04/08/2026
💜 Agosto Lilás nos convida a uma reflexão que ultrapassa os limites do ambiente familiar e alcança, inevitavelmente, o mercado de trabalho:
💜 A cada 10 minutos, uma mulher
é morta por parceiro ou familiar (fonte:a ONU Mulheres).
💜 Essa realidade brutal afeta não apenas a vida pessoal, mas também a vida profissional das vítimas, que por muitas vezes se calam para não perderem o emprego.
💜 A violência doméstica não termina na porta de casa,
ela atravessa os muros e chega até o ambiente de trabalho, comprometendo a saúde mental, o desempenho profissional e muitas vezes, a permanência da mulher no emprego.
💜 Como resultados mais comuns temos: Faltas constantes, atrasos, queda na produtividade, isolamento social e até demissões injustas são efeitos comuns vivenciados por vítimas em situação de vulnerabilidade.
💜 A Justiça do Trabalho tem reconhecido a influência direta da violência doméstica nas relações de trabalho, com frequentes decisões que:
💜 Reconhecem como justificada a ausência ao trabalho
decorrente de agressões físicas ou psicológicas;
Anulam dispensas discriminatórias, feitas em context
de violência;
💜 Garantem estabilidade provisória em alguns casos, com base no princípio da dignidade da pessoa humana.
Além disso, empresas socialmente responsáveis têm adotado políticas internas de acolhimento, oferecendo apoio psicológico, flexibilização de jornada e sigilo absoluto.
💜 Empresários e gestores, entendam: Advocacia preventiva é essencial. Departamentos jurídicos e RH devem estar atentos às normas da Lei Maria da Penha e ao Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ.