Negrão e Fares Advogados

Negrão e Fares Advogados Escritório de Advocacia especializado em Planejamento Sucessório. Atuação na Proteção Patrimonial da família e criação de Holding Familar.

Não se trata do relógio que eu visto.Tampouco do carro que eu dirijo.O ponto nunca foi ostentação.É critério.Algumas esc...
24/05/2026

Não se trata do relógio que eu visto.
Tampouco do carro que eu dirijo.

O ponto nunca foi ostentação.

É critério.

Algumas escolhas revelam mais sobre valores do que sobre aparência.

A Volvo não construiu sua reputação apenas vendendo carros.

Construiu em torno de uma ideia: segurança.

Quem escolhe segurança pensa na família, na previsibilidade, na proteção e naquilo que não pode falhar quando mais importa.

A Rolex também não fala apenas de relógio.

Fala de tempo, precisão, permanência, história e construção de valor ao longo dos anos.

Duas marcas diferentes.

Mas, no fundo, a mesma lógica:

quem construiu algo relevante costuma valorizar aquilo que protege, atravessa o tempo e permanece.

Esse é o mesmo raciocínio que deveria existir quando falamos de patrimônio.

Porque patrimônio relevante não pode depender de improviso.

Não basta crescer.

Não basta lucrar.

Não basta acumular bens, imóveis, participações societárias e empresas.

Chega uma fase em que o empresário precisa organizar o que construiu com o mesmo critério que usa nas grandes decisões da vida.

Uma estrutura patrimonial bem desenhada não existe para parecer sofisticada.

Existe para proteger.

Para dar previsibilidade.

Para preservar controle.

Para preparar a sucessão.

Para evitar que o patrimônio, um dia, dependa apenas da presença, da memória ou da vontade informal de quem o construiu.

No fim, nunca foi sobre o carro.

Nem sobre o relógio.

Foi sobre a mentalidade por trás da escolha.

E patrimônio relevante exige essa mesma mentalidade.

Se esse assunto conversa com a fase em que você está, acompanhe os próximos conteúdos.

22/05/2026

O que acontece na sua ausência?

Essa é uma pergunta que muitos empresários evitam fazer.

Não porque seja irrelevante.

Mas porque, durante anos, o foco esteve no que parecia mais urgente.

Vender.
Contratar.
Entregar.
Pagar imposto.
Resolver problema.
Manter a empresa funcionando.
Fazer o patrimônio crescer.

E, de fato, foi assim que muita coisa foi construída.

O empresário trabalha, assume risco, toma decisão difícil, protege a operação, sustenta a família e, pouco a pouco, transforma esforço em patrimônio.

Mas chega um ponto em que crescer do jeito que dava deixa de ser suficiente.

Porque nem tudo se resume a lucro.

Lucro mostra que a empresa performa.

Mas não mostra se o patrimônio está organizado.

Não mostra se o controle está bem desenhado.

Não mostra se a família saberia atravessar uma ausência inesperada.

Não mostra se os sucessores teriam clareza sobre o que fazer.

E não mostra se aquilo que você construiu continuaria funcionando sem a sua presença.

Esse é o ponto.

Muitos empresários têm empresas lucrativas, patrimônio relevante, imóveis, participações societárias e uma família que depende direta ou indiretamente daquela estrutura.

Mas a organização jurídica continua apoiada em improviso, confiança verbal e decisões que f**aram para depois.

Enquanto você está presente, tudo parece administrável.

Você decide.
Você resolve.
Você assina.
Você orienta.
Você segura a estrutura.

Mas uma estrutura patrimonial madura não pode depender exclusivamente da presença do fundador.

Chega uma fase em que o empresário precisa deixar de olhar apenas para a operação e começar a olhar para a arquitetura que sustenta o patrimônio.

Porque patrimônio relevante exige regra.

Exige controle.

Exige sucessão pensada.

Exige governança.

Exige estrutura compatível com aquilo que foi construído.

A pergunta não é apenas quanto a empresa lucra.

A pergunta é:

se você não estiver presente amanhã, a estrutura continua funcionando?

Se esse assunto conversa com a fase em que você está, acompanhe os próximos conteúdos.

Esse tema precisa estar no seu radar.

Poucas famílias se preparam para o momento em que o patrimônio deixa de ser construçãoe passa a ser divisão.Não porque f...
21/05/2026

Poucas famílias se preparam para o momento em que o patrimônio deixa de ser construção
e passa a ser divisão.

Não porque falte amor.
Mas porque sobra silêncio.

O erro mais comum que vejo não é jurídico.
É humano.

Pais acreditam que os filhos “vão se entender”.
Filhos acreditam que o tempo vai organizar tudo.
E o patrimônio, sem método, vira árbitro de conflitos que nunca deveriam existir.

O inventário não cria problemas.
Ele revela.

Revela disputas antigas, ressentimentos não resolvidos, diferenças de visão, medos e inseguranças que f**aram guardados enquanto a vida seguia.

E quando a ausência chega, o que deveria ser legado vira peso.

Planejar a sucessão não é antecipar a morte.
É exercer responsabilidade.

É decidir quando ainda existe diálogo.
É estruturar quando ainda há liderança.
É proteger relações antes que o patrimônio passe a governá-las.

Quem governa o patrimônio em vida
evita que ele governe os conflitos depois.

Esse é o verdadeiro papel da holding familiar.
Não é apenas fiscal.
Não é apenas societário.
É emocional, estratégico e humano.

Porque o maior erro não é pagar imposto.
É pagar com a família.


Negrão & Fares Advogados
A arte de governar o patrimônio.

Holding familiar não começa com contrato.Começa com diagnóstico.Antes de abrir empresa, antes de transferir patrimônio, ...
21/05/2026

Holding familiar não começa com contrato.

Começa com diagnóstico.

Antes de abrir empresa, antes de transferir patrimônio, antes de falar em cláusula, imposto ou sucessão, existe uma pergunta mais importante:

essa estrutura faz sentido para essa família?

Porque holding não é modelo pronto.

Uma família pode ter imóveis.
Outra pode ter empresas operacionais.
Outra pode ter filhos participando do negócio.
Outra pode ter patrimônio relevante, mas nenhuma organização sucessória.
Outra pode ter conflitos silenciosos que ainda não apareceram.

Cada realidade exige um desenho diferente.

É por isso que, no meu escritório, o projeto começa pela sessão de viabilidade.

Ali eu entendo a história da família, o patrimônio, as empresas, as relações, os riscos, as prioridades e os objetivos.

Depois disso, vem o diagnóstico.

Se a holding fizer sentido, o próximo passo é o croqui estrutural: o desenho dos caminhos possíveis, com custos, alternativas, impactos e lógica de execução.

Só depois vem a construção jurídica.

Contratos.
Empresas.
Cláusulas.
Transferência patrimonial.
Entrada dos sucessores.
Acordo de sócios.
Regras para o futuro.

Esse é o ponto.

Holding bem feita não é abrir uma empresa e colocar bens dentro.

É construir uma estrutura sob medida para organizar patrimônio, preservar controle, reduzir ineficiências, preparar sucessão e dar previsibilidade para a família.

O empresário que construiu patrimônio relevante não precisa de uma solução genérica.

Precisa de arquitetura compatível com a realidade que criou.

Se você já construiu patrimônio relevante e sabe que improviso não combina mais com a fase em que você está, acompanhe os próximos conteúdos.

Esse assunto precisa estar no seu radar.

40 mil pessoas por aqui.É um número relevante.Mas, para mim, o mais importante não é o número em si.É o que ele represen...
20/05/2026

40 mil pessoas por aqui.

É um número relevante.

Mas, para mim, o mais importante não é o número em si.

É o que ele representa.

Representa empresários, famílias, profissionais e pessoas que estão começando a olhar para patrimônio, sucessão, controle e estrutura com mais seriedade.

Esse perfil não foi criado para falar com todo mundo.

Foi criado para falar com quem entende que patrimônio relevante exige mais do que improviso.

Exige clareza.

Exige estratégia.

Exige estrutura.

A cada conteúdo, a intenção é simples: trazer uma visão mais madura sobre holding, organização patrimonial, continuidade familiar e decisões que empresários não podem tratar como detalhe.

Se você acompanha esse perfil porque esse assunto conversa com a sua realidade, obrigado pela confiança.

Os próximos conteúdos seguem na mesma linha: direto ao ponto, sem fórmula pronta e com a seriedade que esse tema exige.

40 mil.
Seguimos.

19/05/2026

Mais uma apresentação de projeto para uma família especial!

Começamos hoje a estruturar um sistema para contemplar o patrimônio imobiliário e conectar os negócios.

Organização olhando para o futuro. 3 gerações envolvidas.

O empresário sábio não pensa só em lucro mas em Estrutura.

18/05/2026

“Vale a pena ter uma holding?”

Depende.

Porque uma holding mal estruturada pode virar apenas uma empresa a mais.
Mais custo.
Mais burocracia.
Mais confusão.

Mas uma holding bem construída pode organizar patrimônio, proteger a operação da família, estruturar a sucessão e evitar conflitos que normalmente aparecem quando o fundador não está mais presente.

O problema é que muita gente cria holding sem estratégia.
Abre empresa sem governança.
Sem acordo.
Sem lógica sucessória.
Sem planejamento tributário real.

E depois descobre que não resolveu o problema estrutural da família.

Holding não é sobre abrir CNPJ.

É sobre construir continuidade.

15/05/2026

Empresas grandes raramente quebram por causa do mercado.

Na maioria das vezes, elas quebram porque ninguém preparou o que aconteceria quando o fundador não estivesse mais ali.

O problema começa quando:
– não existem regras claras;
– não há sucessão definida;
– os herdeiros não sabem quem decide;
– a operação f**a travada;
– surgem conflitos familiares;
– e a empresa perde direção.

Muitas empresas sobreviveram a crises econômicas, concorrência e mudanças de mercado… mas não sobreviveram à própria desorganização interna.

Uma empresa sem planejamento sucessório depende demais de uma única pessoa.

E isso não é continuidade.
É vulnerabilidade estrutural.

Uma holding bem estruturada não serve apenas para “economizar imposto”.

Ela cria regras.
Define governança.
Organiza poderes.
Estabelece continuidade.
E protege a empresa para atravessar gerações com estabilidade.

Porque patrimônio não se preserva sozinho.
Ele precisa de arquitetura.

12/05/2026

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