Diego Gonçalves de Abreu - Advogado Previdenciário

Diego Gonçalves de Abreu - Advogado Previdenciário Advogado especialista em aposentadorias, pensão, auxílios e benefícios do governo.

A 2ª Câmara do TRT da 15ª Região decidiu que, quando existe divergência técnica relevante entre o laudo da Justiça do Tr...
22/05/2026

A 2ª Câmara do TRT da 15ª Região decidiu que, quando existe divergência técnica relevante entre o laudo da Justiça do Trabalho e a perícia previdenciária, não é possível manter uma decisão segura sem nova produção de prova pericial.

📌 No caso analisado, o trabalhador alegava doenças relacionadas às atividades exercidas em um supermercado. Porém, os laudos médicos apresentavam conclusões completamente diferentes sobre o nexo causal e a concausa das patologias.

Diante da inconsistência técnica, o TRT-15 determinou:

✅ Anulação da sentença;
✅ Reabertura da instrução processual;
✅ Nova perícia médica;
✅ Nomeação de perito diferente do anterior.

Segundo a relatora, desembargadora Susana Graciela Santiso, a deficiência da prova técnica impede um julgamento seguro e imparcial.

💡 Importante:
Mesmo que o trabalhador tenha fatores pessoais de risco — como obesidade, diabetes ou sedentarismo — isso NÃO afasta automaticamente a possibilidade de doença ocupacional ou concausalidade.

🚨 Tradução jurídica sem juridiquês:
Se os laudos “batem cabeça”, o processo pode voltar praticamente à estaca zero até que uma nova perícia esclareça os fatos. E sim: a escolha do perito faz diferença estratégica no processo.

👩🏻‍⚖️ Para ações trabalhistas envolvendo:

doença ocupacional;

auxílio-doença;

aposentadoria por invalidez;

estabilidade acidentária;

indenizações por incapacidade laboral;

a prova pericial costuma ser o coração do processo.

📚 Processo: 0011327-12.2024.5.15.0016
📍 TRT-15 — Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região

A Justiça Federal do Paraná determinou o restabelecimento de uma pensão por morte vitalícia para uma viúva que teve o be...
20/05/2026

A Justiça Federal do Paraná determinou o restabelecimento de uma pensão por morte vitalícia para uma viúva que teve o benefício cortado pelo INSS apenas 4 meses após o falecimento do segurado.

📌 O detalhe que mudou tudo?
A comprovação da união estável antes do casamento civil.

O INSS alegava que o casamento havia durado pouco tempo e, por isso, a pensão seria apenas temporária. Porém, a viúva apresentou provas digitais demonstrando que o relacionamento já existia anos antes da formalização no cartório.

✅ Fotos do casal
✅ Postagens em redes sociais
✅ Comprovantes de residência
✅ Contas e contratos
✅ Testemunhas

Tudo isso foi essencial para comprovar uma união pública, contínua e duradoura desde 2016.

⚖️ Com a soma do período de união estável + casamento, a Justiça reconheceu o direito à pensão por morte vitalícia, além do pagamento dos valores retroativos.

💡 Muita gente não sabe, mas:
União estável pode ser reconhecida mesmo sem casamento civil — e provas digitais têm cada vez mais força nos processos previdenciários.

📲 Teve pensão negada ou cortada pelo INSS?
Seu caso pode ter solução judicial.

Nosso escritório atua em:
✔️ Pensão por morte
✔️ BPC/LOAS
✔️ Aposentadorias
✔️ Revisões do INSS
✔️ Benefícios negados

📞 Entre em contato e faça uma análise do seu caso.

Se o seu BPC/LOAS (Benefício de Prestação Continuada) foi bloqueado, calma: isso é mais comum do que parece — e na maior...
18/05/2026

Se o seu BPC/LOAS (Benefício de Prestação Continuada) foi bloqueado, calma: isso é mais comum do que parece — e na maioria dos casos tem solução administrativa rápida. O jogo aqui é organização + atualização cadastral.

⚠️ Por que o BPC pode ser bloqueado?
O bloqueio geralmente acontece por:

Cadastro desatualizado no CadÚnico

Falta de atualização dentro do prazo de 24 meses

Inconsistências de renda familiar

Ausência de biometria obrigatória

Cruzamento de dados pelo *INSS

🧠 Como regularizar e desbloquear o benefício?
1. Atualize o CadÚnico
Vá até o *CRAS do seu município com documentos pessoais e da família.

2. Confira sua situação
Acesse o app/site *Meu INSS ou ligue 135 para verificar o motivo do bloqueio.

3. Solicite reativação
Após atualização do CadÚnico, faça o pedido de reativação do BPC diretamente no Meu INSS.

⏱️ Prazos que você precisa respeitar (sem erro aqui)
Até 30 dias: bloqueio inicial por não localização

45 a 90 dias: suspensão após ciência da notificação (varia conforme o município)

Após regularização: desbloqueio pode ocorrer em até 72h

📌 Mudanças importantes em 2026
O sistema ficou mais rígido:

🔐 Biometria obrigatória no CadÚnico

💰 Ampliação do cálculo de renda familiar

🔎 Revisões mais frequentes por cruzamento de dados do governo

💡 Insight jurídico (sem romantizar)
Hoje o BPC não é só um benefício assistencial — é um sistema altamente fiscalizado. Quem não atualiza dados entra automaticamente na “zona de risco administrativo”. E aqui, prevenção vale mais que recurso.

📲 Se o seu benefício foi bloqueado ou suspenso, o ideal é agir rápido para evitar atrasos maiores e até cancelamento definitivo.

A partir de 15 de maio, o INSS lançará o sistema “INSS Empresa”, nova plataforma que permitirá aos empregadores consulta...
15/05/2026

A partir de 15 de maio, o INSS lançará o sistema “INSS Empresa”, nova plataforma que permitirá aos empregadores consultar afastamentos previdenciários dos empregados em tempo real.

📌 O sistema substituirá o antigo Conadem e promete mais transparência, rapidez e segurança nas informações previdenciárias.

⚖️ O que poderá ser consultado?
✔️ Auxílio por incapacidade temporária
✔️ Datas de afastamento e cessação
✔️ Resultado de perícia médica
✔️ Existência de nexo técnico previdenciário
✔️ Histórico completo desde 2019

💡 Na prática, isso impacta diretamente:
➡️ folha de pagamento
➡️ estabilidade provisória
➡️ retorno ao trabalho
➡️ gestão de afastamentos
➡️ prevenção de passivos trabalhistas e previdenciários

👀 Um dos pontos mais relevantes é o acesso ao chamado NEXO TÉCNICO, mecanismo utilizado pelo INSS para relacionar doenças à atividade exercida pela empresa.

Ou seja: empresas precisarão redobrar a atenção sobre saúde ocupacional, afastamentos e cumprimento das normas trabalhistas.

🔐 O acesso será feito mediante conta GOV.BR e certificado digital A1 ou A3.

📈 A tendência é que o cruzamento de dados entre Previdência, eSocial e empresas fique ainda mais rigoroso.

Empresários e RHs: a gestão previdenciária deixou de ser “setor burocrático” faz tempo. Hoje ela é estratégia de redução de risco jurídico.

A Justiça do Trabalho reconheceu a Síndrome de Burnout como doença ocupacional e condenou um banco ao pagamento de R$ 50...
13/05/2026

A Justiça do Trabalho reconheceu a Síndrome de Burnout como doença ocupacional e condenou um banco ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais, além de pensão mensal vitalícia à trabalhadora.

Segundo o TRT da 2ª Região, a funcionária enfrentava metas abusivas, pressão excessiva, jornadas prolongadas e cobranças constantes por resultados — um combo tóxico que acabou comprometendo sua saúde mental.

📌 A bancária desenvolveu depressão, ansiedade e Burnout, precisando de afastamentos pelo INSS e tratamento psiquiátrico.

O Tribunal entendeu que o ambiente de trabalho teve relação direta com o adoecimento, reconhecendo a responsabilidade da empresa pela falta de medidas para preservar a saúde da empregada.

⚖️ O relator destacou que, mesmo que o Burnout seja classificado pela OMS como uma condição ligada ao esgotamento profissional, ele pode ser reconhecido como doença ocupacional quando houver nexo entre o trabalho e o adoecimento.

💡 O recado da decisão é claro: saúde mental no ambiente de trabalho não é “mimimi corporativo”. Empresa que impõe pressão abusiva e ignora limites pode ser responsabilizada judicialmente.

🔎 Trabalhadores que enfrentam:
✔️ Metas abusivas
✔️ Pressão psicológica extrema
✔️ Jornadas exaustivas
✔️ Crises de ansiedade relacionadas ao trabalho
✔️ Afastamentos frequentes pelo INSS

podem ter direito a indenização e outros benefícios previdenciários e trabalhistas.

📲 Precisa de orientação jurídica sobre Burnout, doença ocupacional ou afastamento pelo INSS? Entre em contato com um advogado especializado.

A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que motoristas, cobradores de ônibus e caminhoneiros podem ter direit...
11/05/2026

A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que motoristas, cobradores de ônibus e caminhoneiros podem ter direito à aposentadoria especial por penosidade, mesmo após a Lei 9.032/95.

Na prática? O tribunal reconheceu que jornadas exaustivas, trânsito intenso, estradas precárias, risco de assaltos, vibração constante, desgaste físico e mental extremo podem caracterizar atividade especial. 👀

⚖️ O julgamento do Tema 1.307 fixou a seguinte tese:

➡️ É possível reconhecer a atividade especial por penosidade, desde que exista perícia técnica individualizada comprovando exposição habitual e permanente a condições prejudiciais à saúde.

Ou seja: não basta apenas exercer a profissão. Será necessária prova técnica demonstrando a realidade enfrentada pelo trabalhador no dia a dia.

📌 O que pode ser analisado na perícia?
✔️ Jornadas excessivas
✔️ Estradas não pavimentadas
✔️ Risco constante de assaltos
✔️ Vibração e desgaste contínuo
✔️ Condições do veículo
✔️ Estresse físico e mental da atividade

Essa decisão abre precedente importante para milhares de profissionais do transporte que convivem diariamente com condições severas de trabalho.

💡 Se você trabalha ou trabalhou como:
🚛 Caminhoneiro
🚌 Motorista de ônibus
🎫 Cobrador

Pode valer a pena revisar seu histórico previdenciário e verificar a possibilidade de aposentadoria especial ou revisão de benefício.

📞 Fale com um advogado previdenciarista para análise do seu caso.

O Supremo Tribunal Federal avançou no julgamento do Tema 1390, que discute a aplicação da aposentadoria compulsória aos ...
08/05/2026

O Supremo Tribunal Federal avançou no julgamento do Tema 1390, que discute a aplicação da aposentadoria compulsória aos 75 anos para empregados públicos regidos pela CLT.

O caso envolve o Recurso Extraordinário nº RE 1.519.008 e pode impactar diretamente milhares de trabalhadores em todo o país.

📌 Qual é o ponto central?
A discussão gira em torno da aplicação do art. 201, §16 da Constituição Federal de 1988, incluído pela Emenda Constitucional 103 de 2019.

👉 Em termos práticos:
Empregados públicos podem ser obrigados a se aposentar aos 75 anos, mesmo sendo celetistas?

⚖️ O que o STF já sinalizou?

Até o momento, há maioria formada no sentido de que:

✔ A regra tem aplicação imediata
✔ Vale para empregados públicos da administração direta e indireta
✔ O desligamento não gera responsabilidade ao empregador

💡 E tem um detalhe estratégico:
Se o trabalhador chegar aos 75 anos sem tempo mínimo de contribuição, ele permanece em atividade até completar o requisito.

📊 Teses em debate (resumo direto ao ponto):

🔹 Tese principal (mais votada):
A aposentadoria compulsória aos 75 anos é válida e automática.

🔹 Tese alternativa:
Garante pagamento de todas as verbas trabalhistas (saldo, férias, 13º, FGTS etc.).

🔹 Outra corrente:
Defende que a regra depende de lei regulamentadora.

⏳ Status atual:
O julgamento está suspenso e aguarda voto de novo ministro.

🚀 Quando finalizado, o STF vai fixar uma tese com repercussão geral, ou seja:
👉 Vai virar regra obrigatória para todo o Judiciário.

🎯 Por que isso importa pra você (ou seu cliente)?

Essa decisão pode impactar:

estabilidade no emprego público

planejamento previdenciário

direitos na rescisão

estratégias jurídicas em ações trabalhistas e previdenciárias

💬 Resumo sem enrolação:
O STF está praticamente dizendo: “chegou aos 75? aposenta.”
Mas o capítulo final ainda não foi publicado — e é aí que mora o risco jurídico.

📲 Fique de olho:
Se você é servidor ou empregado público, esse tema não é tendência — é realidade batendo na porta.

Spoiler: não é obrigada. Mas dá pra jogar esse jogo com inteligência jurídica. 👇A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT...
06/05/2026

Spoiler: não é obrigada. Mas dá pra jogar esse jogo com inteligência jurídica. 👇

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não prevê folga em dias de jogos. Ou seja: Copa não é feriado. Se faltar sem acordo? Pode virar falta injustificada com desconto — simples assim.

Agora, na prática, o buraco é mais estratégico.

📊 O cenário real
A Copa 2026 vai ter jogos em horários variados (13h a 22h), então vai bater direto no expediente. Resultado:
👉 queda de produtividade
👉 pedidos de saída antecipada
👉 risco de conflito trabalhista

Se a empresa não se organiza, vira caos operacional + passivo jurídico. Combo que ninguém quer.

🧠 O que a empresa PODE fazer (legalmente):
✔️ Banco de horas
Libera pra assistir e compensa depois. Seguro, desde que formalizado.
(Regra de ouro: transparência + controle de ponto)

✔️ Acordo de compensação
Troca dentro do mesmo mês. Mais ágil, menos burocrático.

✔️ Liberação sem compensação
Aqui é goodwill puro: a empresa libera e não cobra depois.
Ótimo pra clima organizacional — péssimo se não tiver estratégia.

✔️ Assistir no trabalho
Sim, pode. E aqui vem o detalhe técnico:
👉 É considerado tempo à disposição
👉 Não precisa compensar
👉 Mantém compliance redondo

🏠 Home office entra no jogo
Com trabalho remoto, o foco muda:
não é onde o funcionário está — é como a jornada é controlada.

A Portaria 671 do Ministério do Trabalho exige registro fiel de ponto, inclusive digital.
E claro: tudo alinhado com a Lei Geral de Proteção de Dados.

🚨 Resumo executivo (sem enrolação):
❌ Copa NÃO gera folga obrigatória

⚖️ Empresa decide liberar ou não

📑 Tudo precisa estar formalizado

💥 Falta sem acordo = desconto legal

🎯 Insight final (nível estratégico)
Empresa que planeja antes do apito inicial:
✔️ evita processo
✔️ mantém produtividade
✔️ ainda engaja o time

Quem ignora isso… já entra perdendo de 3x0 no jurídico.

A fila para perícia médica do INSS registrou queda de 30,85% entre janeiro e abril de 2026. Na prática? Saiu de 1,1 milh...
04/05/2026

A fila para perícia médica do INSS registrou queda de 30,85% entre janeiro e abril de 2026. Na prática? Saiu de 1,1 milhão para 771 mil segurados aguardando atendimento.

📊 Em abril, foram realizados:
✔️ +511 mil perícias presenciais
✔️ +473 mil análises documentais (sem necessidade de comparecimento)

Sim, o sistema está mais ágil — mas calma lá, ainda não é o paraíso previdenciário.

⏳ TEMPO DE ESPERA AINDA PREOCUPA

Apesar da melhora, o tempo médio de espera ainda gira em torno de 40 dias.

📌 Distribuição atual:

Até 45 dias: 540 mil pessoas

46 a 90 dias: 136 mil

91 a 180 dias: 84 mil

Até 1 ano: 10 mil segurados

Ou seja: reduziu, mas ainda tem muita gente no “modo espera infinita”.

📍 ESTADOS COM MAIOR FILA

Ceará: 97 mil pedidos

São Paulo: 86,9 mil

Minas Gerais: 77,3 mil

Pernambuco: 50,7 mil

📉 Já os menores números estão em:

Roraima: 600 pedidos

Acre: 2,6 mil

⚡ ONDE A PERÍCIA ESTÁ MAIS RÁPIDA?

Mato Grosso do Sul: 20 dias

Minas Gerais: 32 dias

Rio de Janeiro: 36 dias

🚨 Mais demorados:

Bahia: 72 dias

Alagoas: 71 dias

Ceará: 60 dias

💡 O QUE ISSO SIGNIF**A NA PRÁTICA?

O Conselho Nacional de Previdência Social aponta avanço — mas o cenário ainda exige estratégia.

👉 Quem depende de benefício por incapacidade, auxílio-doença ou aposentadoria não pode ficar refém da fila.

Se o seu pedido está parado, negado ou demorando além do razoável, já existe caminho jurídico pra destravar isso.

⚖️ F**A O ALERTA (E OPORTUNIDADE):

A redução da fila não elimina:
❌ Indeferimentos injustos
❌ Perícias superficiais
❌ Demoras excessivas

E aqui entra o jogo sério: direito bem conduzido acelera resultado.

📲 PRECISA DE AJUDA COM SEU BENEFÍCIO?
Fala com a gente. Análise estratégica, sem enrolação.

Nem sempre o “Dia do Trabalho” foi descanso. Ele nasceu de conflito, pressão social e virada histórica na forma como o m...
01/05/2026

Nem sempre o “Dia do Trabalho” foi descanso. Ele nasceu de conflito, pressão social e virada histórica na forma como o mundo enxerga o valor do trabalho.

📍 No final do século XIX, jornadas de 12 a 16 horas eram rotina. Sem direitos consolidados, sem proteção efetiva, e com exploração de trabalhadores — inclusive mulheres e crianças.

Foi nesse cenário que ganhou força a pauta que mudaria tudo: jornada de 8 horas sem redução salarial.

⚙️ Chicago e a greve que mudou a história

A grande virada aconteceu em 1886, nos EUA, com a greve iniciada em 1º de maio, na cidade de Chicago.

Milhares de trabalhadores paralisaram suas atividades exigindo dignidade, tempo de vida e limites claros para a exploração laboral.

O movimento não foi só econômico — foi estrutural. Foi sobre redefinir o que significa “trabalhar para viver”, e não “viver para trabalhar”.

💥 O episódio de Haymarket

Dias depois, a tensão culminou no evento da Haymarket Affair, em uma manifestação pacífica que terminou em explosão, repressão e julgamentos altamente controversos.

Esse episódio marcou a história mundial do movimento trabalhista e consolidou a data como símbolo de resistência.

🌍 Da luta local ao marco global

Em 1889, o 1º de maio foi oficializado como dia internacional de mobilização trabalhista pela Segunda Internacional, em Paris.

Nascia ali o que hoje conhecemos — celebrado em diversos países como símbolo de conquista social e luta coletiva.

⚖️ E no Brasil e no mundo hoje?

O 1º de Maio evoluiu, mas não perdeu sua essência.

Hoje, a data representa debates sobre:

jornada de trabalho e equilíbrio de vida
direitos trabalhistas e previdenciários
segurança e saúde no trabalho
novas formas de emprego (CLT, informalidade, home office, plataformas digitais)

Ou seja: mudou o contexto, mas o jogo ainda é garantir dignidade no trabalho.

Direitos trabalhistas não nasceram de concessão. Nasceram de mobilização, conflito e negociação dura.

E o 1º de Maio segue sendo um lembrete institucional e histórico disso tudo.

Uma decisão recente da Justiça Federal trouxe um recado claro: profissionais da aviação também têm direito à aposentador...
29/04/2026

Uma decisão recente da Justiça Federal trouxe um recado claro: profissionais da aviação também têm direito à aposentadoria especial quando comprovada a exposição a agentes nocivos.

📍 A decisão da 1ª Vara Federal de Santos (SP) determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conceda o benefício a uma comissária de voo com 26 anos de atuação.

💡 O ponto-chave?
Mesmo com ruído e vibração dentro dos limites legais, a Justiça reconheceu um fator decisivo:
➡️ exposição contínua a variações de pressão atmosférica durante voos internacionais.

📑 O que foi analisado no processo?
✔️ PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)
✔️ LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho)
✔️ Histórico completo da atividade profissional

👉 Resultado: ficou comprovado que o ambiente de trabalho colocava a saúde da trabalhadora em risco.

⚖️ Entendimento da Justiça:
A exposição habitual a agentes nocivos — mesmo que não óbvios — pode garantir o direito à aposentadoria especial.

Simples assim: não é só barulho ou insalubridade clássica que conta.

📊 E o cálculo do benefício?
A concessão seguirá as regras de transição da Reforma da Previdência, garantindo a melhor condição possível para a segurada.

🔥 O que isso significa na prática?
Esse caso fortalece um precedente importante:
➡️ Profissionais da aviação (e outras áreas) podem ter direito ao reconhecimento de atividade especial — mesmo quando o INSS nega.

💬 F**a o alerta estratégico:
Se você trabalha exposto a riscos físicos, químicos ou biológicos, vale revisar seu histórico previdenciário.
O INSS nem sempre reconhece — mas a Justiça, sim.

📌 Quer saber se você tem direito à aposentadoria especial?
Fala com um especialista e faz um diagnóstico completo do seu caso.

Endereço

Fernando Cosmo, Nº 62, Centro
Cravinhos, SP
14.140-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
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