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gs.advogados ⏳ Especialistas em cuidar do futuro. Direito das aposentadorias | Planejamento previdenciário | Revisão

15/10/2026

Você já está sabendo dessas mudanças? Comente.

15/10/2026

Antes de perguntar “quanto falta para eu me aposentar?”, vale conferir qual parte do seu histórico realmente pode ser considerada como tempo de magistério.

Esse detalhe interfere diretamente na regra aplicável.

Para professores vinculados ao INSS que já contribuíam antes da Reforma da Previdência, 2026 ainda exige atenção às regras de transição.

Na regra dos pontos, são exigidos 88 pontos para a professora, com pelo menos 25 anos de magistério, e 98 para o professor, com pelo menos 30 anos.

Na transição por idade mínima progressiva, em 2026 são 54 anos e 6 meses para a professora e 59 anos e 6 meses para o professor, além dos respectivos 25 e 30 anos de magistério.

Existe ainda a regra do pedágio de 100%, que depende de quanto tempo faltava, em 13/11/2019, para completar o tempo exigido.

Já quem ingressou no RGPS a partir de 14/11/2019 segue a aposentadoria programada do professor: 57 anos para mulheres, 60 para homens e 25 anos de contribuição em funções de magistério para ambos, além da carência exigida.

Por isso, antes de olhar apenas para a data indicada em uma simulação, confira:

CNIS + CTPS + função exercida em cada período + documentos que comprovam o magistério.

A própria calculadora do Meu INSS informa que o resultado é uma projeção e não garante o direito ao benefício.

Salve para fazer essa conferência com o seu histórico aberto.

08/10/2026

A diferença entre buscar orientação antes ou depois de sair quase nunca tem a ver com "entrar na Justiça".

Tem a ver com acesso. Enquanto o contrato está de pé, boa parte da sua história de trabalho está ao seu alcance: contracheques, registros de ponto, mensagens, comunicados internos.

Quando o vínculo encerra, esse acesso costuma fechar junto, e recuperar qualquer documento passa a depender de terceiros.

Tem um ponto que merece atenção especial: sair da empresa por conta própria, mesmo diante de um problema real, nem sempre é o melhor caminho, e às vezes atrapalha.

Existem situações em que a forma como a pessoa sai muda os direitos envolvidos. Por isso a orientação aqui não é "saia agora", e sim o contrário: entender a situação antes de decidir como e quando sair. A decisão continua sendo sua, mas tomada com mais direção.

E vale reforçar, na linha dos conteúdos anteriores: olhar o caso antes não signif**a que exista algo a fazer, nem garante resultado nenhum.

Signif**a decidir sabendo, em vez de decidir no escuro. O que se aplica a você depende dos seus documentos e das suas circunstâncias.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do caso.

02/10/2026

Tem uma ideia muito espalhada de que o contrato de experiência é um período "sem direitos", em que a empresa encerra quando quiser e pronto. Na rotina normal, o contrato tem mesmo uma data pra terminar.

O que muita gente não sabe é que o acidente de trabalho pode mudar esse cenário, porque a proteção nesse caso não depende do formato do contrato, e sim do que o acidente causou na saúde e na capacidade de trabalhar da pessoa.

É por isso que dois casos parecidos podem terminar diferentes: um com direito reconhecido, outro não.

A diferença quase nunca está no acidente em si, e sim no que ficou registrado e em como cada requisito aparece naquela situação. Sem registro, f**a difícil demonstrar depois o que aconteceu, por mais real que tenha sido.

Um detalhe que costuma passar batido: a CAT, comunicação do acidente de trabalho, não precisa sair só da empresa. O próprio trabalhador, o sindicato, o médico e outros podem emitir.

Quando ela não é feita, o acidente f**a sem registro oficial, e isso pesa lá na frente. Guardar os próprios documentos é o que mantém aberta a chance de uma análise séria mais tarde.

Cada situação depende dos seus documentos e das suas circunstâncias. Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do caso.

24/09/2026

Por isso, o diagnóstico não garante automaticamente a concessão, mas também não deve impedir a pessoa de buscar informação e entender o que pode ser aplicado à sua situação.

Envie este vídeo para uma família que precisa conhecer esses direitos.

23/09/2026

Encaminhe esse conteúdo para quem precisa conhecer essa informação.

Existe uma diferença que quase nunca é dita: informação e orientação não são a mesma coisa. Informação é a regra geral: ...
21/09/2026

Existe uma diferença que quase nunca é dita: informação e orientação não são a mesma coisa. Informação é a regra geral: o que a lei diz, o que costuma acontecer.

Orientação é essa regra aplicada aos seus documentos, ao seu prazo, à sua situação. Um vídeo entrega a primeira. Só a análise do seu caso entrega a segunda.

E é justamente aí que mora o risco de decidir sozinho. Dois trabalhadores podem ter vivido "a mesma coisa" no trabalho e ter resultados completamente diferentes, porque um tinha prova e o outro não, porque um estava dentro do prazo e o outro não, porque um vínculo era registrado de um jeito e o outro não.

A regra era a mesma. O caso, não.

Depois da Reforma Trabalhista, isso pesou ainda mais. Incluir num processo um pedido que não se sustenta pode gerar custo para o próprio trabalhador.

Ou seja: aplicar em si uma informação que não era sua deixou de ser só inef**az, passou a poder cobrar um preço.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do seu caso. Se algo que você viu te fez pensar "será que é o meu caso?", esse é exatamente o ponto de partida: conferir o que é seu antes de decidir.

18/09/2026

Tem uma inversão de lógica aqui que vale entender. A maioria das pessoas trata "juntar os documentos" como o passo que vem antes de buscar orientação.

Na prática, é o contrário: descobrir quais documentos o seu caso pede já é parte da análise. Chegar incompleto não atrapalha, atrapalha adiar por meses enquanto o prazo corre.

Só que existe uma parte que não depende de análise nenhuma e que todo trabalhador deveria fazer: preservar o que tem, enquanto ainda tem acesso. Isso porque a maior parte dos documentos de trabalho hoje é digital e f**a em sistemas da empresa.

Enquanto você está lá dentro, baixa em segundos. Depois do desligamento, o acesso costuma cair, e aí recuperar um holerite antigo, um controle de ponto, um comunicado interno, vira um problema à parte. Com empresa que fechou, pior ainda.

Guardar não decide o seu caso. Mas perder documento pode enfraquecer algo que você teria como demonstrar. Por isso o passo de hoje é simples e serve pra qualquer situação: junte, fotografe, salve num lugar seu. O que fazer com isso depois é o que se olha na análise, caso a caso.

Cada situação depende dos seus documentos e das suas circunstâncias. Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do caso.

Ver uma aposentadoria disponível no Meu INSS pode dar a sensação de que a decisão já está pronta.Mas a própria simulação...
16/09/2026

Ver uma aposentadoria disponível no Meu INSS pode dar a sensação de que a decisão já está pronta.

Mas a própria simulação utiliza as informações que constam na base de dados do INSS. E nem toda vida profissional cabe perfeitamente nesses registros.

Quem teve vínculos antigos, atividade especial, trabalho rural, períodos que não aparecem no CNIS ou diferenças nas contribuições pode precisar olhar para esses pontos antes do requerimento.

É justamente aí que entra a assessoria previdenciária: não para prometer um benefício maior, mas para analisar o histórico completo antes de uma decisão que terá efeitos por muitos anos.

Para quem está se aproximando da aposentadoria, essa consulta pode acontecer antes mesmo de existir qualquer problema com o INSS.

Escolhemos comemorar esse dia de um jeito diferente. Quem chega até um escritório de previdenciário ou trabalhista quase...
15/09/2026

Escolhemos comemorar esse dia de um jeito diferente. Quem chega até um escritório de previdenciário ou trabalhista quase nunca chega num bom momento, chega depois de uma negativa, de uma demissão, de um afastamento.

E quase sempre chega sem entender metade das palavras que vai ouvir.

A gente reparou, ao longo do tempo, que boa parte da insegurança não vem do problema em si. Vem de não entender o que está sendo dito. A pessoa assina, aceita ou desiste de algo sem saber o que aquilo signif**a. Então, no Dia do Cliente, o presente que faz sentido pra gente é esse: clareza.

Se você leu até aqui e uma dessas palavras te lembrou de algo que está vivendo, guarda esse conteúdo. Não pra decidir nada agora, cada situação depende dos seus documentos e das suas circunstâncias. Mas pra chegar numa conversa sabendo do que se trata.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do seu caso.

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