12/01/2026
A Forbes questionou a ideia popular de que janeiro seria o “mês do divórcio”. Embora haja um aumento nas buscas e nas consultas a advogados logo após as festas de fim de ano, período em que muitos casais adiam decisões “pelos filhos”, os dados indicam que os pedidos formais de divórcio não se concentram exclusivamente em janeiro. Estudos citados mostram que os picos variam ao longo do ano, ocorrendo com frequência no fim do verão e no início da primavera, o que demonstra que o divórcio segue um calendário mais amplo, influenciado por fatores emocionais, familiares, financeiros e sazonais.
A decisão pelo divórcio gera impactos profundos na vida dos cônjuges e dos filhos, especialmente no aspecto financeiro, já que manter dois lares costuma ser significativamente mais caro do que manter um.
Além disso, o momento escolhido para iniciar o processo pode afetar bônus, rendimentos, divisão patrimonial e a aplicação de ordens judiciais automáticas, que passam a restringir decisões patrimoniais e familiares assim que o pedido é protocolado.
Por isso, a conclusão é clara: mais importante do que escolher um “mês ideal” é compreender as consequências jurídicas e estratégicas do divórcio antes de tomar qualquer decisão.
O melhor mês para pedir o divórcio é aquele em que você está estrategicamente preparado.
Antes de decidir quando se divorciar, entenda como isso pode impactar sua vida financeira, familiar e emocional. Procure uma advogada de sua confiança.