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Empresarial, Civil, Tributário e Administrativo Realização da justiça e do direito em favor de seus clientes
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24/08/2026

🚨 Empresário: Seu patrimônio pessoal está realmente seguro?
A separação entre a empresa e seus bens pessoais é um pilar fundamental do direito empresarial. Mas você sabia que, em certas situações, essa barreira pode ser “levantada”, expondo seu patrimônio particular a dívidas da PJ?

Estamos falando da Desconsideração da Personalidade Jurídica, uma medida excepcional que, infelizmente, tem sido aplicada de forma ampla, gerando insegurança jurídica para muitos empreendedores.

Quando isso pode acontecer?
Principalmente em casos de desvio de finalidade (uso da empresa para fins ilícitos ou abusivos) ou confusão patrimonial (mistura de bens e contas da PJ com os da PF). Embora seja uma medida para coibir fraudes, a prática mostra que muitos empresários acabam sendo atingidos sem a devida comprovação de culpa.

Como proteger seu patrimônio e evitar esse risco?
✅ Separação Patrimonial Estrita: Mantenha contas e bens da empresa e pessoais rigorosamente separados.
✅ Contabilidade Rigorosa: Registros contábeis atualizados e transparentes são sua defesa.
✅ Governança Jurídica: Formalize atos societários, realize assembleias e mantenha documentos em dia.
✅ Assessoria Jurídica Preventiva: Avalie contratos e planejamentos com especialistas para evitar riscos futuros.
Proteger seu patrimônio não é apenas uma questão legal, é estratégica. Garanta a segurança jurídica do seu negócio e da sua família.

💡 Você já revisou as práticas de governança da sua empresa para evitar a desconsideração? Compartilhe este post com outros empresários que precisam dessa informação!

📈 O planejamento tributário, quando realizado dentro dos limites legais, é uma prática legítima e essencial para a compe...
24/08/2026

📈 O planejamento tributário, quando realizado dentro dos limites legais, é uma prática legítima e essencial para a competitividade das empresas. Signif**a organizar atividades, escolher regimes tributários e estruturar negócios de forma a reduzir o ônus fiscal — sempre antes da ocorrência do fato gerador e com amparo em escolhas jurídicas válidas.

⚠️ O problema começa quando a economia fiscal deixa de ser uma consequência e passa a ser o único objetivo da operação. Quando a forma jurídica é escolhida não por uma razão empresarial real, mas apenas para evitar tributos. Quando a operação não tem propósito negocial, não gera valor econômico real, e serve exclusivamente para esvaziar a norma tributária.

🛡️ É nesse terreno que atua a Norma Geral Antielisiva. Prevista no art. 116, parágrafo único do CTN, ela autoriza a autoridade fiscal a desconsiderar atos formalmente válidos, mas que na substância revelam dissimulação ou abuso. A lei não proíbe planejar — proíbe fraudar, disfarçar e artificializar.

🏛️ A jurisprudência do CARF tem caminhado para reconhecer a autoaplicabilidade dessa norma e para analisar casos concretos com base em critérios como o business purpose e a substância econômica. Isso signif**a que a forma não prevalece sobre a essência. Se a operação não tem motivo negocial real, o Fisco pode (e vai) desconsiderá-la.

💡 E aqui reside o grande risco: muitas empresas, assessoradas de forma inadequada, acreditam estar fazendo planejamento tributário legítimo, mas na verdade estão praticando elusão — e só descobrem isso quando chega a autuação.

🔎 A pergunta que todo empresário deve fazer: sua economia tributária tem fundamento empresarial real ou é apenas um jogo de formas? Se for o segundo caso, o risco de autuação é alto — e o custo, maior ainda.

📩 Como sua empresa tem tratado o planejamento tributário? Já revisou suas estruturas para garantir que há propósito negocial real por trás das escolhas fiscais? Se tiver dúvida sobre os limites do que é legítimo e do que pode ser questionado, me chama no direct — posso ajudar a mapear riscos antes da autuação.

💰 Sua empresa pode estar pagando imposto sobre um lucro que nunca existiu.Parece absurdo, mas acontece todos os dias. O ...
21/08/2026

💰 Sua empresa pode estar pagando imposto sobre um lucro que nunca existiu.
Parece absurdo, mas acontece todos os dias. O extrato bancário mostra saldo positivo.
O empresário olha para a conta e pensa: "Estamos indo bem."

Mas será mesmo?
Esse dinheiro pode ter vindo de:
✔️ Antecipação de clientes
✔️ Empréstimos bancários
✔️ Parcelamentos tributários
✔️ Prazo maior com fornecedores
✔️ Venda de ativos da empresa
Nenhuma dessas situações signif**a, necessariamente, que sua operação está gerando lucro.

E aqui mora um dos maiores riscos da gestão empresarial:
⚠️ Confundir fluxo de caixa com resultado financeiro.
Enquanto o fluxo de caixa responde:
👉 "Existe dinheiro disponível hoje?"

A DRE responde:
👉 "A empresa realmente gerou lucro?"
O problema f**a ainda maior quando a tributação entra em cena.

Imagine uma empresa que:
📦 Compra estoque hoje;
📄 Vende a prazo;
💸 Recebe apenas daqui a 60 dias;
🧾 Mas precisa recolher tributos antes mesmo do dinheiro entrar no caixa.
Na prática, a empresa pode estar pagando imposto sobre uma receita que ainda não virou dinheiro disponível.

E pior:
Muitas empresas distribuem lucros, aumentam despesas ou assumem novos compromissos acreditando que "sobrou caixa", quando parte daquele dinheiro já tem destino certo:
✔️ Folha de pagamento
✔️ Tributos
✔️ Fornecedores
✔️ Parcelas bancárias
✔️ Capital de giro da operação
O saldo bancário é apenas uma fotografia. A saúde financeira da empresa é um filme completo.

Empresas quebram não apenas por falta de lucro.
Muitas quebram porque o lucro ficou preso em estoque, clientes inadimplentes ou contas a receber de longo prazo.

📊 Empresa saudável acompanha diariamente dois indicadores:
✅ Lucro (rentabilidade)
✅ Fluxo de caixa (liquidez)
Porque lucro sem caixa não paga boleto. E caixa sem lucro costuma ser apenas uma ilusão temporária.

🚨 Holding Patrimonial: O que muda para o empresário com a Reforma Tributária?O uso de holdings como ferramenta de planej...
19/08/2026

🚨 Holding Patrimonial: O que muda para o empresário com a Reforma Tributária?
O uso de holdings como ferramenta de planejamento sucessório e gestão de bens está sob os holofotes. Com a Reforma Tributária, as regras do jogo mudam a partir de 2027, e quem tem patrimônio imobilizado ou empresas familiares precisa f**ar atento.

Neste carrossel, detalhamos os pontos críticos que podem encarecer sua estrutura:
👉 Aluguéis na PJ: A carga tributária pode saltar de 11,33% para quase 19% com a chegada do IBS e da CBS.
👉 ITCMD (Imposto de Herança): A progressividade das alíquotas (até 8%) e a base de cálculo pelo valor de mercado (e não mais o valor contábil) podem encarecer signif**ativamente a sucessão.

Mas afinal, ainda vale a pena ter uma Holding?
Na maioria dos cenários, a resposta continua sendo positiva, especialmente quando comparamos com a tributação da Pessoa Física, que também sofrerá impactos. No entanto, o planejamento "automático" acabou. Cada caso agora exige uma análise técnica profunda para equilibrar eficiência fiscal e segurança jurídica.

Agora é o momento ideal para começar a projetar os impactos de 2027 no seu patrimônio e evitar surpresas no futuro.

💡 Como está o planejamento da sua sucessão e dos seus bens? Compartilhe este post com seus sócios e familiares que precisam entender essas mudanças!

🚨 Empresário, você sabe a diferença entre ter dinheiro e ter o controle da sua empresa?Receber um investimento pode ser ...
17/08/2026

🚨 Empresário, você sabe a diferença entre ter dinheiro e ter o controle da sua empresa?
Receber um investimento pode ser o combustível que seu negócio precisa para decolar. Mas, sem a estrutura jurídica correta, essa injeção de capital pode custar o comando da sua própria empresa!

Neste carrossel, desvendamos o mito de que "ter a maioria das quotas" garante o controle. Na prática, o controle é uma questão de estrutura jurídica, e não apenas de percentual societário.

Vamos explorar:
👉 Os 3 tipos de controle que você precisa proteger.
👉 Os 4 riscos reais de perder o comando, mesmo sendo majoritário.
👉 As 5 formas inteligentes de estruturar o capital sem abrir mão da gestão.
👉 E o mais importante: o que negociar com o investidor para proteger seus interesses.

Não deixe que um bom negócio se transforme em uma dor de cabeça futura. O controle não se perde na venda, ele se perde no contrato mal elaborado.

💡 Sua empresa está pronta para atrair investidores com segurança? Deslize para entender como proteger seu negócio e garantir um crescimento sustentável!

Você já ouviu falar no split payment? Se ainda não, é hora de prestar atenção.O sistema é uma das maiores inovações da r...
14/08/2026

Você já ouviu falar no split payment? Se ainda não, é hora de prestar atenção.
O sistema é uma das maiores inovações da reforma tributária e promete transformar radicalmente a arrecadação de impostos sobre consumo no Brasil. Desenvolvido pelo governo federal, ele fará a separação automática dos tributos no exato momento da compra - algo inédito em escala nacional.

A dimensão do projeto impressiona: segundo o Ministério da Fazenda, a capacidade operacional do split payment será cerca de 170 vezes maior que a do Pix. Isso signif**a processar aproximadamente 70 bilhões de documentos por ano, com um nível de detalhamento que inclui notas fiscais completas, produtos, emissores e créditos tributários.

O modelo virá acompanhado da CBS e do IBS, que substituirão gradualmente IPI, P*S, Cofins, ICMS e ISS a partir de 2027, em um cronograma de transição que vai até 2033. O governo já destinou R$ 2 bilhões ao desenvolvimento da plataforma - e os valores podem crescer.

Mas aqui está o ponto que todo empresário e todo advogado tributarista precisa entender: o split payment não cria um novo imposto. Ele automatiza o recolhimento dos tributos já previstos na reforma. A promessa é reduzir inadimplência, sonegação e fraudes, além de agilizar a distribuição da arrecadação entre os entes federativos.

Empresas que se prepararem com antecedência — revisando sistemas, processos e contratos - terão vantagem competitiva. As que ignorarem o assunto podem encontrar dificuldades operacionais e fiscais signif**ativas.
O momento de entender o sistema e planejar a transição é agora. Porque 2027 está mais perto do que parece.

Sua empresa já começou a se preparar para o split payment e para a transição da CBS/IBS? Sabe como isso vai impactar sua operação e sua carga tributária? Se tiver dúvida sobre os impactos práticos, me chama no direct, podemos ajudar a mapear os riscos e as oportunidades antes da implementação.

O contrato foi assinado. As partes apertaram as mãos. Tudo parecia certo. Mas a economia mudou. O cenário não é mais o m...
12/08/2026

O contrato foi assinado. As partes apertaram as mãos. Tudo parecia certo. Mas a economia mudou. O cenário não é mais o mesmo. E agora?
O equilíbrio econômico-financeiro de uma relação contratual de longa duração está sob constante ameaça. Fatores supervenientes podem tornar o negócio insustentável para uma das partes. A pergunta não é "se" isso vai acontecer, mas "quando".

O Código Civil já prevê, em seus arts. 478 e 317, a possibilidade de revisão judicial quando há excessiva onerosidade decorrente de eventos extraordinários. Mas depender do Judiciário para reequilibrar um contrato é caro, demorado e imprevisível.

A solução está na prevenção. Cláusulas de revisão bem elaboradas permitem que as próprias partes estabeleçam as regras do reequilíbrio antes que o problema apareça. Delimitam hipóteses, fixam parâmetros objetivos e reduzem drasticamente o risco de litígio.

Cláusula de revisão não viola o princípio pacta sunt servanda. Ela representa sua evolução em harmonia com a função social do contrato (art. 421-A do CC). É sobre prever o imprevisível e manter o negócio de pé.

Em tempos de volatilidade, a gestão de contratos não se esgota na assinatura. Exige instrumentos de flexibilidade controlada que garantam equilíbrio ao longo do tempo.

A experiência mostra: empresas que se antecipam e estruturam contratos robustos, com cláusulas claras de revisão, são mais resilientes. Preservam valor, reputação e segurança jurídica.

E você, já revisou seus contratos para ver se estão preparados para o inesperado?
Você tem cláusulas de revisão nos seus contratos de longa duração? Sabe como elas estão redigidas e se são aplicáveis ao seu negócio? Se tiver dúvida, me chama no direct - podemos ajudar a identif**ar riscos antes que eles virem prejuízo.

10/08/2026

O IBS não é apenas um imposto novo com outro nome. Ele representa o fim de um sistema tributário fragmentado que funcionou por décadas com:
❌ 27 legislações diferentes de ICMS
❌ 5.570 regras municipais de ISS
❌ Guerra fiscal entre estados
❌ Milhares de discussões judiciais bilionárias

Durante anos, empresas que operavam nacionalmente precisavam entender regras diferentes para cada estado e município.

Agora, a lógica muda completamente.
🔹 Sai a tributação na origem.
🔹 Entra a tributação no destino.
Ou seja: o imposto passa a pertencer ao estado e município do comprador, e não mais ao local onde a empresa está instalada.

Na prática, isso signif**a:
✅ Menos complexidade operacional.
✅ Uma única regra nacional para apuração do IBS.
✅ Redução da guerra fiscal entre os estados.
✅ Crédito amplo sobre praticamente todos os insumos da atividade.
Mas nem todos os setores sentirão os efeitos da mesma forma.

📈 Indústria, exportadores e agronegócio tendem a ganhar competitividade.
⚠️ Prestadores de serviços com poucos insumos e margens elevadas podem enfrentar aumento da carga tributária efetiva.

Outra mudança importante:
🧾 Pela primeira vez, o consumidor passará a enxergar claramente na nota fiscal quanto está pagando de IBS e CBS.
-Mais transparência.
-Mais previsibilidade.
-Mais necessidade de planejamento.

A pergunta deixou de ser se a Reforma Tributária vai impactar sua empresa.
A pergunta agora é: Sua empresa vai reagir às mudanças ou se antecipar a elas?

A cláusula de não concorrência parece simples, mas tem implicações profundas.O que muitos empresários não percebem: a si...
07/08/2026

A cláusula de não concorrência parece simples, mas tem implicações profundas.
O que muitos empresários não percebem: a simples existência da cláusula não garante proteção. Uma redação genérica, sem limites claros, pode ser declarada nula por restringir excessivamente o direito de trabalhar do ex-sócio.

O Judiciário exige proporcionalidade: a restrição não pode impedir o trabalho, deve ter prazo razoável e estar geograf**amente vinculada ao mercado da empresa. Qualquer excesso leva à nulidade - e você perde a proteção que imaginava ter.

Além disso, a redação precisa prever as consequências do descumprimento. Não basta dizer "não pode concorrer". É preciso estabelecer multa, apuração de danos e como se dará a cobrança.

A cláusula bem feita não é sobre "proibir". É sobre dar segurança. É sobre alinhar expectativas entre sócios e proteger o que foi construído em conjunto.
A pergunta que todo empresário deve fazer: se um sócio se desligar hoje, sua empresa está protegida? Se a resposta for "não sei" ou "acho que sim", o momento de revisar o contrato é agora. O custo da prevenção é sempre menor que o da reparação.

Você já revisou a cláusula de não concorrência do seu contrato social? Sabe se os limites material, temporal e espacial estão claros? Se tiver dúvida, nos chame no direct, podemos ajudar a identif**ar riscos antes que virem problema.

Reforma Tributária: Publicado o cronograma dos documentos fiscais! 🚨💼A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicar...
05/08/2026

Reforma Tributária: Publicado o cronograma dos documentos fiscais! 🚨💼

A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, oficializando o cronograma de implementação dos documentos fiscais eletrônicos da Reforma Tributária do Consumo (CBS e IBS).

A partir de agora, os sistemas das empresas devem ser adaptados para gerar os novos leiautes e incluir os campos dos novos tributos. No entanto, há pontos de atenção cruciais para evitar dores de cabeça jurídicas e operacionais.

📌 O que você precisa saber agora:
🗓️ Cronograma em etapas: As mudanças começaram em 03/08/2026 para NF-e, NFC-e e CT-e; seguem em 01/10/2026 para NFS-e; e chegam ao Simples Nacional em 01/01/2027.

🛡️ Flexibilização inicial: Para mitigar impactos, a Receita Federal informou que as notas fiscais não serão rejeitadas automaticamente neste primeiro momento caso os campos do IBS e da CBS fiquem em branco.

⚠️ Sem multas imediatas: Em caso de descumprimento durante esta fase de adaptação em 2026, a empresa será notif**ada e terá prazo de 60 dias para regularização sem a aplicação de multas.

📉 Fase de te**es: Em 2026, o recolhimento de teste (0,9% de CBS e 0,1% de IBS) conta com mecanismos de compensação com tributos federais para evitar aumento da carga tributária.

💡 O Alerta do Especialista:
A flexibilização atual é transitória. Deixar a adaptação para a última hora signif**a correr riscos de retrabalho, custos operacionais elevados e falhas nos processos internos quando a exigência se tornar definitiva. A adequação é eminentemente tecnológica e exige planejamento estratégico do seu negócio!

💬 A sua empresa precisa de orientações para adequar os processos fiscais e tributários a essa nova realidade? Clique no link da Bio e fale diretamente com a nossa equipe jurídica especializada!

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