Venda e Compra de imóveis

Venda e Compra de imóveis NEGÓCIOS ME PROCURE PARA IMÓVEIS, VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM A QUALIDADE E PREÇO QUE TENHO.

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Estagnação sim, bolha não...
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Incorporadoras, fundos de investimentos e bancos discutiram oportunidades e riscos no mercado imobiliário brasileiro. Diversas publicações cobriram o evento, enfatizando diferentes aspectos.

A "Agência Estado" (Estadão) destacou que "a hipótese de uma bolha imobiliária no Brasil foi descartada por executivos de incorporadoras, fundos de investimento e bancos". O artigo ainda destacou:

"Na avaliação do diretor executivo da gestora de recursos GP Investiments, Antônio Ferreira, o Brasil não tem características que sinalizem a formação de uma bolha. Ferreira observa que a maioria dos negócios com imóveis no País é realizada por pessoas que buscam moradia e não ganhos com aluguel ou revenda, favorecendo a especulação, como ocorreu na bolha dos Estados Unidos.

Além disso, os financiamentos nos bancos privados brasileiros representam cerca de 55% do valor dos imóveis, o que indica um nível de endividamento moderado das famílias ante os EUA, onde esse valor chegava a 110%, comparou, durante encontro realizado pelo Centro de Tecnologia de Edif**ações (CTE) em São Paulo.

O diretor da GP também acredita que a escalada no preço dos imóveis está fundamentada na ampliação do total de consumidores capazes de adquirir uma casa própria nos últimos anos, beneficiados pela melhora da renda e da oferta de crédito. "O preço subiu, mas tem fundamento na demanda", afirmou Ferreira."

Já a "Folha de São Paulo" comentou o evento por uma óptica mais pessimista. O jornal comentou que "representantes do mercado imobiliário alertaram para a tendência de o setor passar por um período de estagnação nos próximos anos, resultado do avanço desenfreado visto entre 2008 e 2010". O jornal ainda comentou:

"No âmbito de investimentos, o diretor executivo da GP Investments, Antônio Ferreira, afirmou que os investidores internacionais --parte relevante na composição do setor-- estão adotando, na maioria, uma postura cética quanto ao setor no Brasil.

"Investidores imediatistas estão vendo um cenário complicado no país e estão travados, visto as incertezas na Europa", disse ele, acrescentando que muitos associam as preocupações com os balanços das empresas listadas ao setor como um todo.

Com poucas exceções, os resultados financeiros das principais companhias que compõem o setor vieram abaixo do esperado pelo mercado no primeiro trimestre, pressionados, entre outros fatores, por estouro de custos das obras. Esse estouro, segundo Fugazza, da EZTec, levou a uma desvalorização generalizada das ações e a uma certa descrença quanto aos resultados do segundo trimestre.

"Já o investidor de longo prazo vê turbulências, com o mercado imobiliário não tão pujante como dois anos atrás, mas crescendo em relação a outras economias que estão encolhendo", ponderou Ferreira."

Um ponto interessante citado pela Folha foi que "após investir em diversas empresas do setor --como Gafisa, BR Malls e BR Properties-- a GP possui atualmente participação apenas no grupo hoteleiro BHG, dentro do segmento imobiliário". O fato da GP, um dos principais fundos de investimento do mundo, não acreditar no mercado imobiliário brasileiro a ponto de investir nele é um importantíssimo sinal para os demais investidores de que esse setor deve ser avaliado com muito cuidado.

As opiniões dos especialistas, da forma como foram retratadas nesses dois artigos, estão alinhadas com a maneira como enxergamos o mercado. Achamos pouco provável algum colapso ou estouro de bolha. As construtoras devem passar por momentos difíceis nos próximos anos. Os proprietários que quiserem vender seus imóveis também devem estar dispostos a lidar com muita dificuldade. Entretanto, pelo lado do comprador, as coisas devem melhorar, os preços devem se normalizar e boas oportunidades podem surgir.

Fonte: Folha & Agência Estadão

15/08/2012

Abaixo, identifiquei 7 bons motivos para escolher um corretor credenciado, vamos refletir juntos?
1 – O corretor credenciado atua na legalidade;
2 – Ele é o profissional qualif**ado para que a intermediação imobiliária seja um processo seguro;
3 – Evita-se o que costumamos chamar de turismo imobiliário que acontece quando pessoas que não têm o verdadeiro interesse em adquirir o seu imóvel e o procura apenas para satisfazer uma curiosidade. O turista imobiliário vai batendo de porta em porta e não realiza nenhum negócio;
4 – O corretor de imóveis credenciado otimiza o seu tempo. Ele filtra entre os possíveis interessados em adquirir o seu imóvel, aquele com maior potencial de concluir a compra, excluindo “os turistas” da intermediação;
5 – O corretor de imóveis é capaz de orientá-lo sobre variados assuntos da seara imobiliária: direito imobiliário, análise de crédito, financiamento com as taxas de juros adequadas ao perfil do comprador, verif**ação da documentação do imóvel, realização de contratos, valorização imobiliária, entre outros;
6 – Enquanto o vendedor e o comprador estão envolvidos emocionalmente no processo, o corretor de imóveis trabalha de forma mais racional, buscando entender as reais necessidades de ambas as partes, para dessa forma chegar a um acordo que satisfaça a todos envolvidos na negociação;
7 – Com as características descritas acima, o corretor de imóveis credenciado minimiza os riscos de frustrações e erros na negociação imobiliária.
Atentar-se as essas questões é fundamental não só para os clientes que contarão com um profissional mais qualif**ado, mas também para o mercado. Os “supostos” profissionais que hoje atuam na ilegalidade devem buscar regularizar a sua situação, isso só irá fortalecer o segmento imobiliário e valorizar a classe.
Para refletirmos juntos:
Fábula do Colibri
“Havia um grande incêndio na floresta e um colibri passou pelo leão em alta velocidade. O leão, assustado, perguntou:
— Colibri, aonde você pensa que vai com tanta pressa?
Ele respondeu:
— Eu estou levando água, no bico, para apagar o incêndio na floresta!
O leão retrucou:
— Mas é pouquíssima a água que você consegue levar!
O colibri respondeu:
— Eu estou fazendo a minha parte!”
No nosso caso, se todos fizerem a sua parte: o corretor atuando na legalidade, a imobiliária exigindo a certif**ação de seus profissionais e o cliente buscando por profissionais capacitados e credenciados, o mercado imobiliário só tem a crescer.

15/08/2012

Qual a faixa de preços de apartamentos à ...

26/04/2012

TÉCNICA BASCA (PARA VENDER MAIS E MELHOR)
Trata-se de uma técnica muito simples e já utilizada intuitivamente pelos bons vendedores, os quais, se a utilizassem de maneira mais consciente, veriam o seu desempenho melhorar ainda mais.
Como já dito neste blog, toda compra é puramente emocional! Há quem diga que os clientes estão cada vez mais racionais, mas isso é uma grande ilusão.
TODA COMPRA É EMOCIONAL!!!
As pessoas não compram o que objetivamente parecem estrar comprando. A compra sempre esconde uma razão subjetiva, emocional. Compete a nós, vendedores, descobrir o que induz emocionalmente o nosso cliente a querer comprar nosso produto.
São cinco, e somente cinco, cumulativas ou isoladamente, as razões subjetivas que fazem com que as pessoas comprem alguma coisa, o que quer que seja. São elas: o benefício, a aparência, a segurança, o conforto e a afinidade.
Vejamos.
BASCA
Benefício
Aparência
Segurança
Conforto
Afinidade

BENEFÍCIO

Há pessoas que compram ou planejam comprar alguma coisa simplesmente porque tal coisa lhes garante algum benefício subjetivo. É o caso, por exemplo, das pessoas que se matriculam em um curso de idiomas, inglês ou espanhol. Será que o que elas querem realmente é apenas aprender um segundo ou terceiro idioma? Ou será que elas se matriculam visando uma promoção no seu trabalho atual ou um emprego melhor? Obviamente que é para progredir na carreira. Há também quem se matricule visando uma viagem ao exterior no futuro. Esta visa minimizar a sua dificuldade de comunicação com as pessoas do outro país, ou seja, visa um benefício futuro. Ninguém busca aprender outro idioma somente por aprender, mas sim buscando, às vezes inconscientemente, um benefício.
Trazendo a questão para os negócios imobiliários, percebe-se, claramente, que os clientes investidores são os mais propensos a “comprar” este quesito. Eles, basicamente, querem aplicar o seu capital em um imóvel que valorize mais do que outras aplicações financeiras que possam ter, que lhes traga algum benefício financeiro.

APARÊNCIA

A questão da aparência está ligada, basicamente, a “aparecer”, a status, a mostrar para os outros. A imitação também é um item de Aparência. Há pessoas que compram determinados bens apenas para “aparecer”. É o caso, na maioria massacrante das vezes, das pessoas que compram carrões luxuosos. Ninguém compra um carro de 500mil porque precisa dele. Compra para mostrar para os outros, para ter status, para “aparecer”. Se precisasse apenas se locomover, poderia comprar um carro mais barato.
Outro exemplo são as pessoas que compram roupas caras e de marcas famosas. Se fosse somente para se vestir, não precisariam gastar tanto dinheiro. Pra que um terno Ermenegildo Zegna, caríssimo, se um Garbo veste tão bem quanto? A maioria dos executivos que usam um Ermenegildo ou um Ricardo Almeida no seu dia a dia, faz questão de “informar” isto às pessoas.
No mercado imobiliário acontece da mesma maneira. Há clientes que compram imóveis apenas para “aparecer”. Aparecer para os amigos, aparecer para os cunhados, sogra, sócios e os próprios vizinhos, já proprietários do empreendimento. Experimente dizer a algum cliente seu que algum artista importante tem uma unidade naquele empreendimento e veja os seus olhos brilharem. Este cliente quer imitar a pessoa famosa, quer contar aos amigos que o tal artista mora “tão bem quanto ele”.

SEGURANÇA

Segurança é a percepção de se estar protegido de riscos, perigos ou perdas.
Desde os primórdios, o ser humano busca segurança, seja ela física, moral ou financeira. Há clientes que, ao efetuarem uma compra, visam somente a sensação de segurança. Todo o resto passa a ser secundário para estes clientes. Trazendo a questão para o nosso negócio, podemos constatar, facilmente, que grande parte de nossos clientes abre mão de várias coisas pela segurança da sua família. Mostre a ele que o empreendimento é seguro em todos os aspectos e a venda está feita. Fale da solidez do mercado imobiliário, da construtora. Fale da tranquilidade do bairro. Fale dos itens de segurança do condomínio. Se o cliente que busca segurança sentir-se realmente seguro, não há nada nem ninguém que impeça o fechamento do negócio.

CONFORTO

Todo mundo gosta de conforto, é verdade. Mas há clientes que enfatizam este item de forma mais incisiva. As pessoas querem uma casa maior que a atual, um carro com acessórios que o tornem mais confortáveis, um sapato que não aperte os pés e por aí vai. No mercado imobiliário existem inúmeros clientes que buscam apenas conforto. Todo o resto é secundário. Ele quer um apartamento maior, que comporte de maneira mais confortável a sua família. Se o corretor consegue passar a este cliente a sensação de conforto que ele tanto busca, dificilmente o negócio deixa de ser fechado.

AFINIDADE

Afinidade pode ser definida como conformidade, aproximação, relação, simpatia.
As pessoas, normalmente, compram coisas que se “afinem” com elas.
Este, talvez, seja o tópico mais importante da técnica, já que, em muitas vezes, a afinidade não existe de imediato. Competirá ao vendedor trazê-la à tona.
Por que as pessoas experimentam um sapato antes de comprá-lo? Para verem se o sapato serve? Será? Ou seria uma técnica de venda para criar afinidade entre o comprador e o sapato? Se a finalidade de experimentar o sapato fosse apenas saber se o número está correto, não olharíamos no espelho para ver como calça bem, como combina com a gente. A partir do momento que nos olhamos no espelho com o sapato novo, criamos “afinidade” com ele e passamos a imaginá-lo combinando com uma calça ou um vestido que já temos em nosso armário.
O mesmo ocorre com o “test-drive” de um automóvel. Aquela voltinha no quarteirão da concessionária serve apenas e tão somente para que criemos afinidade com o automóvel e tenhamos o desejo de andar nele todos os dias.
Em ambos os exemplos citados acima, podemos perceber que os vendedores criaram técnicas para que o cliente adquira afinidade com o produto que estão vendendo.
No mercado imobiliário não é diferente. Compete ao corretor de imóveis criar técnicas para que o seu cliente adquira afinidade com o imóvel à venda. No mercado de lançamentos os modelos decorados são uma ferramenta para a aplicação da técnica de aquisição da afinidade entre o cliente e o produto. O sucesso da venda depende muito de como utilizamos esta ferramenta.

Finalizando:

Todos os itens da Técnica Basca são extremamente importantes e podem ser usados em conjunto, ou seja, se o vendedor não conseguir identif**ar imediatamente qual ou quais dos itens o cliente almeja realmente comprar, deve-se trabalhar cada um deles. Explicando de uma maneira mais didática, queremos dizer que, enquanto não conseguimos identif**ar o que efetivamente busca o cliente (benefício, aparência, segurança, conforto e/ou afinidade), devemos “vender” ao mesmo cada um dos itens da técnica, até que consigamos identif**ar qual é o “motivo emocional” da compra, para que, a partir daí, possamos vender apenas o que o cliente quer comprar. Ou seja, falemos sobre todos os tópicos e, a partir do momento que percebemos que o cliente dá mais importância ao conforto, por exemplo, devemos passar a vender apenas conforto. Nada mais!

Lembrem-se:

O BOM VENDEDOR É AQUELE QUE VENDE APENAS O QUE O CLIENTE QUER COMPRAR!

Conselho:

Estudem a técnica, pratiquem, aperfeiçoem, e colham os frutos!

16/04/2012

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16/04/2012 - 08h00
Saiba como chegar aos 55 anos com R$ 1 milhão
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CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO

Aos 21 anos, Felippe Oliveira Bartalo já é um veterano em investimentos: começou a poupar aos dez anos, por iniciativa própria.

"Pedi aos meus pais para abrir uma poupança. A partir daí, preferi sempre dinheiro a brinquedo de Natal ou aniversário", diz o estudante de engenharia mecânica, que dá aula particular de matemática e mora com a família.

Calculadora: veja quanto e por quanto tempo você deve poupar para atingir seu objetivo

Adolescente, Bartalo começou a pesquisar sobre finanças pessoais e abriu uma conta em uma corretora, mediante autorização dos pais. Desde então, diversif**a os investimentos em ações (70%) e renda fixa (30%), e, principalmente, controla os gastos.

O jovem crê que se aposentará com independência financeira --sonho de muitos, e planejado por poucos.

O quadro abaixo traz simulações que mostram que começar a investir cedo reduz o esforço mensal de poupança. Foi estipulada uma meta de R$ 1 milhão (valor bruto) a ser alcançada aos 55 anos em três tipos de aplicação: o primeiro com um perfil mais conservador (baixo risco), o segundo com risco intermediário e o terceiro, arrojado (maior risco).

A taxa real de juros, descontada a inflação projetada do período e que remunera o investimento, aumenta junto com a exposição ao risco.

Mario Kanno e Paulo Crumbim/Editoria de Arte

A primeira aplicação, em títulos do governo (Tesouro Direto), prevê juro real de 4,5% ao ano. A segunda, em títulos privados de renda fixa (como CDBs de bancos), tem 5,5% ao ano de juro. E a terceira, em renda variável (ações), taxa de 6,5% ao ano.

Assim, quanto mais agressiva a aplicação, menos dinheiro por mês o investidor precisa poupar em busca de seu objetivo, pois os recursos rendem mais. Mas vale lembrar que, em caso de crise financeira, como a de 2008, aplicações mais conservadores sofrem menos impacto.

Os cálculos mostram que quem começa o investimento mais conservador aos 45 anos precisa aplicar por mês, para atingir a meta aos 55 anos de idade, mais de três vezes o projetado para os 30 anos e mais de sete vezes o estimado aos 18 anos.

Na opção mais arrojada, em que há mais efeito dos juros ao longo do tempo (pois as taxas, que multiplicam o dinheiro, são mais altas), as diferenças aumentam. O valor mensal para quem começa aos 45 anos é mais que o quádruplo do recomendado aos 30 anos --e mais de dez vezes o estimado aos 18 anos.

Mario Kanno/Editoria de Arte

Se uma aplicação financeira for iniciada pela família para beneficiar uma criança ao nascer, esse futuro investidor poderá alcançar a meta mantendo poupança mensal que representa de 2,83% a 5,39% do valor projetado para quem começa aos 45 anos (dependendo da aplicação).

"As pessoas, muitas vezes, não se propõem a poupar R$ 1 milhão porque acham o valor alto, mas é possível para qualquer um, principalmente se o planejamento tem início cedo", diz Mauro Calil, educador financeiro, que fez os cálculos para a Folha.

"Uma estratégia é começar com metas menores, como R$ 20 mil e R$ 100 mil. Depois que o bolo começa a crescer, f**a mais fácil", acrescenta.

Os especialistas ponderam que R$ 1 milhão não signif**a independência financeira para todos; isso vai depender do padrão de vida e, no momento da aposentadoria, da situação econômica do país.

"Essa quantia, se bem empregada, ajuda a trazer tranquilidade. Em renda fixa, rende hoje cerca de R$ 4.000 por mês", afirma Erasmo Vieira, consultor da Planilhar Planejamento Financeiro.

BREVE LANÇAMENTO EM CURITIBA, CONSULTE SOBRE PREÇOS E CONDIÇÕES.SAIA NA FRENTE COMPRE ANTES DO LANÇAMENTO, GANHE VANTAGE...
16/04/2012

BREVE LANÇAMENTO EM CURITIBA, CONSULTE SOBRE PREÇOS E CONDIÇÕES.
SAIA NA FRENTE COMPRE ANTES DO LANÇAMENTO, GANHE VANTAGENS E ECONOMIZE DINHEIRO.

Clássico e contemporâneo. Assim é o England. Um projeto inovador, pensado para o futuro e inspirado na elegante arquitetura colonial inglesa. São apartamentos e coberturas com plantas funcionais e exclusivas. Além de áreas comuns planejadas e decoradas para momentos únicos. O England tem estilo próp...

Endereço

Rua La Fontana-75, Centro Cívicoa
Curitiba, PR

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