24/09/2026
Ao fazer uma procuração, você autoriza outra pessoa a agir em seu nome. Mas isso não significa, necessariamente, dar autorização para ela fazer tudo.
A procuração pode conceder poderes gerais, normalmente relacionados a atos de administração, ou trazer poderes específicos, indicando expressamente determinados atos que o procurador estará autorizado a praticar.
Por exemplo: administrar determinados interesses é diferente de autorizar alguém a vender um imóvel, movimentar contas bancárias, fazer uma doação ou realizar outros negócios que exigem poderes expressos e especiais.
Por isso, uma procuração deve ser feita pensando na sua finalidade: quem irá representar você, para quê e quais “portas” essa pessoa realmente precisa ter autorização para abrir?
Precisa nomear alguém para agir em seu nome? Procure o Cartório de Notas e explique o que você precisa realizar.
Salve este post e compartilhe com quem precisa entender que dar uma procuração não significa, necessariamente, “dar poderes para tudo”.