26/08/2026
Um cliente recebeu mensagens de criminosos que se passaram por funcionários do banco e afirmaram que sua conta estava sendo invadida.
Seguindo as orientações dos golpistas, ele foi até a agência, aumentou o limite do Pix e cadastrou uma nova senha. Depois, realizou duas transferências que totalizaram R$ 190,9 mil.
O banco alegou que as operações foram feitas pelo próprio cliente, com autenticação regular.
Mas a Justiça entendeu que a análise não deveria se limitar à existência de senha ou autenticação.
As transferências eram de alto valor, realizadas em curto intervalo e durante o período noturno, características que poderiam indicar movimentações incompatíveis com o perfil do correntista.
Por isso, foi reconhecida uma falha na segurança do serviço, e o banco foi condenado a restituir o valor perdido.
⚖️ O caso mostra que, diante de uma fraude bancária, é importante analisar não apenas como o golpe aconteceu, mas também se houve falha nos mecanismos de segurança da instituição.
Cada situação possui suas particularidades. Por isso, se você foi vítima de um golpe bancário, buscar orientação jurídica pode ser fundamental para avaliar seus direitos e as medidas cabíveis.