22/05/2026
Nos anos 80, correr na rua no Brasil não era comum.
Não existia cultura fitness, nem esse conceito de lifestyle esportivo que vemos hoje.
Quem buscava roupa de qualidade tinha duas opções: pagar caro em produtos importados ou se contentar com o básico. Existia um espaço claro no mercado — e alguém precisava enxergar isso.
Foi nesse cenário que nasceu a Track & Field.
Desde o início, a marca fez uma escolha que mudaria tudo: em vez de competir por preço, decidiu competir por estilo de vida.
Lojas bem posicionadas, produtos técnicos com design e uma experiência mais sofisticada. Mas o verdadeiro ponto de virada veio anos depois, quando a marca entendeu que vender produto não era suficiente.
Era preciso criar conexão.
Com o Track & Field Run Series, a marca passou a organizar corridas, reunir pessoas e construir uma comunidade em torno do esporte. O cliente deixou de ser apenas consumidor e passou a fazer parte de algo maior.
Hoje, a marca é um ecossistema. Está nas lojas, nas ruas, nos eventos e na rotina das pessoas.
E é justamente aí que entra um ponto que muitos negócios ignoram: quando você constrói esse nível de presença, o valor não está mais só no produto — está na marca, na experiência e no espaço que você ocupa na mente do cliente.
E tudo isso precisa estar protegido.
Porque no fim, não é só sobre crescer.
É sobre garantir que aquilo que você construiu continue sendo seu.
Suprema Marcas e Patentes
Protegendo marcas que constroem mais do que produtos: constroem posicionamento.