08/10/2026
A advocacia precisa estar presente nos espaços em que se discutem mudanças que impactam o exercício profissional e o acesso à Justiça.
Hoje, como presidente da Comissão de Direito do Trabalho da OAB-MT, participei da reunião na Presidência do TRT-23 para apresentação do projeto de equalização da força de trabalho dos magistrados.
A proposta prevê uma reorganização da atuação de juízes titulares e substitutos, com nova divisão das atividades nas fases de conhecimento e execução, mantendo os processos nas respectivas varas. Também foram discutidos os formatos presencial e telepresencial dos atos e a estrutura de servidores que dará suporte ao trabalho.
Para a advocacia, esse debate envolve questões concretas: a condução dos processos, a organização das audiências, o atendimento aos profissionais e às partes e a efetividade da prestação jurisdicional. São definições que repercutem no nosso cotidiano e na vida de quem aguarda uma resposta da Justiça.
O projeto ainda será submetido ao Pleno no próximo dia 22, com previsão de implantação em janeiro de 2027, caso aprovado.
Participaram do encontro a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso; a conselheira federal Fernanda Brandão; o presidente do TRT-23, Aguimar Martins Peixoto; a vice-presidente e corregedora regional, Eleonora Alves Lacerda; as juízas auxiliares Leda e Helaine; o presidente da Amatra, Ulisses; e a juíza Eliane.
Seguiremos acompanhando a proposta e seus desdobramentos, ouvindo a classe e levando as necessidades da advocacia trabalhista ao diálogo institucional.