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Nesta foto esta minha mulher e minhas filhas, tenho muito orgulho da mãe que você é e de como construímos nossa família....
10/05/2020

Nesta foto esta minha mulher e minhas filhas, tenho muito orgulho da mãe que você é e de como construímos nossa família.
Também preciso aproveitar esse dia e homenagear minha mãe que com muita garra criou eu e meus irmãos. Obrigado por tudo mãe.
Amo vocês.
Para todas as mães, um feliz dia.

Essa foto foi tirada no ano de 2018. Você consegue visualizar meus pais, eu e meus 4 irmãos. Que saudade de estarmos jun...
09/05/2020

Essa foto foi tirada no ano de 2018. Você consegue visualizar meus pais, eu e meus 4 irmãos. Que saudade de estarmos juntos e poder nos abraçar como na foto. Que Deus nos abençoe e que possamos nos abraçar novamente.

Os pagamentos do 13º ou gratif**ação natalina, devem ser feitos usando como base de cálculo a remuneração integral do tr...
08/05/2020

Os pagamentos do 13º ou gratif**ação natalina, devem ser feitos usando como base de cálculo a remuneração integral do trabalhador, ou seja com todos os benefícios e não considerando apenas o salário base. Porém nos anos de 2002 a 2006 isso não aconteceu, foi considerado no cálculo apenas o salário base, assim fazendo muitos servidores f**arem sem o recebimento completo previsto na constituição federal (Art. 7º, VIII). Saiba mais acessando wladvocacia.adv.br ou clique no link da bio.

Todos os servidores públicos ativos nos anos de 2002 a 2006 que recebiam algum tipo de gratif**ação além do salário base...
07/05/2020

Todos os servidores públicos ativos nos anos de 2002 a 2006 que recebiam algum tipo de gratif**ação além do salário base, os aposentados que estavam ativos nesse período também recebem. Quer saber mais? Entre no blog e leia a matéria completa: wladvocacia.adv.br ou clique no link da bio.

Os pagamentos do 13º ou gratif**ação natalina, devem ser feitos usando como base de cálculo a remuneração integral do tr...
06/05/2020

Os pagamentos do 13º ou gratif**ação natalina, devem ser feitos usando como base de cálculo a remuneração integral do trabalhador, ou seja com todos os benfícios e não considerando apenas o salário base. Porém nos anos de 2002 a 2006 isso não aconteceu, foi considerado no cálculo apenas o salário base, assim fazendo muitos servidores f**arem sem o recebimento completo previsto na constituição federal (Art. 7º, VIII).

NÃO, para receberem o que a prefeitura esta devendo, os trabalhadores podem recorrer a um advogado de sua preferência e ...
05/05/2020

NÃO, para receberem o que a prefeitura esta devendo, os trabalhadores podem recorrer a um advogado de sua preferência e entrar com a ação para resgate do valor, devido a lei da RPV, requisição de pequeno valor, na mesma o município não precisa esperar para fazer previsão orçamentária e quando deferido pelo Juiz, o município tem até 180 dias para pagar. Dessa forma o servidor ganha agilidade no seu processo.

A Prefeitura foi condenada, pelo TJ-PR, a realizar o pagamento que ficou em débito aos trabalhadores pelo período de 5 a...
04/05/2020

A Prefeitura foi condenada, pelo TJ-PR, a realizar o pagamento que ficou em débito aos trabalhadores pelo período de 5 anos, de 2002 a 2006, porém até o presente momento ainda não aconteceu. O SISMUC, Sindicato dos Servidores Públicos de Curitiba recorreu a uma ação coletiva, que pode demorar até 6 anos para a aexecução do pagamento, segundo informativo oficial. Saiba mais acessando o blog em wladvocacia.adv.br ou clique no link da bio. Me coloco a disposição para caso ocorra alguma dúvida.

Em Curitiba, não foi pago corretamente o 13º salário dos servidores públicos durante os anos de 2002 a 2006, com process...
03/05/2020

Em Curitiba, não foi pago corretamente o 13º salário dos servidores públicos durante os anos de 2002 a 2006, com processo ganho, servidores precisam entrar com a ação na justiça para executar o recebimento do valor. Vou te contar todos os detalhes no blog. Acesse o link na bio ou wladvocacia.adv.br/blog - Se tiver alguma dúvida pode me chamar aqui no insta por direct, estou à disposição.

Uma das grandes questões do Direito de Família contemporâneo é saber se determinada relação afetiva é um namoro ou união...
24/07/2019

Uma das grandes questões do Direito de Família contemporâneo é saber se determinada relação afetiva é um namoro ou união estável. Com a evolução dos costumes e a maior liberdade sexual, esta linha divisória tornou-se muito tênue. Com isto, grande parte dos processos levados aos tribunais brasileiros que envolvem união estável, o cerne da discussão está na dificuldade de se diferenciar namoro de união estável. Namoro é o relacionamento entre duas pessoas sem caracterizar uma entidade familiar.

Pode ser a preparação para constituição de uma família futura, enquanto na união estável, a família já existe. Assim, o que distingue esses dois institutos é o animus familiae, reconhecido pelas partes e pela sociedade (trato e fama). Existem namoros longos que nunca se transformaram em entidade familiar e relacionamentos curtos que logo se caracterizam como união estável. O mesmo se diga com relação à presença de filhos, que pode se dar tanto no namoro quanto na união estável.

O namoro, por si só, não tem consequências jurídicas. Não acarreta, partilha de bens ou qualquer aplicação de regime de bens, fixação de alimentos ou direito sucessório. Se um casal de namorados adquire juntos um veículo, por exemplo, com o fim do relacionamento este bem poderá ser dividido, se não houver contrato escrito entre eles, de acordo com as regras do direito obrigacional. Neste sentido, pode-se dizer, então, que é possível haver uma “sociedade de fato” dentro de um namoro, sem que isto caracterize uma entidade familiar. Assim, por não se tratar de entidade familiar, as questões jurídicas concernentes ao namoro, como danos causados à pessoa, são discutidas no campo do direito comercial ou obrigacional.

Namoro pode ser indício de prova para algumas situações jurídicas. Por exemplo, somado à negativa de realização de exame em DNA pode acarretar a declaração de suposta paternidade. Além disso, pode indicar o fumus boni iuris necessário à antecipação de tutela no pedido de alimentos gravídicos (Lei 11.804/2008). A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) também é aplicável nos casos de namoro.

O namoro não tem prazo de validade. Conheço casal que namorou mais de 50 anos. Faz parte do exercício da autonomia privada optar por esta maneira de se relacionar e, da mesma forma, escolher não prosseguir, não constituindo o fim do namoro, por si só, uma ofensa a direito alheio ou configuração de ato ilícito.

Ao Direito de Família interessa delinear um conceito de namoro para distingui-lo da união estável. Antes, se o casal não mantinha relação sexual eram apenas namorados, e se mantinham já se podia dizer que eram “amigados” ou “amasiados”. Hoje é comum, natural e saudável que casais de namorados mantenham relacionamento sexual, sem que isto signifique nada além de um namoro, e sem nenhuma consequência jurídica. Assim, o conteúdo sexual de uma relação amorosa que até pouco tempo era caracterizador, ou descaracterizador de um instituto ou outro, não é mais determinante ou definidor deste ou daquele instituto. E, para confundir ainda mais, namorados às vezes têm filhos, em geral sem planejar, o que por si só não descaracteriza o namoro e o eleva à categoria de união estável.

Nestas relações vê-se também uma grande diferença entre a forma de se ver ou nomear tal relação. É muito comum os homens enxergarem ou entenderem que se trata apenas de um namoro, enquanto as mulheres, talvez por serem mais comprometidas com o amor, veem como união estável. Esse ângulo de visão diferente, somado à falta de um delineamento mais preciso sobre o namoro e união estável, tem levado os restos deste amor às barras dos tribunais, para que o juiz diga se é uma coisa ou outra. Estas demandas aumentaram principalmente após o advento da Lei 9.278/1996, que acertadamente abriu o conceito de união estável, isto é, retirou o prazo de cinco anos estabelecido na Lei 8.971/1994.

Namorados podem até mesmo morar juntos, sem que isto caracterize uma união estável, pois há situações em que eles residem sob o mesmo teto, “dividem o apartamento” por questão de economia, como bem decidiu o STJ: "Este comportamento, é certo, revela-se absolutamente usual nos tempos atuais, impondo-se ao Direito, longe das críticas e dos estigmas, adequar-se à realidade social. (STJ, REsp 1454643 / RJ, Rel Min. Marco Aurélio Bellizze, 3ª Turma, pub. 10/03/2015)"

Alguns casais, especialmente aqueles que já constituíram outra família anteriormente, para evitar futuros aborrecimentos ou demandas judiciais em razão da confusão desses dois conceitos, têm feito um contrato de namoro, ou uma “declaração de namoro”, dizendo que a relação entre as partes é apenas um namoro e que não têm intenção ou objetivo de constituírem uma família. E, se a realidade da vida descaracterizar o namoro, elevando-o ao status de união estável, f**a desde já assegurado naquele contrato, ou declaração, qual será o regime de bens entre eles. Embora o contrato de namoro possa parecer o anti-namoro, muitos casais, em busca de uma segurança jurídica, e para evitar que a relação equivocadamente seja tida como união estável, desviando assim o animus dos namorados, têm optado por imprimir esta formalidade à relação. Apesar da polêmica em torno da validade e eficácia jurídica deste tipo de contrato, ele pode ser um bom instrumento jurídico para ajudar os casais a namorarem em paz.

Fonte: https://adimplente.jusbrasil.com.br/noticias/734025480/contrato-de-namoro-estabelece-diferenca-em-relacao-a-uniao-estavel?ref=topic_feed

O juiz de Direito Fernando Vieira dos Santos, de Gaurama/RS, concedeu adoção socioafetiva de uma adolescente, deixando n...
23/07/2019

O juiz de Direito Fernando Vieira dos Santos, de Gaurama/RS, concedeu adoção socioafetiva de uma adolescente, deixando no registro da menina o nome do pai biológico e do pai “de coração”. A medida reconhece a multiparentalidade, e iguala em direitos o pai de coração ao biológico, que não terá o registro alterado.

Entidade familiar

Na ação de pedido de adoção, o pai “de coração” destacou a relação afetuosa entre ele a menina e o reconhecimento, por ambos, da parentalidade - também manifestada no convívio comunitário e social.

O magistrado registrou que a noção de entidade familiar tem se modif**ado ao longo do tempo:

“O ordenamento jurídico vigente consagra, sem maiores polemizações decorrentes de extremismo religioso ou ideológico, diferentes formatações para uma entidade familiar, que não correspondem, necessariamente, a conceitos arcaicos ou antigos do que seria a chamada família tradicional.”

Ele verificou que é evidente o vínculo afetivo existente entre o pai adotivo e a jovem e citou não ter havido qualquer manifestação contrária do pai biológico:

“As famílias extensas de ambos se consideram, reciprocamente, como aparentados, de modo muito semelhante, senão idêntico, àquilo que existe em todas as famílias formadas por pais e filhos.”

Fonte: Migalhas - https://bit.ly/2Gq7fgJ

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