Consultoria & Gestão Empresarial - Curitiba

Consultoria & Gestão Empresarial - Curitiba Num cenário de grande competitividade, a Consultoria e a Gestão Empresarial tornam-se a solução de menor curto prazo e de melhor custo-benefício.

Toda a experiência e o conhecimento do consultor é internado na empresa, em dose concentrada, de forma objetiva e eficaz, na medida certa. Entendemos que:

- Consultoria só pode ser prestada se existe, entre consultor e Empresa, clima de alta confiabilidade;

- Esse clima é, sempre e inevitavelmente, natural conseqüência de experiência inicial bem sucedida e confirmada através de subseqüentes inc

umbências atribuídas ao consultor;

- Ser correto, em seu relacionamento com o cliente, não é unicamente um ato de honestidade, mas sim, e sobretudo, uma demonstração de inteligência comercial;

- O respeito que desejamos que nutram por nossos interesses é exatamente o mesmo que nos cumpre nutrir pelos interesses daqueles com os quais transacionamos;

- Ao consultor não é lícito assumir compromissos de prestação de serviços para os quais não esteja suficientemente preparado, da mesma forma que ao empresário não é lícito assumir compromissos superiores à sua capacidade de absorvê-los. Daí a necessidade de entendimentos expressos, maduros e claros que não resultem em mútuas cobranças indevidas;

- Negócio algum deve ser feito sob intensa pressão. O cliente deve estar suficientemente motivado e amadurecido para contratar a consultoria;

- O conceito da palavra dada, lamentavelmente pouco expressivo em nossos dias, há que ser revitalizado, para que o homem volte a ser homem, em sua verdadeira acepção. Daí ser indispensável que as mais importantes decisões sejam precedidas de real amadurecimento;

- Por não ser inerente à espécie humana, a perfeição é algo a ser buscado permanentemente. E o esforço que envolve essa busca é o que nos leva ao contínuo aprimoramento daquilo que fazemos;

- A opinião do usuário, francamente externada ao prestador de serviços, é o maior subsídio ao aprimoramento de seu trabalho, razão por que há que ser aceita, analisada e estimulada. Que não nos consideremos perfeitos e, portanto, que estejamos sempre receptivos às críticas construtivas de nossos clientes.

24/12/2017
14/11/2017

6 formas para fazer seu cliente se apaixonar por sua marca
Criar uma imagem forte, bem cuidada, e produzir conteúdo de qualidade são alguns dos passos para cativar seus consumidores

Como em um relacionamento de verdade, uma paixão entre empresa e cliente depende muito mais do que apenas o primeiro encontro. Hoje em dia, não basta que alguém conheça sua marca. Ela precisa ser forte e encontrar uma forma de estar presente no dia a dia dos consumidores.

Por trás da construção dessa paixão, há um forte trabalho de branding, que se apoia muito na intimidade, velocidade e amplitude das mídias sociais. A empresa australiana de design de marcas One Deep Design criou um infográfico que mostra alguns dados sobre a importância de um trabalho como esse.

Reunindo esse monte de números, a empresa listou seis formas para fazer seus clientes se apaixonarem pela sua marca. Depois da lista, você encontra o gráfico original, em inglês, com as fontes de todos os dados.

1. Ofereça um atendimento de primeira
Não adianta ser medíocre: sua empresa precisa tratar seu cliente da melhor forma possível. Para 73% dos consumidores, o atendimento amigável determina o amor por uma marca. E não pense que os custos serão um problema: 55% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência de consumo melhor. O mais importante é lembrar que 89% deles pararam de fazer negócios com empresas que os trataram mal.

2. Dê um tapa no visual
Sim, os consumidores julgam as marcas pela capa – ou melhor, por seus sites. Este é o primeiro critério para definir a credibilidade de uma empresa para 46% das pessoas. Além disso, 90% das compras são feitas baseadas em fatores visuais.

3. Crie conteúdo de sustância
Conteúdo de qualidade é o terceiro principal motivo para pessoas seguirem empresas nas mídias sociais. As publicações e a proximidade de cada marca com seus clientes por meio dessas ferramentas também ajuda na hora de determinar uma compra: 67% dos usuários do Twitter, por exemplo, estão mais inclinados a comprar de marcas que eles seguem.

4. Abuse das emoções
Criar uma marca forte pode envolver vários passos virtuais. Isso não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Explore as emoções em cada estratégia para se conectar de forma mais humana com seus clientes. As emoções são a base para 75% das experiências de consumo.

5. Fique de olho no seu histórico e surpreenda
Três de cada quatro consumidores gastam mais com marcas com as quais tiveram experiências positivas anteriores. Fique de olho para não escorregar e mantenha um histórico do que a empresa já realizou de positivo. E sempre que tudo parecer rotineiro, surpreenda seus clientes fieis com algo novo.

6. Escute – mesmo – seus clientes
Não adianta ter diversos canais de comunicação com seus consumidores e não usar as opiniões deles para melhorar sua empresa de alguma forma. Aproveite aquelas que são interessantes e divulgue as críticas construtivas – positivas ou negativas. Adicionar depoimentos de clientes no site de uma empresa pode aumentar as vendas em até 250%.

04/11/2017

CULTURA EMPRESARIAL: PILAR DE UMA CORPORAÇÃO
Para uma cultura organizacional ser inovadora, deve envolver os seus colaboradores e incentivá-los, cada vez mais, a uma aquisição constante de conhecimentos e novas práticas de gestão

A cultura empresarial cresce e evolui com a história de uma empresa. E deveria ser um tema de “cabeceira” de todos os CEOs, porque são eles que precisam gerenciar as relações em prol de um objetivo em comum, planejar ações, e propiciar um ambiente saudável para um bom andamento dos processos. Para isso, é preciso difundir o conjunto de normas, valores, costumes mantidos pelas pessoas que ali dedicam seus esforços. Porém, para uma cultura organizacional ser inovadora, deve envolver os seus colaboradores e incentivá-los, cada vez mais, a uma aquisição constante de conhecimentos e novas práticas de gestão.

Não basta somente existir. A cultura de uma empresa precisa ser difundida por todos os membros de uma corporação. É fazer com que todos entendam que o dia a dia de suas funções vai além de metas e objetivos cumpridos, da tarefa, do “ bater o ponto”. É preciso ter uma ligação visceral para que todos os seus colaboradores possam viver. Não é simplesmente decretar, dizer apenas aos seus subordinados o que se deve ou o que pode e não pode. E isto, acredite, não é um trabalho feito do dia para a noite.

Demanda engajamento de equipe, aperfeiçoamento, constante investimento em treinamentos. Colaboradores apaixonados pela empresa em que trabalham fornecem experiências maravilhosas a seus clientes. Por isso, fazer com que uma equipe se conscientize sobre a importância dos elementos que compõem a cultura da empresa é fundamental.

Afinal, isso pode ser a diferença entre o sucesso e a estagnação. Entretanto, vimos nas últimas semanas uma grande discussão sobre a terceirização da atividade fim.

Quando um colaborador sente que pode ser trocado a qualquer hora, não consegue se envolver e a partir deste ponto as relações ficam superficiais. Não abrange relações com a equipe tampouco com o trabalho, pondo em risco tudo o que foi construído ao longo dos tempos. Isso, fatalmente resultará em inconsistências e conflitos, distanciando cada vez mais do resultado esperado.

Vale lembrar que a cultura organizacional também está ligada aos resultados que aquela corporação conquista, e a forma como é administrada por suas lideranças, presidentes, executivos, conselho.

20/10/2017

Em 2017, o franchising já alcançou, segundo a ABF, 49%, dos 5.570 municípios do país, e o faturamento do setor já ultrapassou R$ 151 bilhões, alta de 9,3% ante o mesmo período do ano anterior.

06/10/2017

Onde está seu foco agora? O que você está pensando? Quais foram seus pensamentos no seu dia? Em algum momento você parou para perceber como estava se sentindo? Percebeu os sinais que seu corpo lhe transmitiu através de algum desconforto?

- Faça isso AGORA!!!

Em geral, a maioria das pessoas não sabe responder a estas perguntas.

Elas pouco se observam, portanto não se conhecem. Acabam vivendo uma vida escrita por outras pessoas onde suas reais vontades, desejos e aspirações não tem tanta importância.

Até quando você deseja viver uma vida que não é verdadeiramente a sua? O que falta conhecer sobre si mesmo para ter mais segurança, auto-confiança e amor próprio?

Ninguém poderá caminhar por você, evoluir por você, enfrentar os seus desafios e ter o gostinho da sua superação!

Se pudesse focar hoje mais em SER do que TER, ou mais em FAZER do que POSSUIR, o que pode escolher e que irá contribuir com a sua evolução?

06/10/2017

Há quem acredite que líderes nascem líderes. Que empreendedores nascem empreendedores. Você, com certeza, já ouviu alguém dizer “aquele homem é um líder nato”. Se você acreditava nisto, lamento desapontá-lo, mas isto é um mito. Entenda como preferir, lenda, folclore… O fato é que isto não é real. Líderes não nascem líderes. Empreendedores não nascem empreendedores.

LIDERANÇA é uma competência e, como tal, pode ser desenvolvida. O mesmo acontece com o comportamento empreendedor. Alguns terão mais facilidade; outros, menos, mas a princípio não há excluídos. A não ser os que, por si mesmos, se excluem.

Claro, que as evidências científicas demonstram que nossas características físicas e, de certo modo, até psicológicas recebem influência de nossos genes. O equívoco está em generalizar uma “influência” para “influência determinante”. Nossas predisposições facilitam ou dificultam determinadas conquistas, mas não são determinantes. Nada garante que uma pessoa com incrível predisposição para música se torne um músico de sucesso. O mesmo ocorre com o empreendedorismo.

Estou certo de que há um grupo especial de pessoas. Pessoas que com ou sem predisposição agem com garra, dedicação e buscam incessantemente o conhecimento. Estes são os vencedores!

Deixe de desculpas e procure desenvolver as competências necessárias para alcançar seus objetivos. Tome esta atitude!

07/09/2017

A diferença das pessoas que estão performando no seu máximo e pessoas que estão ali deixando a vida passar é porque elas sabem exatamente o que elas querem fazer.

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28/08/2017

10 tendências para o mercado de franquias em 2017

Unidades de investimento mais baixo e vendas diretas devem ser apostas no próximo ano; bem-estar e alimentação saudável estão entre os setores quentes

Os formatos e os setores que devem ter destaque no franchising em 2017 refletem, em grande parte, uma realidade de 2016: a crise econômica. Formatos de loja menores e vendas porta a porta são algumas das promessas para o próximo ano. Entre os segmentos mais promissores, destacam-se os de reparos de automóveis e celulares, os produtos voltados para o bem-estar e os negócios que têm a terceira idade como púbico-alvo. Confira a seguir dez tendências das franquias brasileiras em 2017.�
�1. Modelos enxutos�Desde o início da crise econômica, muitas redes aderiram ao lançamento de formatos menores de loja. Assim, conseguiram atrair os empreendedores com menor poder de investimento. Antes de se decidir por uma marca, no entanto, o candidato precisa avaliar se o formato em questão já foi testado pela franqueadora. “O franqueado não pode ser cobaia de um modelo recém-criado”, diz Adir Ribeiro, fundador e presidente da Praxis Business.�

2. Venda direta�O modelo de venda porta a porta gerenciado pelo franqueado, como o que foi adotado por O Boticário, deve ganhar espaço no ano que vem. “A diversificação de canais de atendimento que sejam conectados às franquias vai continuar – e não só no segmento de cosméticos”, afirma Claudio Tieghi, diretor de inteligência de mercado da ABF. Os candidatos que queiram investir numa marca com venda direta devem ficar atentos às maneiras como a empresa franqueadora inclui os donos das unidades na gestão do canal e no faturamento que vem dele.
��3. Interiorização�“Existe um grande campo para as franquias nas cidades menores”, diz Tieghi. As redes entram em um espaço normalmente ocupado por negócios próprios e atendem a uma demanda da população pelo consumo de marcas mais famosas. Antes de investir em mercados que ainda não foram desbravados, no entanto, é essencial estudar se o produto ou serviço terá aceitação no local. “Às vezes cultura da cidade não abraça aquele conceito”, afirma Claudia Bittencourt, diretora geral do Grupo Bittencourt. �
�4. Multifranqueados�O perfil do franqueado que é dono de várias unidades, sejam elas da mesma marca ou não, tem sido desejado pelas redes. Agora, as empresas franqueadoras devem adaptar seus empreendimentos para atrair e reter esse parceiro. A consultoria de campo e os valores cobrados precisam ser adequados ao formato de “minirrede” do multifranqueado.�
�5. Franqueados millennial�A geração que cresceu conectada à internet já foi reconhecida como consumidora e como profissional no mercado de trabalho. Agora, as franquias estão se adaptando aos millennials como franqueados. “Esse empreendedor quer mais do que ganhar dinheiro. Quer algo que tenha um propósito. É um franqueado que está ligado à economia colaborativa e que presta atenção na proposta da marca e nos aspectos de sustentabilidade”, diz Claudia.�
�6. Reparos de bens usados�“Quando os consumidores têm menos dinheiro para comprar itens novos, o conserto de produtos usados ganha força”, afirma Ribeiro. Entram aí as franquias de reparos em roupas e em telefones celulares, além da manutenção em veículos.�
�7. Bem-estar em todos os setores�Os negócios que remetem a uma vida mais saudável estão crescendo no franchising. “Redes de cosméticos e de tratamentos estéticos, corporais e dentários são tendência, assim como restaurantes de que servem comidas saudáveis”, afirma Tieghi.�
�8. A força da terceira idade�O envelhecimento da população traz oportunidades para franquias que atendam ao público maduro de várias formas. Lojas de roupas mais fáceis de vestir, academias de ginástica e redes de cuidadores são alguns dos conceitos que embarcam no crescimento desse público.�
�9. Pets que falam alto�A valorização e a “humanização” dos pets fazem com que os serviços de adestramento, cuidado e veterinária ganhem espaço nas franquias. “Os hotéis para animais que se parecem com a casa do dono vão se destacar no próximo ano”, diz Tieghi.�
�10. Economia criativa�Negócios ligados a atividades artísticas e de entretenimento começam a virar franquias. Academias de balé, parques de diversões e galerias de arte já estão aderindo ao modelo.

28/08/2017

Conheça o caminho para criar um comércio eletrônico de sucesso
Os donos de lojas virtuais têm vantagens sobre os comércios físicos, mas devem estar atentos a vários fatores. Saiba quais

O comércio eletrônico já é, há algum tempo, uma boa oportunidade de negócio para empreendedores. Os donos de lojas virtuais têm duas grandes vantagens: podem vender para consumidores de todo o mundo e não precisam de um ponto de venda – basta um estoque.

No entanto, não se pode dizer que é fácil criar e gerenciar um e-commerce. Deve-se montar uma estrutura, em muitos casos, tão complexa como a de um comércio físico. A opinião é de Ivan Bastos, cofundador da Webjump, empresa especializada no desenvolvimento da plataforma Magento para lojas virtuais e serviços de e-mail marketing, publicidade e otimização de páginas online. Ele afirma que, além de saber os tipos de produtos que deseja vender, o empreendedor tem que conhecer o segmento de mercado que estará presente.

Segundo Bastos, há alguns fatores que devem ser levados em consideração por quem deseja montar um bom comércio eletrônico. Confira:

1. Público
Antes de tudo, você deve pensar e estabelecer o seu público-alvo. Defina para quem, com quem e como você vai falar. Tal estratégia de comunicação é importante para que as pessoas se identifiquem com sua marca.

2. Estoque
Ter um bom estoque é algo fundamental para otimizar a logística. Quanto mais produtos vendidos, maior deve ser seu estoque. Evite transtornos com seus futuros consumidores. Não venda aquilo que você não pode entregar. Procure estar certo de que poderá atender, de forma rápida e segura, o seu cliente. Na internet, um cliente insatisfeito pode reduzir a reputação da sua loja nas mídias sociais.

3. Atendimento
Ofereça diversos canais de atendimento e contato ao cliente. Além de telefone e e-mail, invista em atendimento personalizado por meio de chat e redes sociais, como Facebook e Twitter. Esses últimos são, segundo Bastos, os favoritos do público, graças a velocidade do serviço. Lembre-se, o seu e-commerce está online e o seu consumidor também. Você deve estar sempre próximo a ele.

4. Política de trocas
Estabeleça e disponibilize no site como funciona o processo de troca e devolução de sua loja. Respeite os prazos e respeite a política descrita pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Você tem mais chances de fazer vendas para quem já comprou no seu site do que para quem nunca comprou. Portanto, se o consumidor estiver satisfeito com os seus serviços, ele possivelmente voltará a você.

5. Divulgação
Se ninguém sabe que sua loja existe, não adianta oferecer o melhor preço. Invista em ferramentas de marketing digital, como otimização de resultados nas buscas, links patrocinados, e-mail marketing e redes sociais. Lembre-se de estar presente onde o seu público-alvo está presente. Atendimento, informação e qualidade geram vendas e clientes.

6. Fornecedores
Faça uma cotação e procure por bons fornecedores. Escolha aqueles que entregam produtos de qualidade e no prazo correto. Também estabeleça um contrato mostrando responsabilidades e direitos de ambas as partes. Se você conseguir bons fornecedores de produtos e com entrega rápida, poderá trabalhar com menos estoque e rentabilizar a sua operação.

7. Cadastro de produtos
Todos os produtos devem ter fotos com resolução adequada e descrição detalhada. Tome cuidado, pois dados incorretos geram reclamações no Procon. A página do produto deve estar recheada de detalhes, como especificações técnicas, depoimento de outros compradores e artigos relacionados, entre muitas outras informações. Uma página pobre e com poucas informações não gera resultados e vendas.

8. Formas de pagamento
Escolha os parceiros financeiros e os meios de pagamento mais adequados para os clientes. Os mais utilizados são o cartão de crédito e o boleto bancário. Se possível, também parcele o valor dos produtos. Outro ponto importante: se o pedido não for aprovado quando seu cliente fechar uma compra, é bem provável que ele saia de sua loja e vá procurar outra.

9. Resultados
Depois de criar uma loja virtual, utilize ferramentas para analisar os resultados. Por meio de plataformas como o Google Analytics, é possível saber o que está dando certo e o que ainda precisa melhorar em seu e-commerce. Estas ferramentas são essenciais para os próximos passos de sua loja virtual. Tente descobrir qual é o comportamento do seu público, quais produto mais agradam e por que ele abandona carrinhos de compras, entre outros dados. Qualquer informação é útil para gerar melhores resultados.

10. Plataforma
Escolha uma boa plataforma para criar uma loja virtual. Ela deve estar preparada para suportar seu crescimento. De nada adianta contratar um serviço simples e que atenda às suas necessidades atuais se ele falhar quando seu site está com muito tráfego. Se você não escolher uma boa plataforma no começo, certamente terá que trocar no meio do caminho e iniciar tudo do zero. Esse caminho é mais trabalhoso, custa mais dinheiro e estanca o crescimento do seu negócio.

Endereço

Rua Roberto Luiz Trevejo, Santa Felicidade
Curitiba, PR

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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