Advogada Ana Paula Tomé

Advogada Ana Paula Tomé Advocacia especializada em defesa médica.

O médico passa anos se preparando para exercer a profissão com excelência. Estuda, se atualiza, participa de congressos,...
27/04/2026

O médico passa anos se preparando para exercer a profissão com excelência. Estuda, se atualiza, participa de congressos, acompanha novas evidências científ**as.

Mas, muitas vezes, deixa um ponto importante para depois: o amparo jurídico da sua prática profissional. E isso pode custar caro, como essa pesquisa mostra.

Processos éticos não atingem apenas quem comete erros graves. Muitas vezes, surgem de situações da rotina médica — falhas de documentação, problemas na comunicação com o paciente ou desconhecimento de regras éticas da profissão.

Essa pesquisa nos mostra a dimensão desse cenário em Minas Gerais.

Na prática, acompanhando médicos diariamente, posso dizer que muitos dos casos que chegam até mim poderiam ter sido evitados com orientação jurídica preventiva adequada.

Isso não é um detalhe burocrático.
É parte da proteção da sua carreira.

Se você quer entender como se prevenir e exercer a medicina com mais segurança jurídica, sem ter que entrar para essa estatística, acompanhe os conteúdos por aqui.

26/04/2026

Gratidão por ter sido convidada para palestrar no 1º Simpósio de Cuidados Paliativos, organizado pela FSFX e pelo Hospital Márcio Cunha.

Um evento que reuniu profissionais comprometidos com o que há de mais humano na medicina: cuidar com presença, acolhimento e dignidade até o fim.

Que esse seja o primeiro de muitos encontros que impulsionem essa causa tão necessária. 💙

24/04/2026

Seria muito melhor se algumas ideias f**assem só no mundo das ideias, e esse é um bom exemplo disso!

Para além da questão estética, expor material infectante dessa maneira pode render até um processo, multa e interdição da clínica.

Atenção, médico: nem sempre o risco está só nos documentos… Ele pode estar, literalmente, na parede do seu consultório!

23/04/2026

O procedimento correu bem, a técnica foi executada corretamente e não houve problemas em nenhum protocolo. Mesmo assim, você pode ser processado.

Isso porque você pode ser responsável pelas expectativas que cria nos pacientes, principalmente por conta de conteúdos produzidos para as redes sociais.

Por isso, é importante alinhar essas expectativas com o paciente desde o início da jornada dele com você, refletindo tudo isso nas documentações que utiliza no seu consultório.

Você sabia que isso era algo possível?

Hoje muitos profissionais usam IA para organizar hipóteses diagnósticas, revisar textos, estruturar prontuários ou apoia...
22/04/2026

Hoje muitos profissionais usam IA para organizar hipóteses diagnósticas, revisar textos, estruturar prontuários ou apoiar decisões clínicas. O problema é que poucos param para pensar nas implicações éticas e jurídicas desse uso.

E é aí que começam os riscos.

Médico pode usar IA no seu dia a dia? Pode e deve. Toda tecnologia que ajuda o profissional e melhora o cuidado com o paciente é bem-vinda. Mas é preciso muito cuidado.

Neste post, eu reuni um manual para você usar no seu dia a dia e consultar sempre que tiver dúvidas sobre o uso de inteligência artificial na prática médica.

Se quiser entender como usar essas ferramentas sem aumentar seu risco ético ou jurídico, continue acompanhando os conteúdos por aqui.

❤️🙌🏻🙏🏻
20/04/2026

❤️🙌🏻🙏🏻

17/04/2026

Tem frases que parecem inofensivas, mas revelam muito sobre o bom senso (ou a falta dele) do paciente.

A verdade é que no fim das contas, tudo recai sobre os ombros do médico. Toda orientação, recomendação e prescrição carregam o peso da responsabilidade médica.

Diferente do que o paciente pensa, colocar regras e limites na atuação não é falta de empatia, não é falta de amor ao próximo e nem muito menos mercantilismo.

É valorizar a paz, a segurança com o paciente e a autonomia médica.

Muitos médicos acreditam que só existe risco jurídico quando há erro técnico na conduta médica.Mas, na prática, grande p...
16/04/2026

Muitos médicos acreditam que só existe risco jurídico quando há erro técnico na conduta médica.

Mas, na prática, grande parte dos processos surge de outra situação: falhas na comunicação e na documentação.

O médico explica, orienta, alerta sobre possíveis efeitos adversos. Mas isso f**a apenas na conversa.

E quando o caso chega à Justiça, surge a pergunta que muda tudo: onde está o registro de que o paciente foi informado?

No processo judicial, o que não está documentado simplesmente não existiu.

Por isso, mais do que saber conduzir o caso clínico, o médico precisa saber como se proteger juridicamente no registro dessas informações.

Se você quer entender como estruturar documentação e comunicação com o paciente para reduzir seu risco jurídico, fale com a nossa equipe.

15/04/2026

Três letras e alguns números que podem causar um grande problema para você, médico!

Incluir o CID no atestado é algo que deve ser anuído expressamente pelo paciente, deixando claro a ele os riscos que podem estar envolvidos na inserção.

Fazendo isso, você evita problemas éticos e judiciais e assegura que seguiu adequadamente o sigilo entre médico e paciente.

14/04/2026
Hoje, o WhatsApp dos médicos já se tornou domínio público. Isso pode facilitar a assistência, mas se você não tomar algu...
13/04/2026

Hoje, o WhatsApp dos médicos já se tornou domínio público.

Isso pode facilitar a assistência, mas se você não tomar alguns cuidados, pode ser um risco.

Dúvidas, orientações, envio de exames, ajuste de medicação… Tudo isso muitas vezes acontece pelo WhatsApp.

O problema é que muitos médicos esquecem de uma coisa importante: essas interações também fazem parte do atendimento médico.

Se uma orientação clínica foi dada por mensagem, você precisa registrar isso no prontuário. Esse registro ajuda a manter a linha do cuidado documentada. Para além
disso, ter esse registro vai ser essencial caso haja qualquer questionamento futuro sobre a condução do caso.

E você, tem muitas conversas de WhatsApp por aí?

Eu sei que muitos médicos consideram essa regra injusta.Muitos têm pós-graduação, anos de experiência atendendo naquela ...
10/04/2026

Eu sei que muitos médicos consideram essa regra injusta.

Muitos têm pós-graduação, anos de experiência atendendo naquela área e sabem conduzir esses casos na prática. E, sim, pela regra do exercício da medicina, você pode atender pacientes nessas áreas.

Mas existe um limite claro: você não pode se divulgar como especialista sem ter o RQE.

E esse é um tipo de regra em que o Conselho normalmente não abre muita discussão. A divulgação irregular costuma ser tratada diretamente como infração ética.

Além disso, os CRMs estão cada vez mais atentos a isso, principalmente nas redes sociais e em perfis profissionais.

A boa notícia é que existem maneiras de posicionar sua atuação, explicar seu trabalho ao paciente e atender dentro do seu nicho sem se expor a esse risco ético.

Se você quer entender como fazer isso com segurança, é só falar comigo pelo link da bio.

Endereço

Coronel Fabriciano, MG

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