Raquel Romualdo Advocacia

Raquel Romualdo Advocacia Advocacia e Assessoria Jurídica
Criminal
Familiar
Previdenciário

14/04/2026

A Justiça pode obrigar o pai a cumprir as visitas — e até aplicar multa.

Mas a multa não compra afeto.
Não impõe amor.
Não cria vínculo.

Presença não é só estar.
É cuidar, ouvir e se fazer presente de verdade.

Porque convivência é um direito da criança.
Mas amar… isso não se obriga

07/04/2026

A multiparentalidade é o reconhecimento de que uma pessoa pode ter mais de um pai e/ou mãe, sem excluir vínculos já existentes.

No Direito, não se considera apenas a biologia, mas também o afeto, o cuidado e a convivência. Quem exerce o papel de pai ou mãe no dia a dia também pode ser reconhecido juridicamente.

Esse reconhecimento gera efeitos reais: nome, registro, alimentos, convivência e herança.

Mais do que uma regra jurídica, a multiparentalidade reflete uma verdade simples: família também se constrói pelo amor.

01/04/2026

Abril não é campanha estética.
É confronto com a realidade.

Falar de autismo exige sair do discurso bonito e encarar o que quase ninguém quer mostrar: a sobrecarga das famílias, a demora no diagnóstico, a dificuldade de acesso a tratamento e uma inclusão que ainda é mais teórica do que real.

Enquanto muita gente fala em empatia, na prática ainda existem negativas, barreiras e decisões que ignoram as particularidades de cada pessoa autista. E é aí que o problema começa: quando se trata como regra aquilo que exige individualização.

Conscientização de verdade não conforta — incomoda.
Expõe falhas.
E cobra mudança.

Abril não é sobre visibilidade vazia.
É sobre responsabilidade.

31/03/2026

Adoção não é sobre o formato da família.
É sobre presença, cuidado e responsabilidade.

Casais homoafetivos têm pleno direito de adotar — e isso não é “tendência”, é garantia legal. O que a lei protege não é um modelo de família, é o melhor interesse da criança.

E o que uma criança precisa?
Afeto, estabilidade, vínculo.

Não existe qualquer evidência de que o amor de dois pais ou de duas mães seja menor, insuficiente ou prejudicial. O que realmente impacta uma criança é o abandono, a negligência e a ausência de cuidado — nunca a orientação sexual de quem acolhe.

Negar ou questionar a adoção homoafetiva não é proteger a criança.
É fechar os olhos para o que realmente importa.

Família é quem f**a.
Quem cuida.
Quem ama. #

30/03/2026

O Direito ainda erra quando o assunto é autismo.

Reconhece direitos no papel, mas ignora o essencial na prática: as peculiaridades.
No Transtorno do Espectro Autista, rotina não é detalhe — é necessidade. Comunicação, ambiente e previsibilidade não são “preferências”, são estrutura.

Mesmo assim, o Judiciário insiste em aplicar decisões padronizadas, como se todos os casos fossem iguais — inclusive em regimes de visitação.

E não são.

Tratar todo mundo da mesma forma, quando as necessidades são diferentes, não é justiça.
É falha.

No autismo, decisão justa é decisão individualizada.

25/03/2026

A violência doméstica vai muito além da agressão física. A Lei Maria da Penha reconhece diferentes formas de violência — e uma das mais silenciosas, mas devastadoras, é a violência psicológica.

A violência psicológica acontece quando há um ataque constante à saúde emocional da vítima. Não deixa marcas visíveis, mas corrói por dentro. Ela aparece em atitudes como humilhações, manipulação, ameaças, controle excessivo, isolamento de amigos e familiares, chantagem emocional e desvalorização constante.

Com o tempo, a vítima passa a duvidar de si mesma, perde autoestima, autonomia e até a capacidade de reconhecer que está em uma situação de abuso. É uma violência que aprisiona sem precisar de força física.

E aqui está um ponto importante: a lei também protege contra isso. A violência psicológica é reconhecida juridicamente e pode gerar medidas protetivas, assim como a violência física.

Falar sobre isso é essencial — porque muitas vítimas nem percebem que estão sendo violentadas. da

18/03/2026

Às vezes, tudo o que alguém precisa para recomeçar é de uma oportunidade — e, principalmente, de pessoas dispostas a ajudar.

O bazar solidário surgiu exatamente assim: como uma forma de apoiar uma família que teve sua empresa destruída por um incêndio no início deste ano. A empresa, chamada Matéria Prima, pertence à família de uma amiga muito querida, e diante de uma perda tão grande, o que parecia ser uma iniciativa simples ganhou força, apoio e se transformou em uma verdadeira corrente de solidariedade.

Mais do que vender peças ou arrecadar valores, esse bazar representa empatia, união e a prova de que, quando muitas pessoas se mobilizam, é possível ajudar alguém a reconstruir não só um negócio, mas também a esperança.

📍 O bazar acontece nesta sexta-feira, a partir das 13h, e no sábado durante todo o dia, no salão paroquial da Igreja Santa Bárbara, em Criciúma.

Nos dias do evento, cada contribuição — seja comprando, doando ou compartilhando — faz diferença. Porque por trás de cada gesto, existe algo muito maior: a chance de um novo começo. 💛

Endereço

Rua Conselheiro João Zanette, 90, Edifício Don Diniz, Sala 105/Centro
Criciúma, SC
88891050

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Raquel Romualdo Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar