17/08/2021
Para que a definição do regime tributário mais adequado possa ser tomada, é preciso verificar se a empresa se enquadra no porte, atividade e demais exigências de cada regime tributário e após, identificar quais opções a empresa pode escolher, além de ser recomendado fazer uma simulação de quanto a empresa deveria pagar em cada tipo de regime disponível com base no faturamento do exercício e na projeção do próximo exercício.
O regime do Simples Nacional, por exemplo, é o que dá menos trabalho para se gerir, pois os tributos são calculados com base no faturamento da empresa, sendo necessário informar apenas a receita bruta mensal.
Já o lucro presumido é calculado sobre uma base presumida de tributação, os tributos são calculados de acordo com essa base presumida sobre o faturamento e o lucro, o que já demanda um controle contábil e financeiro maior do que o do Simples Nacional.
O lucro real certamente é o que dá mais trabalho para ser contabilizado, pois os tributos sobre o lucro, por exemplo, são calculados sobre o lucro efetivo que a empresa tiver.
Para isso é preciso lançar todas as entradas e saídas, além de observar na legislação as hipóteses de ajustes fiscais, que são algumas despesas que podem ser deduzidas da base de cálculo dos tributos sobre o lucro, além das contribuições sobre a receita, que também têm a mesma situação de dedução, mas com suas peculiaridades.
Para que a escolha do regime de tributação seja a mais adequada possível, é preciso fazer um diagnóstico tributário com base em projeções e/ou informações do ano corrente para simular quanto se pagaria de tributo em cada um dos regimes tributários que a empresa pode se enquadrar.
Para obter mais informações, acesse o material que elaboramos e entre em contato, teremos o maior prazer em atendê-lo.