Rodrigues & Rebelo Advogados

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O veículo usado adquirido está respaldado pela garantia estabelecida no Código de Defesa do Consumidor. Se o consumidor ...
10/01/2024

O veículo usado adquirido está respaldado pela garantia estabelecida no Código de Defesa do Consumidor. Se o consumidor comprou o carro em uma loja ou concessionária, terá direito à cobertura de todas as peças e possíveis defeitos por um período de 90 dias, contados a partir da data da compra.

A loja tem um prazo de até 30 dias para realizar os reparos no veículo. Se esse período for excedido, o consumidor tem o direito de escolher entre algumas opções: trocar o carro por outro de padrão similar e em perfeitas condições de uso, manter o veículo com um abatimento no preço ou cancelar a compra e receber a devolução do valor pago, devidamente atualizado.

Caso o consumidor enfrente dificuldades para garantir o cumprimento de seus direitos, ele tem a opção de recorrer ao judiciário em busca de reparação material e, até mesmo, moral.

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Quando se viaja de avião, é possível passar por uma situação desagradável como o extravio de bagagem. Manter a calma é o...
11/12/2023

Quando se viaja de avião, é possível passar por uma situação desagradável como o extravio de bagagem. Manter a calma é o primeiro passo. Em seguida, é crucial informar imediatamente a companhia aérea, preferencialmente no balcão de atendimento ou com seu representante. Certifique-se de apresentar o comprovante de despacho da bagagem e fornecer um endereço para encaminhamento, caso ela seja localizada. Além disso, é recomendável guardar todos os recibos de gastos relacionados à perda da bagagem.

Conforme regulamentação da ANAC, a empresa tem até 7 dias para localizar bagagens em voos nacionais e 21 dias em voos internacionais. Se a bagagem não for encontrada e entregue dentro desse prazo, a empresa tem até 7 dias para indenizar o passageiro.

Se os direitos do passageiro não forem respeitados dentro dos prazos estabelecidos, é possível buscar reparação por danos materiais. Isso inclui o valor dos itens extraviados, além de danos morais, dependendo da extensão do prejuízo. Os valores para danos morais atualmente variam entre R$3.000,00 a R$15.000,00.

Oferecemos uma análise gratuita do seu caso. Entre em contato conosco pelo WhatsApp (41) 99545-9322 para mais informações.

A ação de despejo, também conhecida como ordem de despejo, é um procedimento judicial estabelecido pela Lei do Inquilina...
06/12/2023

A ação de despejo, também conhecida como ordem de despejo, é um procedimento judicial estabelecido pela Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), no qual o proprietário de um imóvel pode solicitar legalmente a retirada de um locatário dentro de um prazo determinado pela Justiça. Seu propósito é assegurar a desocupação do imóvel e a recuperação da posse pelo proprietário.

Após a conclusão do processo pela justiça e a comunicação de sua decisão, o inquilino é obrigado a desocupar o imóvel no prazo estabelecido. Em contrapartida, o proprietário recupera o direito de utilizá-lo conforme sua preferência, inclusive alugando-o para outro interessado.

Embora seja relevante para ambas as partes envolvidas, a atual estrutura da ação de despejo visa primordialmente proteger o locador, ou seja, o dono do imóvel. Isso contribui para evitar problemas específicos relacionados a situações diversas.

Simultaneamente, o locatário que cumpre suas obrigações contratuais também é amparado por esse mecanismo. O proprietário não pode remover o inquilino de forma arbitrária ou forçada. Assim, é uma garantia para todos os envolvidos que seguem as regras estabelecidas.

Apesar disso, a retomada do imóvel através desse processo pode suscitar dúvidas tanto para o locador quanto para o locatário. Como, por exemplo: Quando é cabível uma ação de despejo?

Essa medida é aplicável sempre que houver descumprimento do contrato por parte do inquilino. Diversas situações podem levar a essa necessidade, tais como:

-Falta de pagamento do aluguel e demais encargos, sem a apresentação de garantias;

-Óbito do locatário, resultando na ocupação do imóvel por pessoas não dependentes;

-Violação dos termos contratuais, incluindo alterações estruturais não autorizadas, por exemplo;

-Continuação da sublocação mesmo após o término do contrato, um cenário que ocorre em locações por temporada, quando o período de ocupação expira, mas o inquilino permanece no imóvel.

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O fiador desempenha um papel crucial em diversos contratos, principalmente nos contratos de locação. Sua função primordi...
04/12/2023

O fiador desempenha um papel crucial em diversos contratos, principalmente nos contratos de locação. Sua função primordial é garantir o cumprimento das obrigações assumidas pelo locatário ou pelo devedor principal. No entanto, é importante compreender que ao assumir o papel de fiador, uma série de responsabilidades e obrigações legais são atribuídas a esta figura.

1. Responsabilidade Solidária

O fiador é solidariamente responsável junto ao devedor principal pelo cumprimento integral das obrigações estabelecidas no contrato. Isso significa que, em caso de inadimplência por parte do devedor principal, o fiador pode ser acionado pelo credor para arcar com todas as obrigações, incluindo o pagamento integral das dívidas, juros e custos adicionais.

2. Responsabilidade Patrimonial

O patrimônio do fiador é passível de execução em caso de inadimplência por parte do devedor principal. Isso significa que os bens do fiador podem ser utilizados para quitar as dívidas em aberto, conforme estabelecido em lei.

3. Consequências da Inadimplência

A inadimplência por parte do devedor principal, caso não seja prontamente resolvida, pode acarretar consequências sérias para o fiador. Além do acionamento judicial para pagamento da dívida, o nome do fiador pode ser inscrito em cadastros de inadimplentes, afetando sua capacidade de obter crédito no futuro.

4. Direito de Regresso

Após arcar com as obrigações como fiador, este possui o direito de regresso contra o devedor principal. Isso significa que o fiador pode buscar reaver judicialmente os valores pagos em nome do devedor principal.

É essencial que o fiador esteja ciente das responsabilidades assumidas ao concordar em garantir um contrato. Recomenda-se que, antes de assumir tal compromisso, busque orientação jurídica para compreender integralmente suas obrigações e os possíveis impactos legais decorrentes dessa posição.

Em caso de dúvidas sobre as responsabilidades do fiador ou de necessidade de maiores esclarecimentos sobre as cláusulas contratuais, é altamente recomendável buscar auxílio de um profissional do direito especializado em questões contratuais e de locação.

Dúvidas e orçamentos chamar (41) 99545-9322.

Certamente, lidar com a recusa de um plano de saúde para o tratamento do câncer pode ser uma situação extremamente desaf...
22/11/2023

Certamente, lidar com a recusa de um plano de saúde para o tratamento do câncer pode ser uma situação extremamente desafiadora e angustiante. No entanto, há estratégias possíveis para enfrentar essa situação delicada. O primeiro passo crucial é compreender o motivo da negação por parte do plano de saúde. Uma vez esclarecido, é importante explorar as opções de recursos administrativos disponíveis, como procedimentos de contestação ou apelação. Seguir corretamente os trâmites e requisitos para contestar essa decisão é fundamental.

Caso não se encontre uma solução de forma amigável, é recomendável buscar orientação legal de confiança e considerar a possibilidade de entrar com uma ação judicial, com pedido liminar, junto ao sistema judiciário. A concessão de uma liminar, também conhecida como tutela de urgência, é uma decisão que possibilita ao paciente, no início do processo, obter acesso imediato ao medicamento ou tratamento essencial para combater o câncer.

É importante observar que a liminar não encerra o processo em si, mas antecipa os efeitos desejados devido à urgência da situação. Nesse sentido, buscar suporte jurídico especializado pode ser fundamental para assegurar os direitos do paciente e agilizar o acesso ao tratamento necessário para enfrentar essa condição tão sensível e crucial.

Se estiver passando por isso, fale hoje mesmo conosco pelo WhatsApp (41) 99827-8980.

O regime de comunhão universal de bens é uma modalidade de regime de bens que estabelece a totalidade da comunhão patrim...
17/11/2023

O regime de comunhão universal de bens é uma modalidade de regime de bens que estabelece a totalidade da comunhão patrimonial entre os cônjuges. Nesse arranjo, todos os bens, adquiridos antes ou durante o casamento, passam a ser propriedade do casal de forma indivisa, ou seja, sem distinção de titularidade.

Sob esse regime, qualquer bem, seja ele imóvel, móvel, direito ou dívida, integra o patrimônio comum do casal. Isso significa que tanto os ganhos quanto as obrigações são compartilhados de maneira igualitária entre os consortes. A ideia subjacente a esse regime é a construção conjunta de um patrimônio familiar, promovendo a união e a solidariedade financeira entre os cônjuges.

É importante ressaltar que, em caso de divórcio ou falecimento de um dos cônjuges, os bens adquiridos durante o casamento são divididos igualmente entre eles. Esse aspecto do regime de comunhão universal de bens destaca a importância de uma administração financeira transparente e colaborativa, além de uma tomada de decisões conjunta em relação aos aspectos patrimoniais do casal.

Embora esse regime proporcione uma comunhão integral de recursos e responsabilidades, é essencial que os cônjuges estejam cientes das implicações legais e financeiras que ele acarreta. Recomenda-se, portanto, que haja um entendimento claro entre o casal e, se necessário, a consulta a profissionais especializados em direito familiar para garantir que o regime escolhido atenda às expectativas e necessidades específicas do casal.

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O abandono de incapaz é um crime previsto em muitos sistemas legais em todo o mundo, incluindo o sistema legal brasileir...
07/11/2023

O abandono de incapaz é um crime previsto em muitos sistemas legais em todo o mundo, incluindo o sistema legal brasileiro. Esse crime ocorre quando alguém, que tem o dever legal de cuidar de uma pessoa incapaz de zelar por si mesma, deixa de cumprir essa responsabilidade, colocando em perigo a vida, saúde, integridade física ou psicológica do incapaz.

A vítima do abandono de incapaz geralmente é uma pessoa vulnerável, como uma criança, um idoso, uma pessoa com deficiência ou alguém que não pode se auto-sustentar devido a circunstâncias específicas. O abandono pode assumir diversas formas, incluindo a negligência em prover cuidados adequados, a falta de supervisão, a recusa em fornecer alimentos, abrigo, assistência médica ou cuidados básicos de higiene.

As p***s para o crime de abandono de incapaz podem variar, dependendo do caso específico, indo desde a perda da guarda ou tutela da vítima sob responsabilidade, até a prisão e o pagamento de multas. O objetivo da legislação, nesses casos, é proteger os mais vulneráveis da sociedade e garantir que recebam o cuidado e a assistência necessários. É fundamental lembrar que o abandono de incapaz é considerado um crime grave e é tratado com seriedade pelas autoridades legais.

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Latrocínio é um crime contra o patrimônio da vítima, ou seja, o agente tem a intenção de subtrair bem móvel alheio, medi...
30/10/2023

Latrocínio é um crime contra o patrimônio da vítima, ou seja, o agente tem a intenção de subtrair bem móvel alheio, mediante o emprego de violência ou grave ameaça e, para facilitar ou assegurar a subtração, ceifa a vida da vítima (por dolo, ou até mesmo por culpa). É uma expressão criada pela doutrina, que faz menção à conduta tipificada no artigo 157 (roubo), parágrafo 3º, inciso II, do Código Penal Brasileiro. A pena para o latrocínio é de 20 a 30 anos de reclusão, sem prejuízo da multa.

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Apesar de serem muitas vezes confundidos, furto e roubo não são sinônimos, isso por que, cada um desses institutos juríd...
24/10/2023

Apesar de serem muitas vezes confundidos, furto e roubo não são sinônimos, isso por que, cada um desses institutos jurídicos possuem suas próprias peculiaridades.

O crime de furto é descrito como subtração, ou seja, diminuição do patrimônio de outra pessoa, sem que haja violência. O Código Penal prevê para o furto pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa. A lei prevê aumento de pena para quem cometa o crime durante a noite, e para os casos de furto de pequeno valor, permite diminuição ou até perdão de pena, aplicando-se ap***s a pena de multa, é o chamado furto privilegiado.

O Código Penal também descreve o furto qualificado, situações onde a pena é mais grave em razão das condições do crime, como destruição de fechadura, abuso de confiança, concurso entre pessoas, entre outras.

O roubo é crime mais grave, descrito na lei como subtração mediante grave ameaça ou violência. A pena prevista é de 4 a 10 anos e multa. A lei também prevê aumento de pena para o cometimento de crime sob certas circunstâncias como, utilização de arma, auxílio de mais uma pessoa, restrição de liberdade da vítima, entre outras.

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Os crimes contra a honra são infrações legais que afetam a reputação e dignidade de uma pessoa, atingindo sua honra. Ele...
17/10/2023

Os crimes contra a honra são infrações legais que afetam a reputação e dignidade de uma pessoa, atingindo sua honra. Eles geralmente se dividem em três categorias: calúnia, difamação e injúria.

A calúnia é um crime contra a honra que ocorre quando alguém faz uma afirmação falsa e prejudicial sobre outra pessoa, alegando que essa pessoa cometeu um crime.

A difamação é um crime contra a honra que ocorre quando alguém faz uma afirmação falsa e prejudicial sobre outra pessoa, mas, ao contrário da calúnia, a afirmação não envolve a acusação de um crime.

A injúria é um crime contra a honra que envolve insultos, ofensas ou palavras depreciativas proferidas contra alguém, com o objetivo de menosprezar sua dignidade ou autoestima.

A principal diferença entre esses três crimes é o tipo de afirmação ou ação que constitui a ofensa à honra. Além disso, a intenção do agressos desempenha um papel importante na caracterização desses crimes. Em todos os casos, entretanto, a afirmação ou ação deve ser pública, e a falsidade da afirmação deve ser comprovada no caso de calúnia e difamação.

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A Lei Maria da Penha, oficialmente conhecida como Lei nº 11.340/2006, é uma legislação brasileira que foi criada com o p...
10/10/2023

A Lei Maria da Penha, oficialmente conhecida como Lei nº 11.340/2006, é uma legislação brasileira que foi criada com o propósito de combater e prevenir a violência doméstica e familiar contra as mulheres. Ela recebeu esse nome em homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, uma mulher que se tornou um símbolo da luta contra a violência de gênero no Brasil após sobreviver a duas tentativas de homicídio por parte do seu marido.

A importância da Lei Maria da Penha na proteção das mulheres vítimas de violência doméstica é inegável. Antes da sua promulgação, as mulheres frequentemente enfrentavam sérias dificuldades em buscar ajuda e justiça em casos de violência por parte de seus parceiros ou familiares. A violência era tratada de forma inadequada ou até mesmo ignorada pelas autoridades, e muitas mulheres eram forçadas a suportar abusos físicos, psicológicos, se***is e patrimoniais em silêncio, por medo de retaliação ou falta de recursos para escapar da situação.

A Lei Maria da Penha revolucionou a abordagem legal da violência doméstica no Brasil de várias maneiras significativas. Primeiro, ela definiu claramente o que constitui violência doméstica e familiar, abrangendo uma gama ampla de comportamentos abusivos. Além disso, a lei estabeleceu medidas protetivas imediatas para as vítimas, como a proibição de aproximação do agressor e o afastamento do lar, proporcionando um respiro para as mulheres em situações de risco.

Outro ponto crucial da Lei Maria da Penha é a criação de juizados especializados e promotorias dedicadas ao combate à violência doméstica. Isso melhorou significativamente a eficácia do sistema de justiça ao lidar com esses casos, proporcionando um ambiente mais sensível às necessidades das vítimas e garantindo uma resposta mais eficiente.

Além disso, a lei também promoveu a conscientização sobre a questão da violência de gênero, educando a sociedade sobre os seus impactos devastadores e a importância de denunciar esses crimes. Também prevê a assistência integral às mulheres em situação de violência, incluindo atendimento médico, psicológico e social.

Você mulher está sofrendo violência doméstica? Fale hoje mesmo conosco (41) 99545-9322.

Caros clientes, comunicamos que agora temos em nossa equipe um advogado especialista em direito criminal.Dúvidas e orçam...
04/10/2023

Caros clientes, comunicamos que agora temos em nossa equipe um advogado especialista em direito criminal.

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