20/08/2026
Três dias de evento, muitas anotações e algumas reflexões que quero levar comigo — não apenas para o meu trabalho, mas para a vida.
Aprendi que o longo prazo sempre bate na porta certa. Mas, enquanto ele não chega, é preciso continuar, preparar a porta e estar pronta para reconhecer a oportunidade quando ela aparecer.
Também fui lembrada de que a vontade vem de dentro para fora. Que crescer exige autenticidade, coerência e coragem para sustentar aquilo em que acreditamos — mesmo quando nem todos gostam de nós ou compreendem as nossas escolhas.
Uma das reflexões que mais me marcou veio da minha amiga Thalita: decisão é o que nos leva para o próximo nível.
Porque faturar mais não significa, necessariamente, crescer. Crescer é transformar movimento em lucro e construir uma empresa que não apenas prospere, mas que também devolva: liberdade, possibilidades e a vida que sonhamos viver.
Empreender também é ter coragem de seguir o próprio instinto, aceitar que os erros fazem parte do processo e acordar todos os dias com sede de vitória.
Afinal, como ouvi por aqui, “os doidos só se tornam gênios depois que dá certo”.
Mas, entre tantos aprendizados, talvez o que mais tenha conversado comigo tenha sido compreender que vender é oferecer a solução para um problema que o cliente não quer enfrentar sozinho.
Mais do que pensar no serviço que ofereço, quero me lembrar sempre de perguntar: qual transformação o meu trabalho pode proporcionar à vida de quem confia em mim?
No fim, empreender é olhar para dentro, acreditar na própria verdade e ter coragem de mostrar, por meio da nossa empresa, quem realmente somos.
É enxergar problemas como oportunidades de criar soluções e transformar vidas por meio daquilo que fazemos.
Volto desses três dias com mais clareza, coragem e vontade de construir — não apenas um negócio que cresça, mas um trabalho verdadeiro, lucrativo e capaz de transformar e devolver. 🤎