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Empresário, a reforma tributária já entrou em "outra vertente". Não se trata mais apenas de alterar alíquotas ou regimes...
22/05/2026

Empresário, a reforma tributária já entrou em "outra vertente". Não se trata mais apenas de alterar alíquotas ou regimes de apuração. O impacto da transição do sistema tributário brasileiro vai muito além da esfera tributária e atinge diretamente toda a estrutura da sua empresa.

📌 O profissional tributário precisa se reinventar, e a empresa também
Antes mais isolado, operacional e focado apenas no Fisco, o profissional tributário precisou se reinventar. No mercado atual, ou ele se atualiza e faz diferente, ou f**a ultrapassado.

Hoje, o mais importante é a sinergia que a área tributária consegue gerar dentro da companhia. Isso signif**a:
-Integração entre setores (financeiro, jurídico, operacional, comercial);
-Análise dos impactos da reforma em todas as áreas do negócio;
-Mudança de cultura organizacional.

📊 O que uma análise técnica da reforma pode gerar para sua empresa?
Uma reunião estratégica sobre a reforma tributária — com ferramentas adequadas, como calculadoras especializadas — pode entregar resultados que geram valor real:
✅ Informações seguras para o conselho de administração;
✅ Definição de uma agenda de transição;
✅ Análise clara dos impactos no seu negócio;
✅ Segurança da informação para tomar decisões estratégicas.
O ponto central é este: é importante ter segurança da informação para tomar decisões. Sem isso, a empresa f**a exposta a riscos fiscais, perda de competitividade e decisões baseadas em cenários incertos.

⚠️ Diante disso, você já considerou:
-Como a reforma tributária impacta os resultados da sua empresa?
-Seu time tributário está integrado às demais áreas?
-Suas decisões estratégicas estão baseadas em análises seguras e atualizadas?
👉 Entre em contato com nosso escritório para entender como a reforma tributária impacta seu negócio e como se preparar da forma correta.

✅ Nota importante: este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e não configura consultoria tributária ou jurídica.

⚖️A recente Lei Complementar 225/2026 (Código de Defesa do Contribuinte) trouxe uma inovação que está gerando um intenso...
20/05/2026

⚖️A recente Lei Complementar 225/2026 (Código de Defesa do Contribuinte) trouxe uma inovação que está gerando um intenso debate jurídico no STF: a restrição severa ao empresário considerado "devedor contumaz".
Agora, o fisco tem em mãos uma ferramenta que pode, literalmente, inviabilizar a sobrevivência de um negócio em crise.

🚩 O "Devedor Contumaz" e a Barreira da Recuperação
A nova lei define como contumaz o contribuinte com inadimplência substancial e reiterada. O ponto polêmico (Art. 13) é que essa classif**ação agora pode:
-Impedir o pedido ou o prosseguimento de uma Recuperação Judicial.
-Autorizar que a Fazenda Pública peça a convolação da sua recuperação em falência.

🥊 O Embate no STF (ADIn 7.943)
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já levou o caso ao Supremo, questionando a constitucionalidade dessa medida. O argumento é central: o Estado não pode usar a proibição de uma atividade econômica como "meio indireto" para cobrar impostos (as famosas Sanções Políticas).

Ao vetar a Recuperação Judicial, o legislador pode estar condenando empresas viáveis à morte prematura, destruindo empregos e cadeias produtivas, o que afronta o princípio da Preservação da Empresa e da Livre Iniciativa.

📑 O que o empresário precisa saber hoje?
O combate à sonegação estrutural é legítimo, mas o limite é a sobrevivência do negócio. A linha entre uma "fiscalização rigorosa" e uma "punição inconstitucional" é tênue. No cenário atual, a Transação Tributária e o parcelamento de débitos tornam-se as únicas formas seguras de evitar o rótulo de "contumaz" e garantir o direito de reestruturar a empresa.

💡 Sua empresa está preparada para esse novo rigor fiscal?
O cenário tributário de 2026 não perdoa a falta de estratégia. Entender os limites da intervenção estatal é fundamental para proteger sua operação.

Muitos empresários ainda acreditam que problemas com o fisco se resolvem apenas com multas e parcelamentos. Mas o cenári...
18/05/2026

Muitos empresários ainda acreditam que problemas com o fisco se resolvem apenas com multas e parcelamentos. Mas o cenário mudou. Hoje, vivemos a era do Direito Penal Econômico, onde falhas tributárias podem rapidamente cruzar a linha e se tornar crimes de "colarinho branco".

A pergunta não é mais apenas "quanto vou pagar?", mas sim "como vou provar que não houve dolo?".

🚩 Onde moram os maiores riscos?
O crime tributário raramente nasce de um desejo de burlar a lei, mas sim de práticas que o fisco interpreta como fraude ou omissão:
-Interposição de terceiros: O famoso uso de "laranjas", mesmo que em estruturas complexas.
-Omissão de informações: Dados não declarados que a Receita Federal agora cruza em segundos via IA.
-Cegueira Deliberada: Quando o executivo "prefere não saber" dos detalhes contábeis, mas acaba responsabilizado pelo "domínio do fato".

🛡️ Prevenir é a única defesa real
Não se trata apenas de pagar impostos, mas de gerir provas. Em um ambiente de fiscalização integrada (Receita, PF e Ministério Público), a sua melhor defesa é a diligência:
1.Mantenha o registro claro do racional de cada decisão financeira.
2.Não assine o que você não compreende tecnicamente.
3.Avalie seus parceiros e terceiros com rigor (Compliance).
O erro técnico pode ser corrigido. A fraude, por outro lado, gera consequências que nenhum balanço financeiro consegue absorver.

💡 Vamos proteger sua gestão?

⚠️ Nota de Responsabilidade: Este conteúdo é informativo e não constitui consulta jurídica. A interpretação das leis penais tributárias é complexa e varia caso a caso. Se você identificou alguma inconsistência em sua operação ou tem dúvidas sobre sua responsabilidade legal, entre em contato imediatamente com um advogado de sua confiança.

Existe um mito perigoso no mercado de que o registro na Junta Comercial é apenas uma burocracia para tirar o CNPJ. A ver...
15/05/2026

Existe um mito perigoso no mercado de que o registro na Junta Comercial é apenas uma burocracia para tirar o CNPJ. A verdade é muito mais dura: sem um registro empresarial impecável, não existe separação entre o seu bolso e o caixa da empresa.

O registro não serve para "dar satisfação" ao Estado. Ele serve para avisar ao mercado que aquela empresa é uma entidade autônoma, com regras próprias e, principalmente, com patrimônio separado dos sócios.

⚠️ O que acontece quando o registro falha?
Quando uma empresa opera de forma irregular ou com atos desatualizados, ela entra em um estado de "fragilidade jurídica" que só se revela no pior momento:
1.Confusão Patrimonial: Em uma cobrança judicial, se o registro estiver falho, o juiz pode entender que a empresa e o sócio são a mesma coisa. O resultado? Seus bens pessoais (casa, carro, conta física) entram na linha de tiro por dívidas do negócio.
2.Conflitos entre Sócios: Sem um contrato social que reflita a realidade atual da gestão, qualquer briga interna se torna um pesadelo jurídico de difícil solução.
3.Insegurança em Contratos: Se quem assina por sua empresa não tem poderes registrados e atualizados, aquele contrato milionário pode ser anulado por um fornecedor ou cliente de má-fé.

🛡️ A forma é a sua proteção
No Direito Empresarial, a "forma" não é detalhe. É a sua armadura. Uma empresa juridicamente estruturada não apenas sobrevive melhor a crises, mas transmite confiança para investidores, bancos e parceiros.
Antecipar riscos registrais custa infinitamente menos do que tentar salvar seu patrimônio pessoal depois que o processo já começou.

💬 Como está a "saúde" do seu contrato social?
A regularidade da sua empresa é o que define se ela vai durar anos ou se vai ruir no primeiro problema jurídico relevante.

📌 A irregularidade registral pode acarretar responsabilidades graves e ilimitadas para os administradores. Para regularizar sua situação ou auditar seus atos societários, entre em contato com um advogado de sua confiança.

Se você é empresário, sabe que a segurança jurídica é o pilar que sustenta qualquer investimento. No último dia 15 de ab...
13/05/2026

Se você é empresário, sabe que a segurança jurídica é o pilar que sustenta qualquer investimento. No último dia 15 de abril, um passo decisivo foi dado no Senado com a audiência pública sobre o PL 4/2025, que visa reformar o Código Civil.
Mas o que isso tem a ver com o seu dia a dia? Tudo.

Especialistas e legisladores estão debatendo temas que tocam diretamente no patrimônio e na operação das empresas brasileiras. Separamos os pontos que merecem sua atenção imediata:
-Liberdade de Iniciativa: Há um esforço para garantir que o novo Código trate a empresa como motor da economia, protegendo a livre iniciativa e trazendo mais clareza na interpretação de contratos empresariais.
-Patrimônio Digital: Uma inovação necessária. Como f**am os ativos digitais da sua empresa e a sua herança digital? A proposta busca regulamentar essa nova realidade.
-Direito das Coisas e Imobiliário: Mudanças em fundos de investimento e contratos imobiliários estão no radar, o que pode impactar desde a sede da sua empresa até as garantias dadas em empréstimos.
-Modernização do Direito de Empresa: A meta é desburocratizar e atualizar regras que já não refletem a velocidade do mercado atual.

⚠️ O alerta para o empresário
Embora a modernização seja bem-vinda, vozes do setor jurídico alertam para pontos de atenção, como a inclusão de marcas e patentes dentro do Código Civil e a regulamentação de fundos. Toda transição exige cautela para que o "remédio" não gere novos custos ou inseguranças.
Acompanhar essas mudanças não é apenas jurídico, é estratégico.

💬 Vamos conversar?
As leis mudam, mas o seu planejamento não pode parar. Como você está preparando o seu negócio para as novas regras do jogo?

Se você produz, sabe que o sol e a chuva não são os únicos que ditam o ritmo da colheita. Agora, o Judiciário também mud...
11/05/2026

Se você produz, sabe que o sol e a chuva não são os únicos que ditam o ritmo da colheita. Agora, o Judiciário também mudou as regras do jogo.

Com o recente Provimento 216/2026 do CNJ, a Recuperação Judicial para o produtor rural ficou mais técnica e rigorosa. O objetivo é claro: trazer segurança para quem empresta, mas o custo para quem produz é uma gestão muito mais profissional.

🚜 O que mudou na prática para o seu negócio?
O novo cenário exige que o produtor rural pense como um CEO de uma grande corporação:
1.Contabilidade de Elite: Esqueça o livro caixa simples. Para pedir socorro judicial, agora é obrigatório apresentar balanços patrimoniais assinados e seguir o regime de competência. A "caixa-preta" financeira não tem mais espaço.
2.A "Guerra dos Grãos": O CNJ definiu que soja e milho não são bens de capital. Isso signif**a que, mesmo em Recuperação Judicial, seus estoques podem ser tomados por credores com garantias específ**as. O seu "oxigênio" financeiro ficou mais exposto.
3.Olhos no Céu: O Administrador Judicial agora pode usar drones e satélites para fiscalizar sua safra. A tecnologia será usada para garantir que o que foi declarado é o que realmente está plantado.
4.Blindagem do Barter e da CPR: Contratos de entrega física (Barter) e Cédulas de Produto Rural (CPR) físicas f**aram de fora da recuperação. O compromisso de entrega deve ser honrado, o que encurta a margem de manobra do plano de RJ.

💡 A estratégia é a sua melhor semente
O Provimento 216/26 traz uma mensagem dura, mas necessária: a segurança jurídica do agro depende de garantias respeitadas. Para o produtor, o caminho não é evitar a lei, mas se antecipar a ela com um planejamento jurídico e tributário robusto.

⚠️As novas normas do CNJ são complexas e podem ser questionadas judicialmente quanto à sua constitucionalidade. Cada caso exige uma análise técnica profunda. Se o seu negócio enfrenta desafios financeiros, não tome decisões baseadas apenas em informações de internet: entre em contato com um advogado de sua confiança.

Empresário, a inscrição em dívida ativa é uma das situações mais delicadas que seu negócio pode enfrentar. Ela ocorre qu...
08/05/2026

Empresário, a inscrição em dívida ativa é uma das situações mais delicadas que seu negócio pode enfrentar. Ela ocorre quando um débito deixa de ser pago e é formalmente constituído por órgãos como Receita Federal, Estados ou municípios.
Por isso, a dívida ativa não deve ser tratada como um problema burocrático, mas sim como uma situação estratégica que precisa ser conduzida com cuidado.

🔍 O que realmente faz diferença em um caso de dívida ativa
Embora a defesa judicial seja parte importante do processo, existe um trabalho técnico que ocorre fora do processo e que, muitas vezes, é decisivo para o resultado final.
É nessa etapa que se identif**am:
-Inconsistências na constituição do débito (ainda na fase administrativa);
-Falhas na notif**ação ou no procedimento do Fisco;
-Possibilidade de prescrição parcial dos débitos;
-Oportunidades de transação tributária com descontos em juros e multas.

📊 Impactos estratégicos para a sua empresa
Mais do que um procedimento de defesa, a análise prévia da dívida ativa tornou-se um elemento estratégico para a saúde financeira e a governança do negócio.

Empresas que adotam uma abordagem estruturada, com diagnóstico completo, planejamento e execução coordenada entre as frentes administrativa e judicial, conseguem:
-Evitar o reconhecimento integral de dívidas prescritas;
-Acessar condições mais favoráveis de parcelamento (com base no rating da empresa perante o Fisco);
-Reduzir signif**ativamente o impacto financeiro do passivo tributário;
-Preservar a capacidade de crédito e a continuidade da operação.
Regularizar uma dívida não é apenas pagar: é pagar da forma correta.

⚠️ Diante disso, você já considerou:
-Revisar a origem de uma dívida ativa antes de parcelar?
-Verif**ar se há valores prescritos ou inconsistências na cobrança?
-Avaliar se sua empresa pode acessar descontos em juros e multas por meio da transação tributária?

👉 Entre em contato com nosso escritório para entender como analisar, negociar ou regularizar sua dívida ativa da forma correta.
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🔹 Empresário, em um ambiente de negócios cada vez mais regulado e competitivo, a due diligence, ou diligência prévia, co...
06/05/2026

🔹 Empresário, em um ambiente de negócios cada vez mais regulado e competitivo, a due diligence, ou diligência prévia, consolidou-se como uma ferramenta indispensável de governança corporativa e prevenção de riscos.
Trata-se de um processo minucioso de investigação jurídica, financeira e reputacional, utilizado antes de fusões, aquisições, parcerias estratégicas ou contratações de fornecedores.

O que o due diligence examina na prática?
-Estrutura societária e contratos relevantes
-Passivos trabalhistas, tributários e litígios judiciais
-Propriedade intelectual e licenças regulatórias
-Conformidade com a LGPD (privacy due diligence)
-Integridade de parceiros e fornecedores (Lei Anticorrupção)

Por que sua empresa precisa disso?
A ausência dessa análise pode resultar na assunção de passivos ocultos ou na descoberta tardia de irregularidades que comprometem a viabilidade do negócio.
📊 Impactos estratégicos para a governança corporativa
Mais do que um procedimento técnico, o due diligence tornou-se um elemento estratégico para a governança corporativa. Empresas que adotam processos estruturados de investigação demonstram maior compromisso com transparência, integridade e responsabilidade.

Além de reduzir riscos jurídicos e financeiros, esse processo contribui para:
-Aprimorar a tomada de decisões;
-Avaliar com maior precisão riscos e oportunidades;
-Fortalecer a confiança no ambiente de negócios.
Investidores, instituições financeiras e parceiros comerciais tendem a valorizar organizações que possuem mecanismos robustos de controle e gestão de riscos.

👉 Entre em contato com nosso escritório para entender como a due diligence pode proteger e fortalecer seu negócio.
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✅ Importante: este conteúdo tem caráter meramente informativo e não substitui uma análise jurídica personalizada. Cada operação empresarial possui particularidades que exigem avaliação por um advogado de confiança.

Empresário, o ponto comercial é um dos ativos mais estratégicos do seu negócio. Mas você sabe se o contrato de locação q...
04/05/2026

Empresário, o ponto comercial é um dos ativos mais estratégicos do seu negócio. Mas você sabe se o contrato de locação que você assinou garante a continuidade da sua operação?

A Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991) traz regras específ**as para locação comercial que muitos empresários desconhecem — como o direito à renovação compulsória, a proteção do ponto empresarial e as hipóteses em que o locador pode retomar o imóvel.

📌 Sem a devida orientação, cláusulas mal redigidas ou prazos inadequados podem:
-Inviabilizar a renovação do contrato;
-Colocar em risco todo o investimento no ponto;
-Gerar insegurança jurídica e perda de direitos.
Antes de assinar ou renovar um contrato de locação comercial, é essencial uma análise técnica que considere não apenas o valor do aluguel, mas também os deveres de cada parte, os prazos legais e as garantias aplicáveis ao seu caso.

⚠️ Você tem dúvidas sobre:
-Direitos e deveres como locatário?
-Cláusulas abusivas ou omissões no contrato?
-Possibilidade de renovação compulsória?
-Prazos para desocupação e multas rescisórias?
👉 Entre em contato conosco para entender, de forma técnica e personalizada, como estruturar ou revisar seu contrato de locação comercial.
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✅ Importante: este conteúdo tem caráter meramente informativo e não substitui uma análise jurídica personalizada. Cada caso possui particularidades que exigem avaliação por um advogado de confiança. Se você tem dúvidas sobre seus direitos ou obrigações na locação comercial, procure orientação jurídica especializada antes de qualquer decisão.

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (30.abr) o regulamento da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) , ...
30/04/2026

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (30.abr) o regulamento da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) , por meio de decreto federal.

📌 O que muda?

O regulamento está dividido em livros:

Livro 1: regras comuns entre CBS e IBS
Livro 2: normas específ**as da CBS
Também foram publicadas, nesta mesma data, as normas infralegais do IBS pelo Comitê Gestor.

🔄 CBS (União) e IBS (estados/municípios) são tributos “espelhos” — por isso, o regulamento traz normas compartilhadas.

⏱️ VACATIO LEGIS E OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

Com a publicação em 30 de abril, o prazo de vacatio legis conta em meses completos. Na prática, os contribuintes que não preencherem corretamente as obrigações acessórias poderão ser multados a partir de agosto.

📝 REGULAMENTO ATUALIZÁVEL

O regulamento poderá receber atualizações após a publicação conforme surgirem demandas dos contribuintes. O Comitê Gestor e a Receita Federal vão receber sugestões de aperfeiçoamento.

A recomendação oficial é que os setores econômicos sigam o regulamento à risca antes de sugerir mudanças.

⚖️ E agora?

A publicação do regulamento da CBS marca mais um passo importante da reforma tributária. Empresas e contribuintes precisam se atentar às novas obrigações acessórias e aos prazos para evitar multas.

📲 Nosso escritório está à disposição para orientar sua empresa sobre os impactos da CBS e do IBS.

Por quase 30 anos, o Brasil foi um paraíso para a distribuição de lucros. Isso acabou. Com a Lei 15.270/25, desde janeir...
29/04/2026

Por quase 30 anos, o Brasil foi um paraíso para a distribuição de lucros. Isso acabou. Com a Lei 15.270/25, desde janeiro de 2026, distribuições acima de R$ 50 mil mensais para pessoas físicas sofrem retenção de 10% de IRRF.

Na prática, se você decide distribuir R$ 100 mil, só R$ 90 mil chegam na sua conta. Se você precisa de R$ 100 mil líquidos, a empresa terá que desembolsar mais de R$ 111 mil.
🏗️ A Holding de Participações como saída estratégica
Se você tem mais de uma empresa ou utiliza os lucros de uma operação para investir em imóveis ou novos negócios, a Holding de Participações deixou de ser um “luxo” para se tornar uma necessidade de sobrevivência fiscal.

O segredo está no fluxo PJ para PJ:
-A tributação de 10% incide apenas na distribuição para a Pessoa Física.
-Quando o lucro sai da sua empresa operacional para uma Holding, a distribuição é isenta.
-Dessa forma, você pode reinvestir 100% do lucro em novos ativos, imóveis ou outras empresas do grupo sem “pedágio” tributário.

⚠️ O “Pulo do Gato” e o Alerta Vermelho
Muitos empresários estão correndo para criar Holdings, mas esquecem de um detalhe fatal: a incompatibilidade com o Simples Nacional.
Se a sua empresa operacional é do Simples e passa a ter uma Holding como sócia, ela é desenquadrada imediatamente. O que parece economia pode virar um aumento de carga tributária gigantesco se não houver um cálculo prévio.
💬 Planejamento não é gasto, é proteção de lucro.
Como você está preparando o seu grupo empresarial para essa nova realidade?
-Você já calculou o impacto do IRRF nos seus dividendos este ano? Comente “CÁLCULO” e vamos debater esses números.
-Sua empresa é do Simples Nacional? Cuidado antes de montar uma Holding! Deixe sua dúvida abaixo.
-Conhece um sócio que distribui grandes lucros? Compartilhe este post com ele agora.
📌 A estruturação de uma Holding envolve complexidades sucessórias, tributárias e societárias que variam para cada CPF e CNPJ. Não tome decisões estruturais sem antes consultar um advogado de sua confiança para realizar um estudo de viabilidade personalizado.

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