Passos Imóveis

Passos Imóveis Bem vindo a PASSOS IMÓVEIS, uma empresa com larga experiência no setor imobiliário, tem infra-estrutura e equipe especializada pronta para atendê-lo.

Consolidada no mercado imobiliário, a Passos Imóveis é uma empresa que trabalha com o objetivo de ajudar os seus clientes a realizar o sonho da casa própria e direcionar investidores para a melhor relação custo beneficio do mercado. A empresa está sempre em busca da excelência para que seus clientes possam fazer o melhor negócio imobiliário.

05/11/2012

Conhecimento, planejamento, comprometimento e confiança. Essas são as palavras que todo o corretor de imóveis deve possuir em seu dicionário pessoal. Para que estas palavras tornem-se recíprocas verdadeiras, é necessário o empenho do profissional no dia-a-dia de seu trabalho. Um dos pontos importantes para o corretor de imóveis antes de começar a atender clientes é dominar os produtos que vende, ou seja, Visitar os imóveis que estão em sua carteira com antecedência é um grande diferencial para os corretores que querem se destacar no mercado. Com a correria do dia a dia, muitas vezes o corretor de imóveis acaba conhecendo o imóvel que está negociando somente por fotos ou no dia da visita com o cliente. Se houver o conhecimento prévio do imóvel o corretor ficará ciente dos pontos positivos e negativos, planejando com antecedência o modo com que.
A visita do cliente irá se realizar e evitando imprevistos. O ditado popular já diz: “A primeira impressão é a que fica”. E com os imóveis não é diferente. O cliente deve ser guiado pelo imóvel por quem conhece seu histórico, sabe transmitir confiança e que tenha conhecimento para ressaltar as qualidades e destacar a importância e o valor desse investimento na vida do cliente. O corretor de imóveis é o guia do cliente. Por isso é essencial que tenha o domínio sobre todos os detalhes do que está negociando. Visitar o imóvel com antecedência, estudar o seu histórico, analisar detalhes sobre sua construção, estrutura, proprietários, etc., além de ser um ponto favorável por transmitir para o futuro comprador a sensação de que o corretor de imóveis realmente sabe do que está falando, também faz com que o corretor seja referência ao cliente na hora de negociar ou ofertar alguma contraproposta. No momento em que o corretor de imóveis demonstra que ninguém entende mais daquele “produto” do que ele evita também que o cliente fique inseguro na hora da compra. Vale destacar ainda, que o proprietário do imóvel pode vir a tornar-se cliente caso também esteja em busca de outro imóvel. É importante para o proprietário perceber a importância que o corretor dá ao seu imóvel, isso estreita os laços e resulta em confiança. O corretor é o agente ativo da negociação, cabe a ele encantar o cliente na hora de mostrar o imóvel, munindo-se do máximo de informações possíveis como breve histórico do imóvel, se possui reformas, valores das taxas condominiais e IPTU, posição solar, principais centros de compras no bairro, entre outros. Afinal, manter todas as informações disponíveis ao cliente é o princípio da credibilidade e transparência, características fundamentais para o sucesso nos negócios.

30/10/2012
10/10/2012

Especialistas voltam a descartar bolha imobiliária no País.

Durante conferência da Lares, representantes de Secovi-SP, FipeZap e FIABCI apresentaram dados que afastam possível bolha

Especialistas do mercado imobiliário brasileiro voltaram a negar a existência de uma bolha imobiliária no Brasil, durante debate na 12ª conferência Latin American Real Estate Society (Lares), realizada de 19 a 21 de setembro. Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice FipeZap, disse que "a imprensa está ansiosa para anunciar o estouro da bolha e alguns analistas já vêm falando há cerca de um ano que a bolha já estourou, mas, pelo menos nossos números e outros, como da Embraesp [Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio], ainda não detectaram isso".

Zylberstajn explica que a alta dos preços dos imóveis, principal motivo para insuflar uma bolha, foi compensada pela melhoria das condições de pagamento do financiamento imobiliário.

"Atualmente, o comprometimento da renda do trabalhador com o financiamento é o mesmo de 2008, mas com maior prazo de pagamento. Em termos de condição de compra, continua a mesma coisa. Se eventualmente essas condições de crédito, como as baixas taxas de juros, não forem sustentáveis, aí sim o preço dos imóveis passa a ser um problema, mas hoje não é", disse o coordenador do Fipe-Zap.

Primeiro imóvel

Bolha imobiliária é associada à alta nos preços dos imóveis decorrente apenas da crença de investidores de que o preço de venda será maior no futuro. Porém, o presidente do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, descarta a forte presença de investidores especulativos e lembra que a compra do primeiro imóvel ainda prevalece.

"Do total de contratos de financiamento da Caixa [Econômica Federal], por exemplo, 49% são contratados com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que significa que, obrigatoriamente, se trata da aquisição do primeiro imóvel", explica o presidente do Secovi-SP. O restante são contratos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). "Os números dizem que não são investidores especulativos que estão no mercado", afirma.

Bernardes ainda pontuou vários fatores que descaracterizam uma bolha no Brasil: "alta demanda, demografia favorável, classe média em ascensão, financiamento imobiliário comprometendo no máximo 30% da renda, baixo índice de inadimplência, baixas taxas de desemprego, crédito representa apenas 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, entre outros fatores".

Geralmente, o estouro da bolha é relacionado ao que houve nos EUA em 2008, ou seja, queda livre de preços e quebra-quebra de empresas. Mas, para Basílio Jafet, presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (FIABCI), os preços dificilmente cairão como no mercado americano. "As construtoras, como as de capital aberto, têm trabalhado com margens apertadas. Os custos de terreno, mão de obra, materiais e equipamentos não devem baixar e, portanto, os preços dos imóveis não vão cair como se imagina", argumentou. (PiniWeb)

10/10/2012

casa geminada 1º andar: sala para dois ambientes, banho, cozinha, área de serviço e garagem para dois veículos. 2º andar: 03 quartos sendo um com sacada, banho social.

09/10/2012

O programa habitacional Minha Casa Minha Vida ganhou ontem um novo gás com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No conjunto de benefícios estão aumento dos valores máximos dos imóveis enquadrados no programa, redução de juros, ampliação de subsídios e elevação de uma das faixas de renda média das famílias.
A decisão, às vésperas das eleições municipais, foi tomada pelo Conselho Curador do Fundo, que é composto por 12 membros do governo, seis representantes de trabalhadores e seis de empregadores. Lançado há três anos, o Minha Casa Minha Vida ainda não decolou como o governo gostaria. Mesmo assim, é ele que vem sustentando a alta dos investimentos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A principal mudança diz respeito ao do teto dos valores dos imóveis. Para as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, o aumento foi de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Nas cidades com população de pelo menos um milhão de habitantes, a exemplo de Goiânia - a capital goiana possui 1,3 milhão de moradores, segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - o valor máximo do imóvel para se enquadrar ao programa passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil. Agora nos municípios com mais de 250 mil moradores, os imóveis poderão ser de até R$ 145 mil, antes eram de até R$ 130 mil. Este novo teto vale também para as cidades do entorno do Distrito Federal.
No caso dos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor máximo subiu de R$ 100 mil para R$ 115 mil. Nas demais cidades, o teto passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil. De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Brizola Neto, que também é o presidente do conselho do FGTS, os valores foram atualizados com base nos preços de mercado.
O ministro salientou que desde o início de 2011 até agosto passado, o valor médio dos imóveis financiados pela Caixa com recursos do FGTS subiu 22,14%. “Estamos ampliando a possibilidade de acesso ao programa”, defendeu.
CLASSIFICAÇÃO
Para acessar o Minha Casa, o interessado deve estar classificado em uma das três classes de renda familiar, obtendo mais benefícios quanto menor for a comprovação de ganhos. A chamada faixa 1 é de até R$ 1,6 mil. O teto da faixa 2 foi alterado anteontem de R$ 3,1 mil para R$ 3.275 e a faixa 3 permaneceu em até R$ 5 mil.
Com base nessa classificação, o conselho reduziu os juros cobrados para a faixa 3, de 8,16% para 7,16% ao ano. Nas demais, foi mantida a taxa de 5% ao ano. “A redução foi toda bancada pela diminuição do spread bancário”, disse o ministro, referindo-se à diferença entre o que o banco paga para captar dinheiro e a taxa que ele cobra de seus clientes.
SUBSÍDIO
Outra mudança foi o aumento do teto de alguns descontos concedidos dentro do programa, que, segundo Brizola Neto, tiveram o INPC como referência. O subsídio dado a famílias com renda até R$ 1,6 mil, que era de R$ 23 mil, subiu para R$ 25 mil Para as demais faixas de renda, o valor cai gradualmente. Há também um subsídio dado na forma de redução dos juros, que subiu de R$ 13 mil para R$ 16 mil. O aumento médio das demais subvenções foi de 5%.
Brizola Neto rebateu críticas que, com essas medidas, o governo estaria colocando em risco o patrimônio do fundo. “É uma prioridade do governo que o fundo cumpra seu papel social, além de uma função estratégica de aquecer um setor importante”, disse. “Mas a saúde e a perenidade do FGTS estão preservadas. Mesmo com a adoção da maior política habitacional do mundo.” O ministro também negou que as mudanças anunciadas ontem fossem de cunho eleitoreiro.
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O programa habitacional Minha Casa Minha Vida ganhou ontem um novo gás com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Ser...
08/10/2012

O programa habitacional Minha Casa Minha Vida ganhou ontem um novo gás com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No conjunto de benefícios estão aumento dos valores máximos dos imóveis enquadrados no programa, redução de juros, ampliação de subsídios e elevação de uma das faixas de renda média das famílias.

A principal mudança diz respeito ao do teto dos valores dos imóveis. Para as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, o aumento foi de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Nas cidades com população de pelo menos um milhão de habitantes, a exemplo de Goiânia - a capital goiana possui 1,3 milhão de moradores, segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - o valor máximo do imóvel para se enquadrar ao programa passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil. Agora nos municípios com mais de 250 mil moradores, os imóveis poderão ser de até R$ 145 mil, antes eram de até R$ 130 mil. Este novo teto vale também para as cidades do entorno do Distrito Federal.

No caso dos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor máximo subiu de R$ 100 mil para R$ 115 mil. Nas demais cidades, o teto passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil. De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Brizola Neto, que também é o presidente do conselho do FGTS, os valores foram atualizados com base nos preços de mercado.

08/10/2012

casa duplex, sala em porcelanato, cozinha com armarios, 01 quarto sendo suite, banhos e lavablo com armarios e box blindex, faixa decorativa, entrada independente, aceita financiamento

Você tem dúvidas sobre simulação de financiamento de um imóvel?Contate-nos aqui, tire suas dúvidas e muito mais ! Estamo...
05/10/2012

Você tem dúvidas sobre simulação de financiamento de um imóvel?
Contate-nos aqui, tire suas dúvidas e muito mais ! Estamos a disposição para sempre atendê-los !

05/10/2012

"Fiz um comparativo entre duas situações: um cliente comprando um imóvel de R$ 200 mil, financiando R$ 160 mil em 360 meses, e a hipótese desse mesmo cliente alugar um imóvel de R$ 200 mil, pagando um aluguel mensal de 0,8% do valor do bem. A primeira prestação do cliente (R$ 1.733) está muito próxima do valor do aluguel, porém no decorrer do tempo ela vai caindo e ao final de 30 anos, mesmo com uma TR estimada em 0,4% ao mês, o cliente concluirá o pagamento de sua prestação na ordem dos R$ 542.

Ao contrário da prestação do crédito imobiliário, o aluguel sobe anualmente pelo IGP-M cumulativamente. Considerando um IGP-M conservador, de 5% a.a., verificamos que o aluguel, que era inicialmente de R$ 1.600, com o reajuste anual captalizado, chega ao final de 30 anos na ordem de R$ 6.915. O segundo sonho de uma pessoa que está financiando um imóvel numa faixa etária média de 35 anos, ao final dos 30 anos de financiamento, é estar aposentada. Pela realidade brasileira, a expectativa é que ela tenha uma renda comparativa ao se aposentar muito menor que a sua renda atual. Neste caso, a prestação do crédito imobiliário reduzindo-se ao longo do tempo atende essa necessidade de um custo menor de moradia, pois na medida que o tempo vai passando, sua prestação vai se tornando cada vez menor. No aluguel, a curva é inversa, o que vai impactar numa redução contínua da capacidade de poupança e de se preparar para a aposentadoria. Considerando um financiamento de R$ 160 mil, taxa de juros de 9,5%, a.a. + TR de 0,04% ao mês, ao final de 30 anos o cliente terá desembolsado a quantia de R$ 433.911. Para quem pagou o aluguel de um imóvel de R$ 200 mil, ao final de 30 anos, terá desembolsado a importância de R$ 1,27 milhão, ou seja, o valor equivalente a três financiamentos imobiliários e ainda não terá a propriedade do bem. Ao pagar uma prestação de crédito imobiliário, o cliente faz um investimento em um bem que um dia será seu."

05/10/2012

"O financiamento permite antecipar a realização de uma necessidade ou de um desejo. A taxa de juros é o custo desta antecipação. Quanto menores os juros, melhor, sob o ponto de vista de quem está se valendo da alternativa do financiamento. No caso do financiamento imobiliário, a taxa de juros é a menor do sistema nos últimos anos. E os prazos, os maiores. E ainda há a forma como a prestação é calculada e cobrada. Ela decresce na medida que o tempo vai passando, comprometendo cada vez menos o orçamento do cliente, da família. O momento é favorável, e os clientes têm se valido disto. Em 2012, por exemplo, eles deverão financiar compras de seus imóveis numa escala superior a 25% do que foi feito em 2011. Juros menores e prazos maiores permitem realizar aquela necessidade comprando imóveis melhores e/ou em condições mais vantajosas."

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