14/04/2026
Hoje, ao soprar mais uma vela, olho para trás com o olhar saudosista de quem arquivou processos e memórias — algumas vitórias, outras aprendizagens. Agradeço a Deus, sustentáculo da minha fé; à minha família, alicerce inegociável; e aos amigos, que como bons sócios, nunca me deixaram em causa própria.
Meus sonhos seguem em fase de execução: saúde como cláusula pétrea, realizações como meta cumprida. Cultuo, com a mesma paixão da juventude, o rock como trilha sonora da rebeldia, o skate como equilíbrio sobre asfalto e a democracia como princípio intransigente — afinal, sem liberdade, nem a guitarra sustenta o acorde.
E como não celebrar este 14 de abril? Data em que o Iron Maiden lançou seu primeiro disco, em 1980, e ainda por cima é o Dia Mundial do Café — dois clássicos que me acompanham nas madrugadas de estudo e nos julgamentos da vida. Levanto minha caneca (preferencialmente de porcelana, com os dizeres “The Future Is Bright”) em saudação: a luta pela justiça que me ensinou a nunca me curvar, e ao café que me mantém de pé.
Torço por um mundo sustentável, sem guerras, sem as atrocidades que a humanidade insiste em protocolar. Queremos paz. Muita paz. E prosperidade na evolução da espécie. Porque olhar pra frente é antever boas novas, e olhar pra trás é confirmar que valeu cada curva. Vida segue em pauta.
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