Datalege Consultoria Empresarial

Datalege Consultoria Empresarial Consultoria empresarial especializada na implantação da LGPD. Promove cursos e certificações DPO.

O uso de ferramentas como ChatGPT e outras inteligências artificiais já faz parte da rotina de muitos colaboradores. O p...
22/05/2026

O uso de ferramentas como ChatGPT e outras inteligências artificiais já faz parte da rotina de muitos colaboradores. O problema é que, sem governança e políticas claras, informações estratégicas, dados de clientes, contratos e até documentos internos podem ser inseridos nessas plataformas sem a empresa perceber.

Esse comportamento pode gerar exposição indevida de informações confidenciais, riscos de propriedade intelectual e até impactos relacionados à LGPD, dependendo do tipo de dado compartilhado. O desafio não está apenas na tecnologia, mas na forma como ela está sendo utilizada dentro da organização.

Por isso, empresas precisam estabelecer regras claras para o uso de IA, treinar colaboradores e definir quais informações podem ou não ser utilizadas nessas ferramentas. A Datalege apoia organizações na construção de políticas de governança para IA, segurança da informação e proteção de dados, permitindo inovação com responsabilidade.

Mario Toews, sócio da Datalege e especialista em Segurança da Informação, participou de uma reportagem da CBN Curitiba c...
21/05/2026

Mario Toews, sócio da Datalege e especialista em Segurança da Informação, participou de uma reportagem da CBN Curitiba comentando sobre o chamado “golpe da falsa traição”, que levou uma moradora do Paraná a perder quase R$ 60 mil.

O caso mostra como criminosos utilizam engenharia social, pressão emocional e manipulação psicológica para induzir vítimas a realizarem transferências e compartilharem informações. Em entrevista, Mario destacou a importância da atenção a abordagens suspeitas, da validação de informações e da conscientização digital como formas de prevenção.

Golpes digitais evoluem constantemente e informação continua sendo uma das principais ferramentas de proteção.
Confira em: https://bit.ly/falsatraicaoCBN

Foto: PCPR

19/05/2026

Mario Toews, sócio da Datalege e especialista em Segurança da Informação, participou de uma reportagem da RIC comentando sobre a implementação do novo sistema de check-in online obrigatório em hotéis no Brasil.

A mudança traz mais agilidade e modernização para o setor, mas também levanta pontos importantes sobre proteção de dados, segurança da informação e responsabilidade no tratamento de informações pessoais dos hóspedes. Em entrevista, Mario destacou a importância de que a digitalização desses processos venha acompanhada de governança, controles de segurança e conformidade com a LGPD.

A tecnologia traz eficiência, mas quando envolve dados pessoais, inovação e responsabilidade precisam caminhar juntas.

Em um mercado cada vez mais orientado por dados, maturidade digital deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passo...
16/05/2026

Em um mercado cada vez mais orientado por dados, maturidade digital deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a influenciar diretamente o valor percebido de uma empresa. Organizações com processos estruturados, segurança da informação e governança de dados bem definida transmitem mais previsibilidade, confiança e solidez para investidores, parceiros e potenciais compradores.

Em processos de investimento, due diligence, fusões ou negociações estratégicas, falhas em proteção de dados, ausência de conformidade com a LGPD ou incidentes de segurança podem reduzir valuation, gerar passivos ocultos e comprometer oportunidades de crescimento.

Por outro lado, empresas que tratam dados com governança demonstram gestão de risco, maturidade operacional e visão de longo prazo. A Datalege apoia organizações na construção dessa maturidade, integrando LGPD, segurança da informação e governança como ativos estratégicos do negócio.

O setor financeiro continua sendo um dos principais alvos de golpes corporativos. Transferências indevidas, alteração de...
15/05/2026

O setor financeiro continua sendo um dos principais alvos de golpes corporativos. Transferências indevidas, alteração de dados bancários, boletos falsos e solicitações urgentes feitas por e-mail ou WhatsApp são algumas das estratégias mais usadas por criminosos para explorar falhas humanas e brechas nos processos internos.

Na maioria dos casos, o ataque não começa com uma invasão tecnológica, mas com técnicas de engenharia social, que exploram confiança, urgência e falta de validação. Sem controles adequados, uma única ação pode gerar perdas financeiras, exposição de dados e impactos reputacionais relevantes para a empresa.

Por isso, proteger o financeiro exige mais do que tecnologia. Processos de dupla validação, revisão de acessos, treinamento de equipes e políticas claras de aprovação são medidas essenciais para reduzir riscos. A Datalege apoia empresas na estruturação de governança, prevenção a fraudes e fortalecimento da segurança da informação em áreas críticas do negócio.

Quando um colaborador deixa a empresa, o desligamento não termina apenas com a devolução de crachá ou equipamentos. Um d...
11/05/2026

Quando um colaborador deixa a empresa, o desligamento não termina apenas com a devolução de crachá ou equipamentos. Um dos riscos mais negligenciados pelas organizações está justamente na manutenção de acessos ativos a sistemas, e-mails, plataformas em nuvem e bases de dados.

Ex-colaboradores com permissões indevidas podem representar riscos operacionais, jurídicos e até incidentes de segurança, seja por falhas internas, uso indevido ou ausência de controles no processo de offboarding. Além da segurança da informação, esse cuidado também está diretamente relacionado à governança e à conformidade com a LGPD.

Por isso, processos de desligamento precisam incluir revisão de acessos, bloqueio imediato de credenciais, transferência segura de informações e registro das ações realizadas. A Datalege apoia empresas na estruturação de políticas e processos de governança para reduzir riscos e fortalecer a proteção de dados em toda a jornada do colaborador.

Muitas empresas ainda adotam a lógica de que guardar mais dados significa ter mais controle ou mais oportunidades de neg...
07/05/2026

Muitas empresas ainda adotam a lógica de que guardar mais dados significa ter mais controle ou mais oportunidades de negócio. Mas, na prática, o armazenamento excessivo pode se transformar em um risco silencioso para a organização.

Pela ótica da LGPD, dados pessoais devem ser tratados com finalidade clara, necessidade e proporcionalidade. Manter informações sem justificativa, por tempo indeterminado ou sem critérios de descarte, aumenta a superfície de ataque, eleva custos de segurança e pode gerar exposição jurídica em caso de incidentes ou fiscalizações.

Mais dados nem sempre significam mais valor. Em muitos casos, significam mais responsabilidade, mais risco e mais passivo. A Datalege apoia empresas na revisão de fluxos, políticas de retenção e governança de dados, ajudando a transformar conformidade em proteção real para o negócio.

A Booking.com confirmou um ataque hacker que resultou no vazamento de dados de clientes, reforçando um cenário cada vez ...
29/04/2026

A Booking.com confirmou um ataque hacker que resultou no vazamento de dados de clientes, reforçando um cenário cada vez mais frequente: grandes plataformas digitais também estão vulneráveis a incidentes de segurança.

O caso chama atenção para um ponto crítico. Mesmo empresas com alta maturidade tecnológica podem ser impactadas quando há falhas em processos, acessos ou na cadeia de terceiros. Os dados expostos podem ser utilizados em golpes, fraudes e ataques direcionados, ampliando o impacto para além do incidente inicial.

Para empresas, o alerta é claro. Segurança da informação não é apenas tecnologia, mas governança, controle de acessos, monitoramento contínuo e gestão de riscos. Em um ambiente digital cada vez mais conectado, proteger dados é proteger o negócio, a reputação e a confiança dos clientes.

Uma recente notícia revelou o vazamento de dados em sistemas ligados às polícias no Brasil, expondo informações sensívei...
27/04/2026

Uma recente notícia revelou o vazamento de dados em sistemas ligados às polícias no Brasil, expondo informações sensíveis e reforçando um problema recorrente: falhas estruturais na gestão e proteção de dados, mesmo em ambientes críticos.

O caso evidencia que o risco não está apenas em ataques sofisticados, mas também na ausência de controles adequados, gestão de acessos e monitoramento contínuo. Quando dados desse nível são expostos, os impactos vão além da privacidade, atingindo segurança pública, confiança institucional e responsabilidade legal.

Para empresas, o alerta é direto. Independentemente do setor, a proteção de dados exige governança real, processos estruturados e controle efetivo sobre quem acessa, como acessa e para que acessa as informações. Vazamentos não são apenas falhas técnicas, são falhas de gestão.

Para o restante de 2026, a LGPD tende a avançar em um cenário mais rigoroso e estruturado. A expectativa é de maior atua...
24/04/2026

Para o restante de 2026, a LGPD tende a avançar em um cenário mais rigoroso e estruturado. A expectativa é de maior atuação da ANPD, com intensificação de fiscalizações, aplicação de sanções e evolução de regulamentações, especialmente em temas como inteligência artificial, dados sensíveis e proteção de crianças e adolescentes.

Esse contexto reforça que a LGPD deixou de ser um projeto inicial e passou a exigir maturidade contínua das empresas. Governança de dados, gestão de riscos, monitoramento e capacidade de resposta a incidentes serão cada vez mais cobrados na prática.

Para as organizações, o recado é claro: ainda em 2026, será fundamental sair do nível documental e evoluir para uma gestão efetiva de dados. Empresas que estruturarem processos sólidos e integrarem a proteção de dados à estratégia estarão mais preparadas para um ambiente regulatório mais ativo e exigente.

Com o avanço da inteligência artificial, especialmente modelos baseados em RAG (Retrieval-Augmented Generation), muitas ...
22/04/2026

Com o avanço da inteligência artificial, especialmente modelos baseados em RAG (Retrieval-Augmented Generation), muitas empresas passaram a utilizar suas próprias bases de dados para gerar respostas mais precisas e contextualizadas. No entanto, esse movimento traz um risco pouco visível: o uso indevido de dados pessoais nessas bases.

Quando informações sensíveis ou dados pessoais são inseridos sem controle adequado, a IA pode acessá-los, processá-los e até expô-los em respostas, gerando violações à LGPD. O problema não está apenas na tecnologia, mas na ausência de governança sobre os dados que alimentam esses sistemas.

O uso de IA exige mais do que inovação. Exige controle sobre a origem dos dados, definição de bases legais, revisão de conteúdos e monitoramento contínuo. Sem isso, o que deveria gerar eficiência pode se tornar um risco jurídico e reputacional significativo.

A Datalege apoia empresas na implementação segura de soluções de IA, garantindo alinhamento com a LGPD, governança de dados e mitigação de riscos no uso de novas tecnologias.

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