renda para trusts offshore, acompanhado do Anúncio nº 15/2026, sobre administração e conformidade. A norma abriu uma janela de noventa dias para declaração e pagamento de passivos anteriores.

Menos de um mês depois, advogados e family offices já relatavam famílias revendo estruturas, avaliando a liquidação de trusts e, em alguns casos, considerando a venda de ativos para gerar liquidez. Segundo levantamento do Boston Consulting Group, o universo potencialmente afetado alcança cerca de US$ 1,2 trilhão em ativos offshore detidos por indivíduos de patrimônio ultra-elevado da China continental.

A notícia se refere à China. No entanto, o alerta é global.

E o ponto central não é a alíquota. É que uma estrutura juridicamente localizada fora do país não está, apenas por esse fato, fora do alcance da jurisdição fiscal de quem a instituiu ou dela se beneficia.

Com o Common Reporting Standard ampliado, o Crypto-Asset Reporting Framework e o uso crescente de análise de dados pelas administrações tributárias, o que está diminuindo não é a internacionalização do patrimônio. É a opacidade!

A experiência chinesa funciona como um teste de estresse em escala real. Quando uma das premissas sobre as quais a arquitetura patrimonial foi construída se altera, descobre-se se ela tinha fundamento próprio ou apenas dependia daquela premissa.

Daí uma pergunta que toda estrutura internacional deveria ser capaz de responder:

Se o benefício fiscal desaparecesse amanhã, ela ainda teria razão para existir?

Se a resposta for sim, há por trás dela uma lógica patrimonial, sucessória ou de governança capaz de sobreviver à mudança. Se for não, talvez o risco não esteja na próxima reforma tributária. Talvez já esteja na própria estrutura.

Leia a análise completa no artigo do meu blog - link na bio.

Quando se fala em proteção patrimonial, a conversa frequentemente começa pela pergunta errada.“Qual holding devo criar?”...
24/08/2026

Quando se fala em proteção patrimonial, a conversa frequentemente começa pela pergunta errada.

“Qual holding devo criar?”

A estrutura, porém, deveria ser uma consequência da análise, não o seu ponto de partida.

A recente operação envolvendo a compra da Avibras pelos irmãos Batista oferece um bom exemplo.

Embora Joesley e Wesley Batista controlem um dos maiores conglomerados empresariais do país, o contrato para aquisição de 100% da Nova AVB, controladora da Avibras Aeroco, foi firmado pela Globe Investimentos, veículo de investimentos da família e apresentado na operação como seu family office.

Não sabemos, a partir das informações públicas, quais razões específicas determinaram essa escolha. E não seria correto presumir.

O que o desenho societário permite observar é outra coisa.

Ativos pertencentes aos mesmos controladores não precisam, necessariamente, permanecer dentro da mesma estrutura nem compartilhar a mesma exposição jurídica e econômica.

Uma empresa operacional possui riscos próprios. Um novo investimento pode ter outra natureza, outro horizonte, outra lógica de governança e outro perfil de risco.

É por isso que proteção patrimonial não deveria ser tratada como sinônimo de blindagem.

Ela começa pela organização.

Quais são os ativos? Quais atividades geram riscos? O que precisa permanecer integrado? O que deveria estar separado? Qual é a função de cada estrutura dentro do patrimônio da família?

Só depois dessas respostas vêm os instrumentos.

O caso dos irmãos Batista envolve cifras bilionárias. O princípio, não.

No carrossel, explico o raciocínio. No artigo completo, aprofundo a análise da operação e o que ela pode ensinar sobre organização e proteção patrimonial.

Artigo completo no link da bio.

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