10/06/2026
Muitos investidores imobiliários descobriram recentemente que a rentabilidade de um imóvel destinado ao short stay pode depender de um fator que nem sempre recebe a devida atenção: a convenção do condomínio.
Em decisão recente, o STJ definiu que a exploração habitual de imóveis em condomínios residenciais por meio de plataformas como Airbnb pode ser considerada incompatível com a destinação residencial do empreendimento, exigindo aprovação de 2/3 dos condôminos para sua autorização.
A mudança tem impacto direto sobre proprietários, investidores, síndicos e administradoras, especialmente em empreendimentos onde a convenção é omissa sobre a locação de curta duração.
No novo artigo, analisamos os principais pontos da decisão e seus reflexos práticos para o mercado imobiliário.
Ao ler o texto completo, você vai entender:
✅ O que foi decidido pelo STJ no REsp 2.121.055/MG
✅ Quando a locação por plataformas digitais pode ser restringida pelo condomínio
✅ Quais os riscos para quem investe em imóveis com foco em short stay
✅ Como a convenção condominial influencia diretamente a viabilidade do negócio
✅ Quais medidas podem ser adotadas por proprietários e administradores
A análise jurídica prévia continua sendo uma das ferramentas mais importantes para proteger investimentos e evitar conflitos futuros.
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