24/09/2026
Com a proximidade das eleições, empresas e lideranças devem redobrar a atenção. Ameaças de demissão, benefícios condicionados, enquetes sobre intenção de voto e propaganda em canais corporativos podem caracterizar assédio eleitoral.
A empresa pode estabelecer regras neutras para preservar o ambiente de trabalho, mas não pode interferir na liberdade política dos empregados — e também deve agir diante de abusos praticados por gestores ou colegas.
No novo artigo, explicamos o que pode e o que não pode ser feito durante o período eleitoral e quais medidas ajudam a prevenir riscos trabalhistas.
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